Tag: lars ulrich

  • DAVE LOMBARDO elogia LARS ULRICH e relembra quando o substituiu no METALLICA

    DAVE LOMBARDO elogia LARS ULRICH e relembra quando o substituiu no METALLICA

    O cubano Dave Lombardo, lendário baterista que ganhou fama e respeito com o Slayer, mas que também tem seu nome cimentado na história de bandas como Testament, Suicidal Tendencies, Grip Inc., Dead Cross, Fantômas, Misfits, Mr. Bungle, Philm e Voodoocult, recentemente concedeu entrevista ao podcast Speak N’ Destroy e, entre outros assuntos, falou sobre o Metallica.

    De acordo com Lombardo, os membros do Metallica e sua visão os tornam inalcançáveis. Suas músicas, escolhas na carreira e estética estão em perfeita harmonia: “A banda assumiria uma personalidade diferente se alguém mais estivesse por trás do kit (de bateria), e é por isso que eu não trocaria o Metallica por nada”.

    Dave acrescentou: “Quero dizer, o Metallica é quem eles são, e é louvável que tenham mantido sua formação praticamente intacta – bem, obviamente exceto pelas mudanças de baixista e a morte de Cliff Burton”.

    Apesar de muita gente torcer o nariz para Lars Ulrich como baterista – inclusive o próprio James Hetfield -, contestando suas habilidades, acusando-o de ser tecnicamente estagnado, Lombardo tem uma visão positiva sobre seu colega de baquetas. Ele afirma que sem Lars a banda nem existiria. “Acho que o Lars é um bom baterista. Ele é um bom arranjador. Ele faz os arranjos… Sem Lars, não haveria o Metallica. Então, você tem que dar crédito à ele pelo que ele faz pela banda”.

    Lombardo disse também que “é muito importante quando você tem química dentro de uma banda. Existem quatro membros da banda. Quando tem química, tipo, uma interação especial entre os músicos, se você tira um deles, não é a mesma coisa”. E completou: “Se você tirar Lars da equação, (o resultado) não será o mesmo”.

    Além de ressaltar a importância de Lars Ulrich para o Metallica, Lombardo contou sobre quando o substituiu no “Download Festival”, em 2004, na Inglaterra.

    Dave Lombardo, Lars Ulrich, James Hetfield e Jeff Hanneman: Slayer e Metallica no Teatro Kabuki, em São Francisco, no dia 12 de abril de 1985

    Enquanto se preparava para o show, Ulrich foi hospitalizado com uma doença desconhecida. Assim sendo, o Metallica recorreu a três pessoas para substituí-lo no decorrer da apresentação: Lombardo, o então baterista do Slipknot, Joey Jordison, e o técnico de bateria de Lars, Flemming Larsen. Naquele momento, o empresário do Slayer entrou em contato com Dave e falou sobre a situação: “’Ei, Dave, temos uma pequena crise, Lars não pode ir ao show’. E eu pensei, ‘Ok, o que está acontecendo?’. E eles perguntaram se eu estaria interessado. Não sei se ele disse se estou interessado em fazer o set ou algumas músicas ou qualquer outra coisa, mas dei uma olhada no setlist e não estava familiarizado com o material recente, então concordei com as duas músicas de abertura”.

    Lombardo, que tocou as músicas Battery e The Four Horsemen, respectivamente – com alguns pequenos e nada comprometedores erros de execução -, recordou como foi os preparativos para sua performance com o Metallica. “Encontrei-me com os caras e fomos para sua pequena sala de ensaios, camarim, e tocamos duas músicas que eu estava familiarizado, e, então, logo depois disso, subimos ao palco. Nos divertimos muito na sala, amei aqueles caras. Eu nunca tive nenhum problema com eles ou algo assim”, concluiu.

    Assista a perfomance de Dave Lombardo tocando BatteryThe Four Horsemen com o Metallica no “Download Festival” em 2004:

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  • METALLICA: LARS ULRICH tem praticado bateria com músicas do RAGE AGAINST THE MACHINE

    METALLICA: LARS ULRICH tem praticado bateria com músicas do RAGE AGAINST THE MACHINE

    Perante a pandemia do novo coronavírus, que vem se arrastando desde o início de 2020, vários músicos têm aproveitado a quarentena para se aprimorarem em seus instrumentos. Um deles é o fundador do Metallica, o baterista Lars Ulrich.

    Em recente entrevista para a revista Classic Rock, Lars falou das músicas que tem praticado para manter suas habilidades afiadas para quando for possível voltar aos palcos.

    Lars Ulrich revelou que além de estar usando o último álbum de estúdio do Metallica, Hardwired to Self Destruct (2016), tem desenvolvido seus treinos tocando junto com o homônimo primeiro álbum do Rage Against the Machine, lançado em 1992.

    “Essa tem sido a trilha sonora dessa pandemia para mim. Estou apenas curtindo essas músicas, e elas parecem mais relevantes e mais contemporâneas do que nunca”, disse.

    Ulrich também recordou de quando o Metallica se apresentou com o Rage Against the Machine no LA Coliseum em 2011. “Foi uma noite quente e suada, com aquela energia que você tem em Los Angeles quando se tem aqueles grandes shows, e ver 70 mil pessoas gritando ‘vá se foder, eu não farei o que você me diz!’ foi um dos momentos de show mais insanos que já experimentei”.

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  • METALLICA: LARS ULRICH revela que a banda está trabalhando “sério” no novo álbum

    METALLICA: LARS ULRICH revela que a banda está trabalhando “sério” no novo álbum

    Em entrevista para a cantora e compositora Phoebe Bridgers, conduzida como parte da série Musicians on Musicians da Rolling Stone, Lars Ulrich admitiu que ele e seus companheiros do Metallica estão oficialmente reunidos para algumas “composições muito sérias”.

    “Estamos há três, quatro semanas compondo muito sério”, revelou Ulrich. “E de todas as merdas – pandemias, incêndios, política, problemas raciais e olhando para a porra da situação do mundo –, é tão fácil cair em um estado depressivo”, lamentou.

    “No entanto, compor sempre me deixa entusiasmado com o que está por vir. É tipo, ‘porra, há uma oportunidade aqui de ainda fazer o melhor álbum, ainda fazer a diferença. De ainda fazer algo que nem mesmo empolga outras pessoas, mas empolga a mim’”, completou.

    O Metallica tem insinuado que está trabalhando em um novo projeto há algum tempo. Em agosto, a banda postou um vídeo no Stories do Instagram, mostrando Lars, James Hetfield, Kirk Hammett e Robert Trujilo ensaiando juntos novamente em seu “Q.G.”, enquanto realizava uma transmissão ao vivo.

    Porém, pode demorar para que os fãs possam experimentar qualquer nova música do sucessor de Hardwired… To Self-Destruct ao vivo. No início deste mês, Ulrich alertou que pode levar um ano, “no mínimo”, antes que grandes artistas possam se apresentar em arenas e estádios novamente.

    “Como, infelizmente, temos que lidar com isso, a última coisa que acontecerá são grandes shows. Você sabe: 20.000 pessoas em uma arena, 50.000 em um estádio…”, disse o baterista à CNBC.

    “A boa notícia, (é que) no fronte de shows ao vivo, quando o Metallica e outras bandas como nós tocarmos em grandes arenas ou em shows de estádios novamente, então você poderá contar com o fato de que o COVID está acabado”.

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  • MILEY CYRUS está gravando álbum de covers do METALLICA

    MILEY CYRUS está gravando álbum de covers do METALLICA

    Após a veterana Marianne Faithfull participar da música e do clipe de The Memory Remains do álbum Load (1997) e de Lady Gaga dividir vocais com James Hetfield em Moth Into Flame no Grammy Awards de 2017, agora é a vez de outra cantora pop ter seu nome vinculado ao Metallica. Em entrevista à revista Interview, a consagrada Miley Cirus afirmou que está gravando um álbum de covers da banda de Hetfield e Lars Ulrich.

    “Estamos trabalhando em um álbum de covers do Metallica e estou aqui mexendo nisso”, revelou. “Temos muita sorte de poder continuar a trabalhar em nossa arte durante tudo isso (a pandemia). No início, parecia pouco inspirador e agora fiquei totalmente acesa”, completou.

    E não é de hoje que Cyrus demonstra curtir o som do Metallica. A cantora do mega hit Wrecking Ball já fez cover de Nothing Else Matters. Confira:

    Até o momento, não há maiores informações á respeito deste projeto, no entanto, há especulações de que para este álbum de covers Miley Cyrus estaria trabalhando com Andrew Watt, produtor e guitarrista de Ozzy Osbourne, que toca na própria banda da cantora.

    Miley Cyrus e Lars Ulrich, juntos no tributo à Chris Cornell

    Em 2019, Lars Ulrich ficou impressionado com a performance de Cyrus no tributo ao saudoso vocalista do Soundgarden, Chris Cornell, realizado no The Forum, em Los Angeles. Na ocasião, a estrela pop fez uma versão para o clássico Say Hello to Heaven, acompanhada do Temple of the Dog, banda de Seattle que contava com Cornell. Em sua conta no Instagram, o baterista do Metallica postou uma foto com Cyrus e, empolgado, comentou: “Ainda chocado com o nível de sua versão para Say Hello to Heaven”. Naquela noite, a cantora ainda cantou Two Drunk Minimum de Cornell.

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  • METALLICA: LARS ULRICH não se arrepende do som da caixa da bateria em “St. Anger”

    METALLICA: LARS ULRICH não se arrepende do som da caixa da bateria em “St. Anger”

    Uma das maiores polêmicas da história da música pesada certamente é o indigesto álbum St. Anger, lançado pelo Metallica em 2003. Entre os motivos disso, o principal é o timbre horroroso da caixa da bateria de Lars Ulrich: um som com rebote estridentemente agudo, que mais parece vir de uma lata de tinta. O mais estranho nisso é pensar que St. Anger teve como produtor o mesmo Bob Rock que alcançou um resultado primoroso em Metallica (1991) – mais conhecido como “Black Album” -, o que o levou a ser tornar referência, principalmente para os bateristas, que adoraram os timbres extraídos do instrumento na ocasião. Ontem (29), no entanto, em entrevista ao programa Trunk Nation with Eddie Trunk, da SiriusXM, Ulrich redimiu Bob Rock de culpa e assumiu a responsabilidade pelo som de sua caixa no álbum, porém sem mostrar arrependimento: “Estou por trás disso cem por cento, porque naquele momento essa era a verdade”, afirmou.

    “Apenas minha personalidade… Estou sempre olhando para o futuro, sempre pensando na próxima coisa. É assim que estou conectado”, prosseguiu. “Seja no Metallica sempre pensando no futuro, na minha vida pessoal ou nos relacionamentos, seja o que for que eu esteja fazendo, estou sempre pensando no futuro. Algumas vezes, sem dúvida, gastei muito tempo com o futuro, mas raramente perco tempo com o passado, e a única vez em que essas coisas acontecem (perder tempo com o passado), é em entrevistas”, esbravejou.

    “Eu ouço St. Anger. É um soco e mais um pouco, há muita energia bruta e incrível, tipo, ‘uau!’, foi meio que um tapa. Mas o lance da caixa foi como um momento super impulsivo, momentâneo… Estávamos trabalhando em um riff. (James) Hetfield estava tocando um riff na sala de controle. Então corri. Pensei: ‘Preciso colocar uma batida nisso’. Corri para a sala de gravação, me sentei e toquei algumas batidas em cima desse riff para não perder a energia do momento, e esqueci de prender a esteira da caixa. Então, voltamos para ouvir e foi como, ‘uau, esse tipo de som se encaixa no riff, e soa estranhamente esquisito e bem legal. Assim, meio que deixei a caixa desse jeito para o resto das sessões, mais ou menos. Foi tipo: ‘sim, isso é legal. É diferente. Vai foder algumas pessoas. Parece que isso faz parte do socar’, ou o que quer que seja. E aí isso se tornou essa coisa enorme e debatida”, explicou.

    Lars garantiu não se arrepender de nenhuma produção do Metallica: “Estou orgulhoso de todas essas decisões, porque sei que, na época, elas eram a verdade e era a coisa instintiva e certa a se fazer. Então, 20 depois, é tipo, ‘bem, como isso soaria se a esteira da caixa estivesse presa?’, ou, ‘como isso soaria se fizéssemos duas em vez de quatro?’. Quero dizer, não sei, mas, realmente, não penso nisso, para ser honesto, a não ser quando sou confrontado sobre isso em entrevistas. E eu não mudaria nada sobre o passado”, concluiu.

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  • LARS ULRICH fala da possibilidade de o METALLICA gravar um novo álbum na quarentena

    LARS ULRICH fala da possibilidade de o METALLICA gravar um novo álbum na quarentena

    Mais cedo, nesta terça-feira (28), o falante baterista Lars Ulrich participou de um bate papo online com Marc Benioff, CEO da Salesforce (empresa americana de software, baseada em nuvem), para falar de como ele e seus companheiros James Hetfield, Kirk Hammett e Robert Trujillo estão conectados através da fundação sem fins lucrativos All Within My Hands, que pertence ao Metallica. Além disso, Lars falou também sobre a quarentena e suas consequências e sobre a possibilidade de o Metallica aproveitá-la para trabalhar em um novo álbum de estúdio.

    Perguntando sobre como tem sido para a banda manter-se em quarentena por conta do coronavírus, Lars mostrou-se bastante preocupado sobre o futuro na música:

    “Ficamos sentados nas últimas quatro a seis semanas e tivemos inúmeras conversas. Os quatro membros do Metallica se conectam via Zoom, uma vez por semana, e é ótimo nos conectar. Nós quatro, obviamente, estamos em quatro locais diferentes, em quatro estados diferentes no momento. Mas um dos tópicos semanais dessas conversações tem sido: ‘como será daqui para frente?’, ‘como serão os próximos meses?’, ‘como será o resto do ano?’, e, obviamente, ‘como será a próxima década, em termos de como criamos, compomos, gravamos, compartilhamos música, e como tudo ficará com as incertezas à nossa frente?’.

    Ulrich também relembrou, que se não posse pela situação atual que o mundo está passando, o Metallica estaria tocando no Brasil:

    “Eu deveria estar no Brasil esta semana e fazendo shows por toda a América Latina”, disse o baterista. “Todos foram transferidos para o outono (primavera no Brasil). (…) espero, obviamente, que possamos sair e tocar e que possamos nos conectar e unir as pessoas nessas situações através da música, mas sabemos que há uma chance significativa de que nenhuma dessas datas aconteça, porque a ideia de trazer dezenas de milhares de pessoas juntas em locais de shows talvez não seja certa para a saúde e a segurança de todos em 2020. Portanto, o fato de nos encontrarmos novamente em situações em que não sabemos exatamente como serão os próximos seis meses ou o próximo ano de nossas vidas, parece, eu acho, muito, muito valioso, que tenhamos que nos render ao (atual) momento”.

    Sobre se esse seria o momento ideal para o Metallica trabalhar em um novo álbum, sucessor de Hardwire… to Self-Destruct, de 2016, Lars explanou:

    “Em todo o mundo, não apenas na música, mas no mundo de qualquer entretenimento – obviamente, cinema, teatro, arte; qualquer coisa que tenha a ver com criatividade – posso garantir que existem milhares de conversas agora (sobre) ‘como fazemos discos?’, ‘como fazemos entretenimento filmado?’, ‘como fazemos arte?’, ‘como compartilhamos isso com esse novo paradigma que está acontecendo?’, ‘como pode ser do outro lado do “novo normal”?’. Mesmo que você as tragam para o nosso mundo, as pessoas que produzem todo o software e todas as coisas que todos usam para gravar estão agora tentando descobrir como Lars e James, e Kirk e Rob podem fazer um disco do Metallica (estando) em quatro locais diferentes, em quatro estados diferentes. E isso é algo que, obviamente, estamos estipulando e (estamos) muito entusiasmados… Muito disso, obviamente, tem a ver com quanto tempo os pedidos de permanência em casa continuarão. Muito disso terá a ver se houver uma segunda onda do vírus. Quem sabe como será o nosso mundo daqui a seis meses? Mas, obviamente, a única coisa em que você pode confiar em pessoas criativas, para o bem ou para o mal, é que elas não podem ficar paradas por muito tempo. E posso lhe dizer que nessas sessões semanais do Metallica Zoom, estamos falando sobre como podemos ser uma banda novamente. E há muitas fases diferentes em estar em uma banda, mas a mais básica, e certamente onde começou há 37 anos, é ter apenas quatro caras tocando música juntos. O fato de acabar sendo compartilhado em todo o mundo e se conectar com milhões de pessoas, é muito mais além e é uma coisa totalmente diferente. Mas, na essência, estão apenas quatro caras na sala, ou conectados via Zoom, fazendo música juntos. E posso lhe dizer que nós quatro estamos realmente empolgados com o que isso poderia parecer. Então, haverá um álbum de quarentena do Metallica? Não posso contar, porque, novamente, não sei quanto tempo durará a quarentena. Mas se você e eu e o resto do mundo estivermos sentados aqui daqui a seis meses ou daqui a um ano, diria que há uma chance muito boa”.

    Assista o bate papo completo entre Lars Ulrich e Marc Benioff