Uma nova música do HALESTORM chamada Do Not Disturb, pode ser conferida abaixo. A faixa é tirada do quarto álbum da banda, Vicious, que será lançado no dia 27 de julho pela Atlantic.
Gravado no ano passado em Nashville, no estúdio de gravação Rock Falcon com o produtor Nick Raskulinecz, Vicious está disponível em pré-venda em todas as plataformas de demanda e serviços de streaming. Versões físicas do álbum (incluindo em LP) estão disponíveis diretamente na loja virtual do grupo, juntamente com outros itens de merchandise.
Raskulinecz é um aclamado produtor que trabalhou anteriormente com RUSH, KORN, ALICE IN CHAINS e DEFTONES, além de ter produzido o terceiro EP de covers do HALESTORM, ReAniMate 3.0: The CoVeRs eP, lançado em janeiro de 2017.
A vocalista do HALESTORM, Lzzy Hale, falou à emissora de rádio ‘WAAF’ sobre o novo álbum da banda: “Eu sinto que este é o mais… A cada álbum, nós tentamos chegar mais perto do que as pessoas veem ao vivo. Eu realmente acho que este é o registro mais HALESTORM que você vai ouvir de nós até agora”.
O HALESTORM lançará seu quarto álbum, Vicious, em 27 de julho via Atlantic. O primeiro single do disco, Uncomfortable, estreou esta manhã, e o vídeo, dirigido por Evan Brace (PHANTOGRAM, TAKING BACK SUNDAY), pode ser visto abaixo.
Gravado no ano passado em Nashville, no estúdio de gravação Rock Falcon da Tennesse com o produtor Nick Raskulinecz, Vicious está disponível para pré-venda a partir de hoje em todos os DSPs e serviços de streaming. Todas as pré-encomendas são acompanhadas pelo download instantâneo de Uncomfortable.
Raskulinecz é um aclamado produtor, que já trabalhou anteriormente com RUSH, KORN, ALICE IN CHAINS e DEFTONES, além de ter produzido o terceiro EP de covers do HALESTORM, ReAniMate 3.0: The CoVeRs eP, lançado em janeiro de 2017.
A vocalista do HALESTORM, Lzzy Hale, disse à emissora de rádio WAAF sobre o novo álbum da banda: “Em cada álbum, nós tentamos chegar mais perto daquilo que as pessoas veem todos os dias ao vivo. Eu realmente acho isso este é o registro mais ‘HALESTORM’ que você vai ouvir de nós até hoje”.
O HALESTORM estreou uma nova música, chamada Black Vultures, no show de abertura de sua turnê canadense com o STONE SOUR, no final de janeiro em Abbotsford, British Columbia.
O guitarrista do HALESTORM, Joe Hottinger, disse ao programa “Trunk Nation”, da SiriusXM, que o sucessor de Into The Wild Life, de 2015, conterá algumas das “coisas mais pesadas que já fizemos”.
Into The Wild Life foi criticado por alguns fãs do HALESTORM, que sentiram que o álbum mergulhava demais do território da música pop.
O guitarrista Joe Hottinger do HALESTORM foi recentemente entrevistado pela Faded World Productions, e abordou diversos aspectos de sua carreira, desde suas influências, seu trabalho junto ao HALESTORM, e até o que acha de tocar em festivais.
Perguntado sobre com qual banda ele gostaria de excursionar, ele foi rápido: “Nós nunca fizemos turnês com o FOO FIGHTERS. Nós nunca fizemos sequer um show com eles, muito menos um festival, de modo que seria divertido um dia desses”. Aproveitando o gancho com a banda de DAVE GROHL, Joe falou sobre suas influências: “Há tantos. De quando eu era criança, vejamos, era a cena do rock dos anos 90 – era NIRVANA e SOUNDGARDEN, PEARL JAM, STONE TEMPLE PILOTS. Qualquer coisa que estivesse tocando nas rádios nos anos 90, eu curtia praticamente tudo. Então, meio que evoluiu para Jeff Buckley e LED ZEPPELIN e os grandes guitarristas – Stevie Ray Vaughan. É daí que eu venho.”
Daí foi um salto para ele falar sobre o que pensa de tocar em festivais, assunto que claramente o deixa empolgado: “festivais são incríveis. Há dezenas de milhares de pessoas na sua frente. Não tem como superar isso. Tem uma energia que vem daí que é sensacional. Temos tantas lembranças. Lembro-me de Kansas City , onde tocamos no Rock Fest. Estava frio e, quando tocamos mais rápido, a multidão começou a ferver. Quando tocamos uma balada, o vapor diminuiu um pouco. Se você caminhasse até o limite do palco, você realmente podia sentir as pessoas, o calor. Era como um forno. O vento não conseguia dissipar. Foi bizarro”.
Por fim, ele falou do seu momento memorável no HALESTORM:
“Tem havido tantos. Tivemos muita sorte e tivemos muitas coisas com as quais você sonha quando está entrando na adolescência. Ganhar um Grammy foi divertido. Nós não achamos que íamos vencer – simplesmente fomos lá pela festa. Acontece que ganhamos, o que é louco. Só por poder fazer isso para viver…”
O HALESTORM continua a trabalhar em seu quarto álbum, que está sendo gravado nos estúdios Dark Horse Recording, com Nick Raskulinecz, o aclamado produtor que já trabalhou com RUSH, KORN, ALICE IN CHAINS e DEFTONES, além de ter produzido o terceiro EP de covers do HALESTORM, ReAniMate 3.0: The CoVeRs eP, lançado em janeiro de 2017.
Na quarta-feira, 24 de janeiro, Lzzy Hale (vocalista e guitarrista do Halestorm) foi entrevistada por Eric Blair, do programa The Blairing Out With Eric Blair Show, durante o evento Hall of Heavy Metal History. Você pode conferir o vídeo abaixo (em inglês).
Demonstrando-se muito bem humorada, ela comentou que se sentia honrada pela nomeação ao Hall of Heavy Metal History, pois assim sentia estar fazendo algo pelas crianças que sonham em se tornar astros do rock no futuro.
Perguntada sobre o novo álbum do Halestorm, ela declarou que “provavelmente é o disco mais pesado que já lançamos, mas, ao mesmo tempo, sempre consideramos isso apenas uma progressão natural de quem somos. Pois, quando fazemos um registro, é mais ou menos assim – não gostamos de voltar e tentar recriar algo de que já estamos cansados. Especialmente agora, neste segmento – é como um ciclo de três anos para o rock n’ roll, enquanto em outros gêneros, talvez eles colocassem um único cada mês ou algo assim. Mas quando você lança um álbum [como uma banda de rock], você sai e você faz a turnê e então você é uma pessoa completamente diferente quando termina isso. Então eu não sou a mesma pessoa que era no último registro. Então, estamos avançando”.
Sobre a #MeToo, que vem mobilizando mulheres do mundo inteiro a se pronunciarem sobre situações sofridas de assédio sexual, ela foi clara: “como mulher nesta indústria, entendo a luta diária; eu também passo por isso. Durante toda a minha carreira eu tratei com pessoas sexistas e condescendentes. Ao mesmo tempo, fui criada por pais que realmente não colocavam limitações aos meus sonhos nem às minhas aspirações. Seja você um menino ou uma menina, se você quer ser um palhaço de rodeio ou uma estrela do rock, ou um médico, não importa – você pode fazer qualquer coisa. Então eu fui muito ingênua por um longo período de tempo” ela declara, “a mesma coisa com os meus companheiros de banda – eu estou com esses caras há mais de 15 anos e nunca senti como se eu fosse vista como alguém que está lá para embelezar a banda ou um truque de marketing; eu sempre fui como um dos garotos. Então, quando essas coisas acontecem comigo, eu meio que passo por cima ou internalizo. Essa é a beleza da música também. Sinto que, como menina, eu teria reagido ou talvez estivesse mais deprimido com algumas das coisas que poderiam ter acontecido na minha vida se eu não tivesse música. Então, nesse aspecto, acho ótimo que existem meninas que são corajosas o suficiente para falar, acho fantástico que haja mais consciência das coisas que acontecem todos os dias, o tempo todo. E continuarei a apoiar os meus colegas na indústria da música, do rock n’ roll e quem mais precisar de mim”.
A gênese do Halestorm aconteceu em 1997 quando os irmãos pré-adolescentes Lzzy e Arejay Hale, vocalista e baterista respectivamente, resolveram montar uma banda para se apresentar na escola. Os irmãos tomaram gosto pela coisa e seguiram tocando, inclusive com a participação do pai deles, Roger no baixo. Em 2004 a formação se estabilizou com os irmãos Hale, Joe Hottinger (guitarra) e Josh Smith (baixo) e na sequência, em 2005, garantiram um contrato com a poderosa Atlantic Records. Porém, o primeiro álbum, Halestorm, só apareceu em 2009. De lá para cá o grupo já lançou mais dois álbuns de inéditas, ganhou um prêmio Grammy, rodou o mundo e prepara-se para tocar no Brasil como uma das atrações principais do “Maximus Music Festival”. Confira o papo exclusivo com Josh sobre o show, a rápido crescimento e os próximos lançamentos.
O Halestorm está chegando para dividir o palco com bandas de sucesso e que estão na estrada há cerca de duas décadas ou mais. Como é ser uma banda nova entre as atrações principais do “Maximus Music Festival”?
Josh Smith: É realmente incrível. Acho que o crescimento de uma banda para que ela faça turnês internacionais é muito longo. Começamos em nível nacional por volta de 2005, mas antes disso tocamos muito em nossa região. Também é muito bom sentir o apoio de bandas que já vivem na estrada e tem aquilo como vida. Ter o apoio da comunidade do Rock é ótimo. De certa forma somos uma banda iniciante nesse mundo de turnês. Já fomos para estrada com bandas que já não fazem mais turnês, mas também já fomos a atração principal em turnês nos EUA, onde recebemos bandas iniciantes e tivemos a oportunidade de conversar com eles. Nesse grupo acabamos sendo os caras velhos (risos). Estamos num lugar engraçado, pois no mundo das bandas bem estabelecidas ainda somos iniciantes. Sentir o apoio de caras como o Rammstein e Disturbed é legal.
Qual é o aspecto mais importante de uma apresentação do Halestorm?
Josh: Para nós eu diria que é irmos lá e darmos o melhor. Temos orgulho de não usar coisas extras (playback) – Arejay nem usa metrônomo para manter o tempo. Usamos a linguagem musical para nos comunicar e guiar a música na direção certa. Isso é grande parte do nosso show. Há noites em que essa comunicação é muito fácil, já em outras nem tanto, mas de qualquer forma essa conversa musical é muito importante antes de irmos para o palco, pois assim todos ficam a par da direção que queremos levar a nossa música naquela noite.
Qual a sua opinião sobre o público brasileiro se comparado a outros para quem o Halestorm toca ao redor do mundo?
Josh: Não quero puxar o saco, mas os fãs brasileiros são realmente os melhores. Na primeira vez que estivemos em São Paulo fomos tão bem recebidos – foi algo que nunca havíamos tido. O senso de coesão entre os fãs naquela noite foi algo que nunca havíamos visto antes em lugar algum. Sempre que nos perguntam sobre onde estão os melhores fãs, se não fosse pelo Brasil, seria difícil de responder. O público da nossa cidade natal é incrível, no Reino Unido tem um grupo que sabe do que gosta e nunca se esquece. Os públicos da França, Itália e Espanha também são muito apaixonados pela música e são sempre ótimos, mas o Brasil joga a coisa para outro nível em termos de paixão e comprometimento.
Qual será o repertório deste show, já que por ser um festival há uma limitação de tempo?
Josh: Pois é, em festivais gostamos de falar o mínimo possível e entregar o máximo que der no tempo estipulado. Será um show empolgante – provavelmente Arejay fará um solo de bateria e não acho que incluiremos as baladas ou músicas lentas. Manteremos o máximo de energia no tempo que temos.
A banda já se encontra preparando o quarto disco de estúdio? O que você fizeram até o momento?
Josh: Está indo bem, mas estamos no início das composições. Estamos compilando ideias e sentimentos que trazemos dos shows e turnês. Acho que temos umas dez músicas incompletas, mas no momento acho que nenhum delas irá para o disco, pois são mais como um degrau para onde realmente queremos ir. Acho que ainda não surgiu aquela música que impressiona e define o tema e sentimento que buscamos. Falando de forma simplificada, queremos um disco de Rock pesado e direto. Acho que desta vez queremos afunilar o foco e fazer um disco forte. Queremos que Lzzy diga de maneira simples aquilo que precisa ser dito, mas fazer isso de forma simples é realmente difícil. Estamos nesse processo de descoberta de algo que impressione, seja simples e Rock And Roll.
O grupo também está trabalhando em Reanimate 3.0: The Covers EP.
Josh: Finalmente escolhemos algumas músicas e fechamos um tempo pra gravar essa terceira parte. Isso definitivamente será lançado antes de um disco nosso de inéditas. Temos ótimas ideias alinhadas e espero que funcione. Tem levado um tempo para fazer esse EP, pois não conseguíamos encontrar músicas que empolgasse todos nós. Porém, acho que agora finalmente deu certo. Acho que nos próximos meses o disco estará aí. Há pouco mais de um mês estávamos planejando esse EP de covers, mas resolvemos deixá-lo de lado porque não estávamos prontos mentalmente, mas agora sei que estamos. Vamos ver o que sairá disso. Estamos realmente empolgados com a ideia.
Trabalhar nestes EPs de covers influencia de alguma forma nas composições do Halestorm?
Josh: Eu acho que sim. Enquanto artista, acho que a sua inspiração vem daquilo que vê e escuta. Tentamos nos divertir fazendo disso algo nosso. Acho legal você pegar uma música que ama e tentar das a sua voz para ela.
Obrigado pela entrevista Josh. Você gostaria de deixar um recado para os fãs brasileiros?
Josh: Muito obrigado pelo apoio demonstrado. Amamos ir para o Brasil e faremos a sua presença valer a pena.