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  • CHICKENFOOT deve trabalhar em seu novo álbum ainda este ano

    CHICKENFOOT deve trabalhar em seu novo álbum ainda este ano

    O guitarrista Joe Satriani acha que o CHICKENFOOT vai se reunir antes do final do ano para começar a trabalhar em novas músicas.

    O supergrupo, que conta com o lendário guitarrista ao lado do ex-vocalista do VAN HALEN, Sammy Hagar, o ex-baixista do VAN HALEN, Michael Anthony, e Chad Smith, baterista do RED HOT CHILI PEPPERS, tem permanecido em silêncio pela maior parte do tempo desde 2012, quando excursionou com Kenny Aronoff na bateria, substituindo Chad Smith, muito ocupado com a agenda da sua banda principal.

    Na semana passada, o CHICKENFOOT se reuniu no Fillmore, em San Francisco, durante o quinto concerto beneficente anual “Acoustic-4-A-Cure”. A banda até se apresentou pela primeira vez em pouco mais de dois anos.

    Perguntado durante uma nova entrevista ao ‘Rock Talk With Mitch Lafon’ sobre o status atual do CHICKENFOOT, Joe disse: “Bem, algumas noites atrás, nós estávamos no palco do Fillmore aqui em São Francisco, e tocamos um set acústico de quatro músicas. Isso foi uma loucura, estou tocando músicas do CHICKENFOOT em versão acústica – uau, isso é uma loucura. Mas nos divertimos tanto, e eu sei que todos estávamos nos perguntando o que iria acontecer… E a magia inegável entre nós era palpável. Todos sentiram isso. E depois, todos disseram: ‘Vocês têm que gravar outro disco’, e todos queriamos fazer isso. Então todos eram abraços e sorrisos e nós dissemos: “Vamos fazer isso”. Fiquei muito surpreso, pois parecia que não ia acontecer este ano – mas acho que vai acontecer – então acho que o próximo passo é escrever e ver se todos nós podemos estar na mesma cidade ao mesmo tempo novamente por alguns dias, é assim que a banda trabalha. Nós nunca temos três meses onde nós alugamos um castelo na França e gravamos um álbum, isso nunca acontecerá. É aqui e ali, voando baixo. Isso mantém as forças fluindo e os espíritos para cima, e nós não perdemos tempo. Então eu acho que é bom”.

    Satriani continuou dizendo que o CHICKENFOOT provavelmente nunca será “uma banda de turnê”. Ele explicou: “Eu não acho que o Sammy esteja pensando, ‘eu quero fazer 70 shows em quatro meses’. Eu não acho que exista alguma chance de colocá-lo em um ônibus de turnê novamente [risos], e eu não o culpo. O homem já fez isso; você sabe o que eu quero dizer? E agora eu entendo isso. Na perspectiva dele, ele não quer sentir que o trabalho vai impedi-lo de ser criativo, então eu acho que todos nós temos que trabalhar um no outro para dar um ao outro o que precisamos para chegar ao próximo passo. Estou satisfeito em fazer um disco e algumas apresentações pelo mundo. Eu acho que essa coisa do CHICKENFOOT sair em turnê como o JOURNEY, o DEF LEPPARD ou algo assim, eu acho que nunca faremos isso, porque todos nós estamos envolvidos em outras coisas. Mas eu aprendi a amar isso [risos]. Foi frustrante no passado, porque eu estou tão acostumado a fazer turnês, adoro sair em turnê, amo a vida no ônibus de turnê e adoro viajar. Mas é diferente, eu acho, quando você é um vocalista. E esses caras têm feito muito mais em suas carreiras do que eu fiz, então eles têm um conjunto diferente de desejos neste momento em suas vidas”.

    Em março de 2017, o CHICKENFOOT lançou Divine Termination, sua primeira nova música em cinco anos, na coletânea Best + Live, a primeira coleção ‘best of’ da banda.

    O álbum mais recente do CHICKENFOOT, Chickenfoot III, foi lançado em 2011.

    Satriani lançou seu décimo sexto álbum solo, What Happens Next, em janeiro via Sony / Legacy Recordings.

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  • JOE SATRIANI espera que o Chickenfoot irá trabalhar em novo álbum em breve

    JOE SATRIANI espera que o Chickenfoot irá trabalhar em novo álbum em breve

    Joe Satriani espera que o Chickenfoot vai se juntar em breve e começar a trabalhar em novas músicas.

    O supergrupo, que apresenta o lendário guitarrista ao lado do ex-Van Halen, Sammy Hagar, o baixista ex-Van Halen, Michael Anthony, e o baterista do Red Hot Chili Peppers, Chad Smith, ficou em grande parte inativo desde 2012, quando fez uma turnê com Kenny Aronoff na bateria.

    Em março passado, o Chickenfoot lançou “Divine Termination”, sua primeira música nova em cinco anos, em “Best + Live”, a primeira coletânea lançada no Brasil via Sound City/Shinigami Records.

    Durante uma nova entrevista com Meltdown da estação de rádio WRIF de Detroit, foi perguntado a Satriani se há algum plano para que Chickenfoot faça outra coisa novamente. Joe respondeu: “Bem, acho que todos nós … Devo dizer quando eu digo” todos nós “, eu próprio e Chade e Mike, estamos tentando convencer Sammy a passar algum tempo trabalhando em algumas músicas novas conosco. Eu acho que ele quer fazer isso, mas ele está muito ocupado passando um bom tempo com todos seus outros negócios. Então, talvez neste verão (americano) consigamos fazer isso. Parece que todos nós vamos ter um pouco de tempo neste verão, então vamos tentar ver se podemos entrar no estúdio”.

    O álbum mais recente do Chickenfoot foi “Chickenfoot III”, o segundo CD da banda, publicado em 2011.

    Em maio de 2016 o Chickenfoot reuniu-se para dois shows únicos no Harrah’s Lake Tahoe e fez seu primeiro show completo em mais de seis anos, juntamente com uma apresentação especial de “Divine Termination”.

    Além de “Divine Termination”, “Best + Live” inclui mais de noventa minutos de música ao vivo “Best + Live” pela primeira vez lançado em CD.

    Satriani lançou seu décimo sexto álbum solo, “What Happens Next”, no dia 12 de janeiro via Sony / Legacy Recordings.

    Apenas um dia antes do lançamento do álbum, Satriani lançou a nova turnê do G3, convidando John Petrucci do Dream Theater e o guitarrista principal do Def Leppard, Phil Collen, para se juntar a ele.

  • JOE SATRIANI

    JOE SATRIANI

    Ok, você já sabe que Joe Satriani foi professor de guitarra de Steve Vai, Alex Skolnick (Testament), Kirk Hammett (Metallica) e Larry LaLonde (Primus, Possessed), entre outros. E sabe também que o nova-iorquino de 60 anos é um dos maiores nomes do instrumento em todos os tempos – se você passou as últimas três décadas em outro sistema solar, pare tudo e vá ouvir “Surfing With The Alien”, obra-prima lançada em 1987. E Satriani desembarcou novamente no Brasil, desta vez para divulgar seu último disco, o ótimo “Shockwave Supernova” (2015), em três cidades: São Paulo (dia 7 de dezembro), Curitiba (9) e Porto Alegre (11). Diga-se, acompanhado de uma superbanda formada por Mike Keneally (teclados e guitarra), Bryan Beller (baixo) e Marco Minnemann (bateria). Aproveitamos para bater um papo com o mago das seis cordas, que adiantou detalhes das apresentações, que você fica sabendo aqui, e um pouco mais, detalhes que em breve estarão nas páginas da ROADIE CREW. Boa leitura e, claro, bom show!

    Você chega ao Brasil para três shows, dando sequência a um relacionamento que começou a construir com os fãs brasileiros em 1995. Durante esses poucos mais de 20 anos, trouxe até mesmo o G3. Então, depois de tanto e tantas turnês por aqui, qual a expectativa? Joe Satriani: Ah, de nos divertirmos! Isso porque sempre que estive no Brasil foi fantástico encontrar com os fãs. Já fiz turnês passando por seis ou sete cidades, em outra oportunidade toquei em apenas duas, mas pelo menos desta vez poderei me apresentar em três. As viagens ao redor do mundo nunca são iguais, muitas vezes elas são caóticas, então aproveito para me desculpar por não podermos ficar mais tempo. Mas estou feliz com a chance de levar a “Surfing To Shockwave Tour” ao Brasil.

    Aproveitando que você tocou no assunto, o Rio de Janeiro, onde vivo, ficou fora mais uma vez. Conheço fãs que obviamente reclamaram, mas vão viajar para vê-lo porque sabem que isso não é culpa sua. Joe: Sim, e nós tentamos tocar no Rio. Sempre digo aos fãs que precisamos ser convidados. Esse é o elemento-chave. Não podemos simplesmente aparecer na sua cidade e exigir que uma casa abra as suas portas para nós (risos). Temos de esperar que um promotor local nos chame para tocar. Algumas vezes esse convite não acontece, o que pode estar relacionado à competição de mercado na cidade, com muitas bandas já agendadas, ou mesmo à falta de lugar para tocar. É complicado, na verdade. Não sei exatamente como as nossas agências trabalham, mas tenho certeza de que o trabalho de organizar turnês é o mais difícil de todos.

    Dito isso, os shows no Brasil serão no esquema “An Evening With”, com dois sets separados por um intervalo de 15 minutos? Joe: Essa é uma boa pergunta (risos). Tenho certeza de que isso tem a ver com as casas de show, quer dizer, da ideia que cada uma tem para como podemos fazer nosso show (N.R.: em São Paulo, Satriani se apresenta no Espaço das Américas; em Curitiba, no Net Live; e em Porto Alegre, no Teatro Araújo Viana). Não podemos simplesmente subir ao palco e fazermos o show da maneira que acharmos melhor. Acredite ou não, temos de levar em conta o horário que o local precisa fechar, as pessoas que lá trabalham, o esquema de transportes da cidade. Quando tocamos no Reino Unido, por exemplo, levamos em consideração os horários dos trens. A mesma coisa no Japão, onde a maioria das pessoas usa transporte público para ir aos shows e depois voltar para casa. Já nos Estados Unidos usa-se pouco o transporte público, então podemos fazer um set maior, tocar por mais tempo. Muitas vezes também somos surpreendidos, assim que chegamos ao local, com a informação de que outra banda se apresentará antes de nós. Realmente não sei responder agora, mas posso dizer que tocaremos por duas horas. Pelo menos, porque pode ser que as casas queiram que toquemos os dois sets. Vamos esperar para ver.

    De qualquer maneira, andei conferindo alguns setlists recentes e notei coisas interessantes. Há os clássicos como “Summer Song”, “Always With Me, Always With You” e “Surfing With The Alien”, músicas novas e outras que não costumam estar sempre presentes, como “Flying In A Blue Dream” e “Big Bad Moon”. É o que os fãs brasileiros podem esperar? Joe: Eles podem esperar muita coisa de “Shockwave Supernova”, mas também músicas de um catálogo de 30 anos que nunca ouviram antes, porque vamos voltar até 1986, quando lancei meu primeiro álbum, “Not Of This Earth”, e viajar até o trabalho mais recente. Geralmente metade da audiência nos shows nunca me viu tocar ao vivo e talvez parte dela nunca mais volte a assistir a um show meu, então é importante que eu toque aquelas músicas que os fãs disseram aos iniciantes serem as melhores, as que eles mais amam. Assim, preciso honrar esses fãs. No entanto, divido o setlist em três categorias: as novas músicas que quero tocar, depois as músicas que são as favoritas dos fãs e que os novatos precisam ouvir e ver ao vivo, então as músicas que deixaram os fãs surpresos, uma vez que nunca as toquei ao vivo ou não as toco há dez, 15 ou 20 anos.

    E assim todos saem satisfeitos, sem dúvida. Obrigado pelo papo, Joe, e o espaço final é todo seu. Joe: Ah, legal. Tenho de agradecer aos fãs brasileiros por serem ótimos e pessoas maravilhosas todas as vezes que visito o seu país. Para mim, é muito especial ter essa recepção sempre que vou ao Brasil, por isso espero que vocês não passem a ter medo de nós por causa do presidente que acabamos de eleger (risos). Políticos vêm e vão, então precisamos mantê-los na linha porque nós somos o mais importante. Sei que, assim como os Estados Unidos, o Brasil sempre se encontra no meio de problemas políticos e vem enfrentando vários recentemente. Mas vamos todos superar isso.