Tag: grunge

  • ARCÁDIA lança novo vídeo clip! Confira!!!

    ARCÁDIA lança novo vídeo clip! Confira!!!

    A banda Arcádia, de Fortaleza (CE) lança seu terceiro clipe em homenagem ao Dia Mundial do Rock (13 de julho) da música “Etnocídio”, segunda faixa do EP ”Antiquando”, lançado em 2017. Gravado no Estúdio Esconderijo, no final de abril, o clipe se apresenta repleto de texturas corroídas, luzes mínimas, sem qualquer pretensão estética, e emblemáticos personagens: moscas.

    “A parte da mosca, era porque na minha adolescência, quando meus „amigos‟ faziam bulliyng comigo, passei um tempo sem sair de casa com medo, então só tinha a tv e o quintal para me divertir (na época), A única coisa que eu não gostava do quintal era porque tinha moscas lá pra encher o saco.”, relata o frontman Deuzimar Jr.

    A letra aborda a superação do bulliyng (cantada no segundo estrofe da música), através da resistência, onde todas as ferramentas de opressão já não surtiam mais efeito. No processo de produção do videoclipe, o vocalista Deuzimar também precisou ser resistente, pois vivenciava um luto pela perda de seu tio Joaquim.

    Para o baixista Elano Matos, a resistência e superação se deram no fato dos inúmeros takes de gravação e em velocidades diferentes (devido a técnica de Lip Sync). “Para mim foi muito massa o resultado, um trabalho de gênio, da banda como um todo, a galera se esforçou bastante, digno de muito agradecimento e respeito, principalmente com o retorno do público, muito positivo por sinal. No que diz respeito a minha participação/atuação, garanto que NUNCA MAIS farei aqueles movimentos de novo pra criar aquele efeito. Isso é coisa do cão e pra mim é um K, um B, um osse: KBOSSE.”, disse convicto Elano.

    Para o mais novo integrante da banda e diretor do clipe, Glênio Mesquita, a palavra é uma só: superação.

    “Tivemos poucas horas para gravarmos dezenas de takes, com variadas velocidades de bpms, para podermos extrair melhores resultados utilizando a técnica de Lip Sync (onde a música e acelerada em 200%, e tbm foi atrasada em 50%, para ao final, ser sincronizados vídeo e áudio com a velocidade normal). Quando fui apresentado ao repertorio gravado no EP Antiquado, sempre senti essa música (Etnocídio) como uma coisa absurdamente nervosa, e se o vídeo fosse gravado totalmente em velocidade normal, seria uma injustiça com a robustez que a musica transmite.”, afirma Glênio, o novo guitarrista da banda, e produtor audiovisual.

    Assitam o vídeo clip “ETNOCÍDIO”: Siga a banda em suas redes sociais: Fanpage: https://m.facebook.com/Arcadia2016/ Instagram: https://m.me/Arcadia2016 Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCXsXzZIRtVdy7q41kAbqAsQ/videos?view_as=subscri ber
  • L7 volta ao Brasil em dezembro

    L7 volta ao Brasil em dezembro

    Pioneiras do movimento feminista norte-americano no punk/grunge e do Riot grrrl lá no início da década de 1990, e detentoras de uma das sonoridades mais autênticas do rock, o L7 está de volta ao Brasil para dois shows em dezembro deste ano.
     
    Desde o retorno em 2014, após um hiato de 14 anos, a banda se mostra revigorada e tocando ao redor do globo com explosivos shows sold-out.
     
    O quarteto de Los Angeles, à época comparada à versão feminina do Nirvana, foi uma das mais reverenciadas bandas no antológico Hollywood Rock de 1993, num show que até hoje é lembrado pela legião de fãs brasileiros.
     
    Desta Vez, se apresenta dia 1º de dezembro no Rio de Janeiro (Circo Voador) e dia 2/12 em São Paulo (Tropical Butantã). Antes, no dia 30 de novembro, a banda inicia a rápida turnê sulamericana em Santiago, no Chile.
     
    Desde que gravaram o primeiro disco em 1987, dois anos após a formação da banda, o L7 contabiliza seis discos de estúdio, três registros ao vivo, um disco de covers, entre um monte de hits que tocaram – e tocam – à exaustão pelas rádios de todo o mundo, lançados por grandes gravadoras como Epitaph, Sub Pop, Slash Records e Warner.
     
    Após o retorno, Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) já lançaram duas novas músicas, ‘I come back to bitch’ (que ganhou um videoclipe com ares de produção caseira, no melhor espírito grunge noventista), e a anti-Trump ‘Dispatch from Mar-a- Lago’.
     
    Legalização do aborto, defesa das liberdades civis e feminismo, temas como estes cada dia mais retumbantes, já eram abordados pelo L7 no início da carreira, pulverizadas em forma de músicas atemporais, raivosas e provocativas, não raramente cheias de sarcasmo, mas ao mesmo tempo encorajadoras.
     
    Bricks are Heavy, o terceiro álbum do L7 e que impulsionou o quarteto ao estrelato mundial, foi considerado pela edição norte-americana da revista Rolling Stone como um dos 100 discos “indispensáveis” dos anos 90. É neste registro que gravaram o hit ‘Pretend We’re dead’, um sucesso comercial que ultrapassou as barreiras do rock e levou a banda a outros públicos, do pop ao metal.
     
    O retorno do L7 ao Brasil é uma realização da Powerline Music, produtora que este ano já trouxe o Wavves e o Quicksand, e está à cabo das novas turnês – ainda em 2018 – do H20, The Toy Dolls, Built to Spill e Circa Survive. Também promove a inédita vinda da influente banda de punk rock norte-americana Against Me!, liderada pela vocalista transgênero Laura Jane Grace.
     
    Sem preconceitos, e longe do politicamente correto, junto aos contemporâneos do Nirvana, Pearl Jam e Soundgarden, o L7 ainda é um furacão na indústria musical.
    SERVIÇOS
    L7 no Rio de Janeiro (Circo Voador)
    Data: 1º de dezembro/2018
    Local: Circo Voador
    Horário: 19 horas
    Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa
    1º lote – R$ 90 (promocional/meia entrada)
    1º lote – R$ 180 (inteira)
    Censura 16 anos
    L7 em São Paulo (Tropical Butantã)
    Bandas de abertura: Pin Ups e Deb and The Mentals
    Data: 2 de dezembro/2018
    Horário: 17 horas
    Local: Tropical Butantã
    Endereço: Avenida Valdemar Ferreira, 93 – Butantã
    1º lote $110,00 (promocional/meia entrada)
    2º lote 130,00 (promocional/meia entrada)
    Camarote 1º lote $180,00 (promocional/meia entrada)
    Camarote 2º lote $200,00 (promocional/meia entrada)
    Censura: 16 anos
    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ALICE IN CHAINS divulga nova música, “The One You Know”

    ALICE IN CHAINS divulga nova música, “The One You Know”

    O lendário ALICE IN CHAINS lançou o vídeo oficial de seu novo single, The One You Know. A música é tirada da muito aguardada continuação do álbum aclamado pela crítica em 2013, The Devil Put Dinosaurs Here. Com lançamento previsto para o final deste ano, o novo disco foi gravado em parte no Henson Studios em Los Angeles com Nick Raskulinecz – que produziu The Devil Put Dinosaurs Here e seu antecessor, Black Gives Way To Blue de 2009 – e foi mixado por Joe Barresi (TOOL, QUEENS OF THE STONE AGE).

    O guitarrista Jerry Cantrell falou com a Guitar World sobre o próximo álbum: “Não é que nós estivéssemos mantendo um segredo – nós apenas não queríamos dizer muito sobre o álbum até termos realmente algo a dizer. E nós certamente temos algo a dizer com este aqui. É um disco forte.”

    Quanto à direção musical do novo material do ALICE IN CHAINS, Cantrell disse: “É um disco como ainda não fizemos, posso dizer-lhe isso. Mas também é um disco que tem todos os elementos de qualquer coisa que você espera de nós. Tem a nossa impressão digital. E estamos muito orgulhosos do material que escrevemos, e das performances que gravamos. Há algumas coisas realmente pesadas, algumas coisas realmente feias, algumas coisas realmente lindas, alguma coisa esquisita e maluca … é bom! “

    The Devil Put Dinosaurs Here foi o segundo disco da banda com o cantor William Duvall, que se juntou em 2006 após a morte de Layne Staley.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • PEARL JAM & ROYAL BLOOD – Rio de Janeiro/RJ, 21/03/18

    PEARL JAM & ROYAL BLOOD – Rio de Janeiro/RJ, 21/03/18

    Não foi a primeira e certamente não será a última vez do Pearl Jam no Brasil – e no Rio de Janeiro, para ser mais preciso –, mas era a segunda vez que tocava no Maracanã, praticamente o quintal da casa, então foi inevitável atender ao chamado. E a decisão de finalmente conferir a banda ao vivo nada tem a ver com qualquer aversão ao grunge, uma vez que o movimento serviu tanto para o bem, caso de grupos como Alice in Chains e Soundgarden, como para o mal – a rigor, seu principal representante, aquele aborto musical malsucedido chamado Nirvana.

    No caso deste escriba, a verdade é uma só: a paciência foi gradativamente acabando depois do álbum de estreia, o excelente Ten (1991). De fato, ela durou pouco. Foi até Vitalogy (1994), mas como quem sabe faz ao vivo… Mas antes teve o Royal Blood e a curiosidade de ver o que Mike Kerr (vocal, baixo e teclados) e Ben Thatcher (bateria) aprontariam agora que têm dois álbuns na discografia – Royal Blood (2014) e How Did We Get So Dark? (2017). Resumindo, o que a experiência havia acrescentado ao trabalho dos ingleses depois da apresentação no Palco Mundo do Rock in Rio em 2015.

    O resultado prático continua o mesmo. A dupla passa de ano graças àquela média entra as boas intenções em estúdio e a óbvia e esperada ausência de dinâmica no palco. Kerr troca de baixo música sim, música também, o que deixa um vácuo que se torna ainda mais incômodo num estádio. Em um momento o instrumento é um de quatro cordas, em outro tem cinco, e algumas vezes as duas primeiras cordas têm espessura menor porque é preciso um timbre para a execução de um, digamos assim, solo.

    “É uma honra voltar a um de nossos lugares favoritos no mundo”, disse ele enquanto era preparado o teclado para “Hole in Your Heart”, como se os intervalos entre as canções já não fossem grandes o suficiente. Leve em consideração que até mesmo Thatcher foi à frente do palco, antes de “Figure it Out”, para puxar palmas da plateia. Ele ainda repetiu o feito em “Out of the Black”, na qual é o destaque com uma levada bem criativa, indo até o pit para fazer média com quem já esperava ansiosamente pelos anfitriões da noite. E que chegou a ser distraído com o funcional joguinho de dividir a plateia em direita e esquerda.

    Talvez os 55 minutos de show tivessem funcionado melhor num local menor e fechado. No entanto, apesar da ausência de um terceiro instrumento – desculpa aí, mas rock tem que ter guitarra – e de um frontman de carteirinha, as boas ideias estão lá. “Come on Over” conta com um refrão muito legal, “I Only Lie When I Love You” possui um agradável quê de Beatles, “Little Monster” e “Hook, Line & Sinker” apresentam ótimos e pesados riffs de baixo, e “Loose Change” tem um groove que remete ao soul e funk de gente grande.

    Só que tudo isso se mostrou descartável quando, com meia de hora atraso, os primeiros acordes de “Release” marcaram o início da apresentação do Pearl Jam. É o risco que qualquer banda corre ao abrir o show de um grande nome, mas Eddie Vedder (vocal), Mike McCready e Stone Gossard (guitarras), Jeff Ament (baixo) e Matt Cameron (bateria) apelaram – o tecladista Boom Gaspar, que acompanha o quinteto de Seattle ao vivo desde 2002, foi uma figura meramente decorativa. Com um palco belíssimo – com destaque para as 11 bolas móveis (cinco de cada lado e uma, a maior, no centro) – e uma iluminação azul, vermelho e verde em tons mais escuros, o grupo começou como se estivesse tocando num pub.

    A bela “Release” foi apenas o início de uma trilogia completamente intimista, completada por “Low Light” e “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town”. Foi um momento de estado transe coletivo que não chegou ao fim com “Go”: foi amplificado por uma versão arrasadora da faixa que abre “Vs.” (1993), teve um momento de baixa com “All Night” e voltou com toda força em “Animal”, não à toa, mas uma amostra do segundo disco do grupo. Os fãs foram à loucura, e os telões que já haviam captado a imagem de Chris Cornell nas costas da camisa de Cameron – ex-companheiro do saudoso vocalista no Soundgarden – pareciam ter sido programados. Até mesmo com tomadas aéreas o foco no público era sempre nos momentos certos, de mãos para o alto, cantoria e pula-pula.

    “Uma garrafa grande para um grande show”, disse Vedder ao mostrar uma das garrafas de vinho que tomou durante o show, antes de iniciar “Given to Fly”. E o vocalista fez questão de se comunicar em português na maior parte do tempo, uma simpática iniciativa ajudada por algumas folhas de papel. Desnecessário dizer que “Jeremy” provocou comoção, ou que “Corduroy” foi bem recebida, mas foi em “Even Flow” que o bicho pegou. Cortesia de McCready, é bom dizer.

    Com um longo solo – enfadonho para alguns, como o rapazinho que não parava de gritar pedindo por “Leash” –, o guitarrista mostrou de onde vem a sua inspiração. Rolaram menção a “Third Stone from the Sun”, de Jimi Hendrix, e improvisos que entregam o desejo de McCready de ser Jimmy Page (pergunte se ele usou aquela Gibson SG de dois braços…), Ace Frehley e, principalmente, Michael Schenker, seu grande herói (nota importante e necessária: o cara tem uma banda-tributo ao UFO, a Flight to Mars).

    E depois de bons momentos (“Mind Your Manners” e sua veia punk rock e a beleza de “Garden”) e outros longe disso (“Wishlist”, dedicada ao Red Hot Chili Peppers, e “Lightning Bolt”), Vedder e cia. resolveram mostrar ao vivo a primeira música inédita em cinco anos. “Can’t Deny Me” foi precedida de um breve discurso político – “Quando se tem um líder ruim, o povo deve liderar”, bradou o vocalista, que por alguns instantes usou uma máscara do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – e teve a figuração do baterista do RHCP, Chad Smith, tocando um cowbell amarrado numa cadeira. Valeu pela experiência, porque animador mesmo foi o fim da primeira parte do show, com a energética “Porch”.

    Em um bis para bater o recorde do Kiss, que em sua turnê Alive 35 mandava ver seis músicas sem sair de cima, o Pearl Jam voltou ao palco para reiniciar os serviços de forma acústica, com “Sleeping By Myself” – do segundo disco solo de Vedder, “Ukelele Songs” (2011) – e “Inside Job”. Mas foi a trinca seguinte que voltou a levantar os ânimos, e pouca importa se apenas “Do the Evolution” tirou do chão os pés de quem estava na pista. “Daughter” e “Black” têm aquela beleza que emociona. Simples assim.

    “Esta música é para as mulheres fortes de nossas vidas. Mães, irmãs, namoradas, esposas… Fracos são os homens que não apoiam as mulheres, então ela é também para os homens que são fortes o bastante para ajudar na luta pela igualdade”, discursou Vedder antes de “Leaving Here”, canção imortalizada pelo The Who. Palavras sinceras de alguém que estava radiando felicidade – o início do bis, aliás, foi marcado por um agradecimento do vocalista ao bem comportado público, já que “há muito tempo não fazemos um show sem precisar pedir a vocês que deem um passo para trás porque pessoas estavam sendo imprensadas aqui na frente.”

    Depois de mais um alto (“Blood”) e outro baixo (“Better Man”), o Pearl Jam fez aquele que poderia ter sido um encerramento apoteótico. Precedido pelo riff de “Burn”, do Deep Purple, puxado por McCready (viu só?), “Alive” foi um momento de catarse. Na pista, nas arquibancadas, nos camarotes e também no palco, e nem mesmo as luzes do Maracanã todas acesas (sinal de que o tempo havia estourado) tiraram o brilho. E o auge não foi quando McCready entregou seu instrumento nas mãos de Josh Klinghoffer, que saiu solando como se não houvesse amanhã. O guitarrista do RCHP continuou no palco, e o Pearl Jam ganhou novamente a companhia de Smith para uma versão alucinante de “Rockin’ in the Free World” – Smith, diga-se, assumiu o comando das baquetas na metade final e acrescentou um toque ainda visceral ao clássico de Neil Young.

    Completamente alucinado, Vedder pulava e dançava como se disso dependesse sua própria vida – depois dos vários goles de vinho que tomou ao longo da noite, compreensível. Sim, ele já não estava necessariamente sóbrio, mas ainda assim não aceitou o pedido de casamento de uma fã que levou até as alianças e saiu apenas com uma foto e um aperto de mão. Ah, sim: o show de duas horas e 45 minutos terminou mesmo com “Yellow Ledbetter”, completamente dispensável àquele momento, mesmo para quem já havia assistido a um show do Pearl Jam. Para um estreante como este que vos escreve, um set de 29 músicas com 12 extraídas dos dois primeiros álbuns – sete de “Ten”, cinco de “Vs.” – apenas ratificou a opção por abandonar os discos há 24 anos.

    Fotos: Alessandra Tolc

    Set list Pearl Jam

    1. Release 2. Low Light 3. Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town 4. Go 5. All Night 6. Animal 7. Given to Fly 8. In Hiding 9. Jeremy 10. Corduroy 11. Even Flow 12. Immortality 13. Wishlist 14. Mind Your Manners 15. Lightning Bolt 16. Garden 17. Can’t Deny Me 18. Porch Bis 19. Sleeping By Myself 20. Inside Job 21. Daughter 22. Do the Evolution 23. Black 24. Leaving Here 25. Blood 26. Better Man 27. Alive 28. Rockin’ in the Free World 29. Yellow Ledbetter
    Set list Royal Blood
    1. Where Are You Now? 2. Lights Out 3. Come on Over 4. I Only Lie When I Love You 5. Little Monster 6. Hook, Line & Sinker 7. Hole in Your Heart 8. Loose Change 9. Figure it Out 10. Out of the Black
  • PEARL JAM confirma a gravação de seu novo álbum

    PEARL JAM confirma a gravação de seu novo álbum

    O PEARL JAM confirmou que seu primeiro álbum de estúdio em quase cinco anos está a caminho. Uma música chamada Can’t Deny Me” do próximo disco foi lançada de surpresa, disponível para download para membros ativos do fã clube da banda, e desde então foi disponibilizado para compra no PearlJam.com e através de todas as lojas digitais e serviços de transmissão via internet.

    Can’t Deny Me foi coproduzida pela banda e Brendan O’Brien, e foi gravado em Seattle em fevereiro. A música foi escrita pelo guitarrista Mike McCready e a letra é do vocalista Eddie Vedder. A arte para o single foi criada pelo baixista Jeff Ament e pelo videógrafo Kevin Shuss. A música parece ter como alvo direto o presidente Donald Trump – embora sem mencionar seu nome.

    PEARL JAM inicia uma turnê sul-americana ainda nesta semana, e é uma das atrações confirmadas do festival Lollapalooza Brasil 2018, que acontece nos dias 23, 24 e 25 de março no Autódromo de Interlagos em São Paulo. O PEARL JAM tocará no palco Budweiser no sábado, 24 de março.

  • STONE TEMPLE PILOTS apresenta novo single, “The Art of Letting Go”

    STONE TEMPLE PILOTS apresenta novo single, “The Art of Letting Go”

    O STONE TEMPLE PILOTS lançou The Art Of Letting Go, o terceiro single de seu novo álbum autointitulado, que será lançado em 18 de março. Como Meadow e Roll Me Under, que foram lançadas em novembro e janeiro, respectivamente, a nova trilha apresenta os vocais do cantor Jeff Gutt, que estreou ao vivo como o novo vocalista do STONE TEMPLE PILOTS durante um evento especial da SiriusXM no lendário clube Troubadour em Los Angeles.

    Quando perguntado sobre o que esperar da próxima turnê, o baixista Robert DeLeo disse: “Com tanto tempo e experiência passados ​​nesta vida, nos sentimos obrigados a buscar dentre um catálogo de 30 anos e realmente tentar refletir e escolher quais músicas não foram tocadas ao vivo. Queremos dar às pessoas que vieram nos ver no passado uma chance de ouvir algo que eles não ouviram antes, nos shows anteriores do Stones Temple Pilots. Queremos celebrar este momento das nossas vidas com estes shows”.

    Jeff Gutt, que foi vice-campeão na terceira temporada do reality show musical “THE X FACTOR”, uniu-se originalmente ao STP em setembro de 2016 e se tornou um membro oficial da banda em maio de 2017. Ele passou a maior parte do ano passado secretamente escrevendo e gravando material novo com os companheiros de banda Dean DeLeo, Robert DeLeo e Eric Kretz.

    Robert DeLeo disse que descobriu Gutt enquanto estava na estrada com o HOLLYWOOD VAMPIRES. Ele explicou: “Estávamos tocando em Detroit, de onde o Jeff é. Depois do show, teve um músico que disse: ‘Ei, cara, você deveria conhecer esse cara’. E foi aí que eu ouvi falar dele pela primeira vez.”

    Gutt lembrou de como ele chegou até a audição para a banda, dizendo: “Não consigo lembrar qual música foi, mas uma canção do STONE TEMPLE PILOTS começou a tocar no rádio. Então eu liguei para o meu amigo em Nova York que conhece todo mundo na indústria da música, e perguntei algo como como, ‘ei, eles já encontraram um vocalista?’ E ele respondeu, ‘Você quer saber de uma coisa? Eu vou enviar seu material agora.’ E três dias depois, recebi uma ligação.”

    Gutt acrescentou que sentiu que ele tinha conseguido o trabalho antes mesmo de tentar, explicando: “Você tem que estar confiante… Eu sei o que estou fazendo. Estudei meu ofício. Estudei [o vocalista original do STP] Scott Weiland e as pessoas que Scott estudou, e outros cantores da época. Eu realmente dediquei muito tempo nisso, e se você não está disposto a fazer tudo isso, você não estará no nível necessário para estar ao lado desses caras”.

  • CANDLEBOX: Formação original reunida para show especial

    CANDLEBOX: Formação original reunida para show especial

    Formado no início dos anos 90, o CANDLEBOX se tornou um dos grandes nomes da cena de Seattle (EUA), e seu primeiro disco, Candlebox (1993), se tornou um clássico, rendendo ao grupo a certificação com disco quádruplo de platina.

    Fortemente gravado na memória dos fãs por conta do hit Far Behind, que alcançou a 18ª. posição nas paradas da Billboard Hot 100, o disco, que contou com performances inspiradas de Scott Mercado (bateria), Peter Klett (guitarra), Bardi Martin (baixo) e Kevin Martin (vocal), comemora de 25 anos de seu lançamento em 2018, e por conta dessa data especial, o line-up responsável pelo disco (separado desde a saída do baterista Scott Mercado, em 1997) fará uma única apresentação comemorativa tocando o álbum na íntegra, em 21 de julho próximo no Paramout Theatre, de Seattle.

    Sobre o assunto, o vocalista Kevin Martin comentou na página oficial da banda no Facebook: “Não posso acreditar que tenham passado 25 anos. Parece que ontem nós estávamos tocando o primeiro de nossos três shows lotados no Paramount e poder voltar 25 anos depois para o mesmo local mágico e tocar essas músicas para os nossos fãs é realmente esmagador e arrebatador”.

    Além disso, a atual formação, com Kevin Martin nos vocais, Adam Kury no baixo, Island Stiles e Brian Quinn nas guitarras e Robin Diaz na bateria, se prepara para cruzar os Estados Unidos com a turnê 25 Years of Rock & Still Rolling Tour, que inicia em 25 de janeiro no Michigan, tocando faixas de seu mais recente e sexto disco de estúdio, Disappearing in Aeroports (2016), além de seus principais sucessos do passado.

    Mais Informações:

    https://www.candleboxrocks.com

    https://www.facebook.com/candlebox/

  • MAGNÉTICA: conheça o novo vocalista da banda

    MAGNÉTICA: conheça o novo vocalista da banda

    Com o lançamento oficial do primeiro disco da carreira muito próximo, os músicos da banda Magnética, informam uma mudança no lineup do grupo para 2018.

    O músico e vocalista Elvio Trevisone, responsável pela gravação dos vocais principais do álbum “Homo sapiens brasiliensis, não faz mais parte do grupo e deixa a banda sem qualquer rancor ou magoa. A banda que originalmente foi formada e fundada pelo guitarrista e vocalista Rafael Musa, agora terá em seu fundador a função de guitarrista e vocalista da Magnética.

    Rafael Musa possui vasta experiência como vocalista, sendo frontman de outros grupos na cidade de Bebedouro, como fundador e principal letrista da Magnética, o músico não terá dificuldades de desempenhar sua nova função na banda de forma idêntica ou até mesmo superior que o vocalista anterior.

    Algumas novidades irão surgir no decorrer dos dias, músicas novas e com a vocalização de Musa já estão sendo preparadas para apresentar oficialmente o novo e não tão novo assim, vocalista da banda de Hard/Grunge Magnética.

    Interessados em adquirir o novo álbum “Homo sapiens brasiliensis”, a banda está oferecendo o disco pelo valor de R$20,00 mais frete para todo o Brasil, para saber mais informações, entre em contato com a banda no link abaixo:

    Facebook: https://www.facebook.com/magneticaoficial/

    Formação atual:

    Marcos Ribeiro: Bateria Rafael Musa: Guitarra e voz Anderson Pavan : Contra-baixo Kelson Palharini – Guitarra