Tag: gothic metal

  • THE HEARD (com integrantes do CRUCIFIED BARBARA e DEATHSTARS) lança novo vídeo

    THE HEARD (com integrantes do CRUCIFIED BARBARA e DEATHSTARS) lança novo vídeo

    THE HEARD, a nova banda de rock sueca que conta com a ex-guitarrista do CRUCIFIED BARBARA, Klara “Force” Rönnqvist Fors, a baixista Ida “Evileye” Stenbacka e a baterista Nikki Wicked (Jannicke Lindström) ao lado do baixista do DEATHSTARS, Jonas “Skinny Disco” Kangur e o vocalista Pepper Potemkin, lançou o vídeo oficial para seu novo single, Sirens. A música está disponível no iTunes, Spotify e outras plataformas digitais.

    THE HEARD fez sua estreia ao vivo no festival Where’s The Music em Norrköping, Suécia, em 10 de fevereiro.

    A página do THE HEARD no Facebook descreve o grupo como se tratando de “riffs pesados, canções nebulosas, águas escuras e morte suprema”.

    O CRUCIFIED BARBARA anunciou seu rompimento em junho de 2016, dois anos após o lançamento do quarto álbum da banda, In The Red. O grupo explicou na época que “nossas vidas se separaram e precisamos seguir em frente. Os últimos anos tomaram conta de todos nós e a alegria de tocar juntas se perdeu em algum lugar ao longo do caminho”.

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  • MOONSPELL – São Paulo/SP, 26 de Abril de 2018

    MOONSPELL – São Paulo/SP, 26 de Abril de 2018

    Por Heverton Souza

    E mais uma vez os irmãos lusitanos do Moonspell vieram ao Brasil para divulgar um novo álbum, desta feita, “1755”, disco temático que trata do Cismo de Portugal, acontecido no ano que nomeia o material, sendo o primeiro cantando inteiro na língua natal da banda. Tendo em vista a excelente repercussão do disco e o fato de ser cantando todo em português, uma forte expectativa se criou em torno dos shows, que prometiam ser dos mais intensos da banda em nosso país.

    Numa noite de quinta-feira, Fernando Ribeiro, Ricardo Amorim, Pedro Paixão, Aires Pereira e Mike Gaspar, subiram ao palco do Carioca Club com a fácil missão de trazer o terremoto de sua música ao público paulistano. Fácil, porém nem tanto! A verdade é que os portugueses não dão muita sorte com datas no Brasil, sempre tocando em dias de semana, exemplo do show anterior realizado em São Paulo, no ano de 2015, no qual a banda tocou em um teatro, numa segunda-feira. Se isso tem mesmo tamanha influência como possa se pensar, é difícil definir, mas que tem alguma influência na presença do público de seus shows, tem.

    Dito isso, poucos minutos após às 21h, menos da metade da lotação da casa se fazia presente para a entrada da banda. Ao som da nova versão de Em Nome do Medo, o Moonspell tomava as atenções de todos, em especial o vocalista Fernando Ribeiro, com um visual bastante carregado e segurando uma lamparina. A música começou em sua versão 2018 e logo ganhou a banda inteira executando sua versão original, advinda do álbum Alpha Noir (2012) com todo peso e clima sombrio. A banda seguiu com a faixa 1755, In Tremor Dei e Desastre. Já era impressionante a interação do público com as faixas novas. A identificação com a língua deu muita força ao show e todos cantavam muito empolgados.

    Ouvir os primeiros acordes de Night Eternal arrepiam, mas é em seu refrão que sentimos toda aura pesada da banda e um dos melhores momentos da apresentação. O anúncio de Opium ainda empolga aos velhos fãs, mesmo sendo ela a “Paranoid” (Black Sabbath) do Moonspell, logo emendada por Awake que teve seu refrão cantado por todos os presentes. Opium e Awake forma uma clássica sequência de músicas do álbum Irreligious.

    Em palco, um dos principais compositores da banda, Pedro Paixão, agitava muito aos teclados, Mike Gaspar sentando o braço com seu estilo mais percussivo e Aires Pereira mantendo o peso, afinal, o som de baixo estava sensacional. A banda definiu de vez tocar com apenas uma guitarra, que é comandada de forma impecável por Ricardo Amorim e seu bigode lusitano. Aliás, um adendo sobre a guitarra do show, que começou com um volume perfeito e depois foi levemente abaixada.

    Ricardo Amorim

    E o que falar de Fernando Ribeiro? Além de ser um frontman incrível, de uma voz potente e única, Fernando é uma simpatia e sempre conversa com o público paulista com muita naturalidade. Tudo bem que às vezes é difícil de entender algumas palavras do português lusitano dele, mas isso não diminui a atenção que ele nos dá.

    Após mais uma música nova, Ruínas, outra sequência de álbum, dessa vez com Breath e Extinc”, relembrando a última passagem da banda pelo país. De volta ao 1755, talvez o ápice do show com a execução de Evento e Todos os Santos, nesta com Fernando empunhando uma cruz com uma mira a laser, que era apontada ao público. E como cantaram juntos os paulistas! Um momento arrepiante!

    Em mais uma de suas trocas de roupa, Fernando veio ao melhor estilo Nosferatu, com capa e tudo, para a execução da climática Vampiria, que teve uns momentos de andamento estranhos vindos de Mike, mas acompanhados com perfeição pela banda.

    Em seguida do hino Alma Mater, uma das que mais emociona os fãs mais antigos e recentes nos shows da banda. Nessa, Fernando desceu do palco e foi cantar em meio ao público da grade ali na pista. Um dos momentos mais esperados da noite era o da banda tocando o cover de Laterna dos Afogados, dos brasileiros do Paralamas do Sucesso. Mais uma vez segurando sua lamparina, Fernando e Cia., fecharam o set, com essa versão incrível que deu ainda mais sentido à letra.

    Pic By Fernando Pires / www.flpires.com.br

    Aquela pausa clichê e todos voltam para o encore com a pesada Everything Invaded” (uma das que a segunda guitarra faz mais falta), e duas surpresas para público paulista: Scorpion Flower e Ataegina, uma faixa bônus do álbum Wolfheart que é um típico Folk Português.

    Fernando saúda os paulistas, fala que se sente em casa no Brasil, agradece e diz que vai embora executando a música que sempre encerra os shows deles – Full Moon Madness. Assim foi mais uma apresentação do Moonspell na Terra da Garoa.

    Uma pena a banda não ter contado com um público maior, mas era nítido que estavam todos felizes, banda e fãs, pois realmente foi uma noite que ficará marcada para ambos.

    SET LIST Em nome do medo 1755 In Tremor Dei Desastre Night Eternal Opium Awake! Ruínas Breathe (Until We Are No More) Extinct Evento Todos Os Santos Vampiria Alma Mater Lanterna dos Afogados (Os Paralamas do Sucesso cover) Encore: Everything Invaded Scorpion Flower Ataegina Full Moon Madness
  • CREMATORY divulga novo clipe, “Stay With Me”

    CREMATORY divulga novo clipe, “Stay With Me”

    A banda alemã de gothic metal CREMATORY disponibilizou seu novo video, Stay With Me, e você pode conferi-lo abaixo. A música é parte do 13° disco da banda, Oblivion, que será lançado no dia 13 de abril, via Steamhammer.

    “Em particular, o som e a seleção de músicas refletem o impacto que nossos três novos integrantes tiveram na banda”, comenta o baterista Markus Jüllich. “Tosse [Basler] é um fantástico guitarrista rítmico, que adiciona ainda mais diversidade ao material com seus vocais limpos, e nosso guitarrista Rolf [Munkes] aprimora o disco com seus solos. Jason [Matthias, baixo] adicionou muito impulso às frequências mais graves, e é por isso que conscientemente optamos por uma mixagem alta das partes de baixo.”

    O CREMATORY raramente soou tão multifacetado e atemporal como neste Oblivion. As marcas clássicas do grupo, como os profundos vocais rosnados de Felix Stass, ainda estão presentes, ao mesmo tempo em que novas influências enfatizam seu grande potencial comercial. Markus Jüllich declara: “Até agora, tivemos um lema especial para definir a direção de cada um dos nossos álbuns, mas Oblivion simplesmente combina todas as nossas forças e experiências. Ao longo dos anos, aprendemos a misturar estilos diferentes ao nosso som típico, sem nunca perder de vista a importância de tocar de uma forma que beneficie a nossa música. O lema “menos é mais” aplica-se às nossas composições, cem por cento. Canções do CREMATORY nunca se perdem em efeitos exagerados, mas sempre vão até o fim. Isto talvez se deva, em parte, ao fato de que sempre permanecemos com os pés no chão”.

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  • MOONSPELL inicia turnê pela América Latina com grande show na Colômbia

    MOONSPELL inicia turnê pela América Latina com grande show na Colômbia

    A banda portuguesa Moonspell, um dos grupos mais cultuados e respeitados do atual cenário do heavy metal mundial, já desembarcou na América Latina para mais uma importante e longa turnê. O grupo fez grande apresentação, na noite de ontem, em Bogotá (COL), com poderoso setlist com sons mais pesados e sombrios da carreira.

    Três anos após histórica performance no ROCK IN RIO 2015, o grupo toca, nesta quinta-feira (26/04), no palco do Carioca Club, em São Paulo. O novo show celebra 26 anos de sucesso com importantes clássicos da gloriosa carreira de Fernando Ribeiro (vocalista), Ricardo Amorim (guitarra), Pedro Paixão (guitarra), Aires Pereira (baixo) e Mike Gaspar (bateria), além das principais composições do magnifico novo álbum “1755” (Napalm Records).

    Os ingressos continuam à venda pelo site do Clube do Ingresso (https://www.clubedoingresso.com/moonspell-sp) e pontos autorizados em Barueri, Carapicuíba, Jandira, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul, São José do Rio Preto, Curitiba e Rio de Janeiro (https://www.clubedoingresso.com/ondecomprar). Mais informações no serviço abaixo.

    O repertório executado em Bogotá e que deve seguir nesta excursão foi o seguinte:
    Em nome do medo
    1755
    In Tremor Dei
    Desastre
    Night Eternal
    Opium
    Awake!
    Ruínas
    Breathe (Until We Are No More)
    Extinct
    Evento
    Todos Os Santos
    Vampiria
    Alma Mater
    Everything Invaded
    Mephisto
    Full Moon Madness

    Com o prestigio de sempre estar realizando longas turnês e participar dos principais festivais da Europa, o Moonspell apresenta o explosivo novo álbum “1755”, uma intensa dramaturgia conceitual, inteiramente cantada em português e criada para retratar o terremoto que devastou Lisboa, que aliado a incêndios e tsunami, praticamente destruiu a capital portuguesa e seus arredores.

    O disco, produzido por Tue Madsen (Meshuggah, The Haunted, Dark Tranquility, Dir En Grey, Die Apokalyptischen Reiter) também apresenta Paulo Bragança, fazendo os vocais sobrenaturais como um anjo caído saindo de um Fado, algo muito frequente na cultura portuguesa. Seus vocais fascinantes são apresentados em “In Tremor Dei” (“Fear Of God”). O repertório também inclui uma versão dark para a clássica “Lanterna dos Afogados” do Paralamas do Sucesso.

    “1755″ traz 10 faixas potentes, que de longe lembrarão trabalhos anteriores como o debut “Under The Moonspell” ou “Alpha Noir”, mas que apresentam, sobretudo, um Moonspell como nunca se ouviu antes, com o fogo de seu idioma nativo e 900 anos de história para revelar.

    “1755” é um disco de raiz Metal, com riffs vibrantes, orquestrações épicas e vozes e letras que testemunham a agonia daquele dia. A banda preocupou-se também em recriar a época, existindo uma fusão com elementos percussivos e melódicos que remete para os fins do século e para a atmosfera que se vivia na capital portuguesa na altura.

    Links relacionados:
    https://www.facebook.com/moonspellband
    https://www.facebook.com/overloadbrasil
    https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

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  • Confira “Desastre”, novo vídeo do MOONSPELL

    Confira “Desastre”, novo vídeo do MOONSPELL

    Desastre, o novo vídeo dos portugueses do MOONSPELL, pode ser visto abaixo. A música é parte do mais recente álbum da banda, 1755, que foi lançado em novembro passado pela Napalm Records, e que acaba de receber uma versão nacional. O disco, especialmente escrito em língua portuguesa, aborda o terremoto de Lisboa ocorrido em 1755, também conhecido como o Grande Terremoto de Lisboa, que ocorreu no Reino de Portugal. Em combinação com os incêndios subsequentes e um tsunami, o terremoto destruiu quase totalmente Lisboa e áreas adjacentes.

    O vocalista, Fernando Ribeiro, falou recentemente sobre o álbum:

    “Tivemos uma resposta muito boa”, declarou o vocalista. “Às vezes, as coisas são um pouco mais cínicas, mas, obviamente, não é tudo em preto e branco. [Algumas] pessoas adoram e [outras] pessoas não acharam que fosse tão especial. Eu acho que nosso objetivo como banda foi o de contar a história do terremoto de Lisboa em 1755, uma história sobre Portugal. Não podíamos prever que a história seria para algumas pessoas quase uma ficção, mas realmente aconteceu em nosso país, 262 ou 263 anos atrás. Se você me perguntar, eu definitivamente esperava isso, pois era um álbum em português, então você nunca sabe. Eu acho que as pessoas gostaram, e, de certa forma, isto validou nosso esforço em contar a história, porque o álbum é em português, você é da República Tcheca, e o disco não está narrando a história em inglês. Poderia haver mais barreiras linguísticas, mas as pessoas entenderam que é um álbum conceitual que teve que ser cantado em português. Esse foi provavelmente o maior ponto de interrogação. Penso que ainda é um álbum do MOONSPELL. É muito intenso, é muito dramático. Como eu disse, está tudo orientado para contar histórias com a música, então eu estou muito feliz que as pessoas gostem”.

    Seguindo adiante com a temática de 1755, Fernando abordou também o aspecto teatral dos shows do MOONSPELL para esta nova turnê:

    “Espero que não fique muito cafona. Penso que 1755 tem muito a ver com o teatro. Essa foi uma das referências que usei. Não fazer uma ópera metal ou uma ópera rock, acho que isso é algo grandioso demais para nós, de certa forma. Mas, teatro à maneira do antigo teatro grego, com um coro, com alguém narrando, com alguém atravessando as ruínas com música que identifica os elementos naturais, mas também os elementos das ruas, então, acho que é definitivamente mais teatral. Eu realmente não sei o que isso significa, é apenas algo que fazemos.”

    “Tocamos mais de 1755 do que qualquer outro álbum nesta turnê”, ele continua. “Mas, é um show que desenhamos na nossa mente para levar a história para as pessoas. Sim, é um show de metal, elas podem bater cabeça, elas podem fazer ‘mosh’, mas espero que não inventem nada para o terremoto como fizeram pelos Vikings. Você vê milhares de pessoas, ou centenas de pessoas, e isso é uma coisa com que ainda tenho que me acostumar [referindo-se ao “Viking rawing” que às vezes acontece durante os shows do AMON AMARTH]. Sim, levar as pessoas para algo mais dramático ou teatral, é exatamente o que tentamos fazer na turnê 1755.”

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  • Confira a nova música do CREMATORY, “Cemetary Stillness”

    Confira a nova música do CREMATORY, “Cemetary Stillness”

    A banda alemã de gothic metal CREMATORY disponibilizou um novo ‘lyric video’, para a faixa Cemetary Stillness, e você pode conferi-lo abaixo. A música é parte do 13° disco da banda, Oblivion, que será lançado no dia 13 de abril, via Steamhammer.

    “Em particular, o som e a seleção de músicas refletem o impacto que nossos três novos integrantes tiveram na banda”, comenta o baterista Markus Jüllich. “Tosse [Basler] é um fantástico guitarrista rítmico, que adiciona ainda mais diversidade ao material com seus vocais limpos, e nosso guitarrista Rolf [Munkes] aprimora o disco com seus solos. Jason [Matthias, baixo] adicionou muito impulso às frequências mais graves, e é por isso que conscientemente optamos por uma mixagem alta das partes de baixo.”

  • EVANESCENCE: “Lost Whispers” ganhará versão em vinil para o Record Store Day

    EVANESCENCE: “Lost Whispers” ganhará versão em vinil para o Record Store Day

    A Craft Recordings lançará Lost Whispers do EVANESCENCE no Record Store Day, a celebração anual das lojas de discos independentes, que acontece este ano no sábado, 21 de abril. Apresentado em vinil azul translúcido e limitada a 2.500 cópias, essa será a primeira vez que Lost Whispers está disponível em vinil e em versão independente, ou seja, não como parte de outro lançamento.

    O álbum Lost Whispers reúne faixas bônus, B-sides e raridades do EVANESCENCE, incluindo uma versão de estúdio de Lost Whispers, comumente utilizada na abertura dos shows da banda, além de uma íntima regravação de uma das primeiras canções do grupo Even In Death (2016) (originalmente apresentado no álbum/demo Origin, de 2000).

    EVANESCENCE e a aclamada violinista Lindsey Stirling embarcarão em uma turnê conjunta de verão (inverno no Brasil) em toda a América do Norte. O giro, produzido pela Live Nation, começará no dia 6 de julho em Kansas City, Missouri, no Starlight Theatre e fará paradas em 31 cidades norte-americanas. A turnê encerrará o 8 de setembro em Ridgefield, Washington, no Sunlight Supply Amphitheater.

    As apresentações de ambos artistas serão acompanhadas por uma orquestra completa, destacando a musicalidade das bandas e suas incríveis habilidades de desempenho que continuam a deixar os fãs atônitos.

    Lindsey Stirling colaborou na música Hi-Lo, presente no álbum mais recente do EVANESCENCESynthesis, onde a violinista mostrou toda a sua habilidade em um solo virtuoso. Synthesis foi lançado em novembro. O disco vê muitas das músicas da EVANESCENCE reestruturadas de novas maneiras, incorporando elementos orquestrais e eletrônicos nas composições originais.

    Confira o tracklist de Lost Whispers: A1: Lost Whispers A2: Even In Death (2016) A3: Missing A4: Farther Away A5: Breathe No More A6: If You Don’t Mind B1: Together Again B2: The Last Song I’m Wasting On You B3: A New Way To Bleed B4: Say You Will B5: Disappear B6: Secret Door  
  • Confira o clipe de “Salvation”, nova música do CREMATORY

    Confira o clipe de “Salvation”, nova música do CREMATORY

    Salvation, o novo vídeo da banda de gothic metal alemã CREMATORY, pode ser visto abaixo. A música é parte do próximo álbum da banda, Oblivion, que será lançado no dia 13 de abril.

    Recentemente os alemães divulgaram uma longa nota em sua página do Facebook, em que convocam os fãs para comprarem cópias físicas do novo álbum, além de ingressos para os vindouros shows da turnê germânica de divulgação de Oblivion, condição a qual, se não cumprida, resultaria no fim da banda. Confira:

    “O fim do CREMATORYOblivion será o último álbum de estúdio, e a turnê em maio, o final?

    “O novo álbum de estúdio da CREMATORYOblivion, será lançado na sexta-feira, 13 de abril de 2018. Estamos planejando promover o álbum com uma turnê, que começará em 27 de abril de 2018 e continuará durante todo o mês de maio na Alemanha. Isso só acontecerá se vocês fãs levantarem seus rabos preguiçosos e começarem a comprar os ingressos para os shows anunciados. As pré-vendas são horríveis e cancelaremos a turnê completamente se os números não aumentarem radicalmente.

    “O mais importante é que você compre nosso novo disco em CD ou vinil duplo, pois quando eu olho para nossas estatísticas de vendas, eu poderia começar a vomitar! Hoje nós vendemos muito mais downloads e streams do que o produto original, e esta será a morte de todas as bandas, porque você quase não ganha dinheiro a partir desta merda em comparação ao que consegue levantar com o CD. Então, de fato, uma banda dificilmente ganhará dinheiro suficiente para colocar um bom álbum no mercado.

    “O pior é que a transmissão no iTunes, Spotify, Deezer, Napster e todas as outras plataformas de merda não pagam nada para a banda. Nosso último álbum, Monument, teve 1,5 milhão de streams e não vendemos nem 1% disso em vinil ou CD’s originais.

    “Isso não pode continuar assim! Não é apenas o CREMATORY quem está sofrendo com tudo isso, mas só nós temos bolas para nos defender e dizer a verdade. Acordem, metalheads, e comecem a honrar o valor da música de verdade e voltem a comprar os produtos. Nós não queremos música apenas sendo armazenados em HD’s, USB’s e cartões SD em qualidade de MP3 miserável.

    “Esperamos que vocês entendam o quanto isso é importante para nós, porque lhe daremos algo especial com o novo álbum, Oblivion, então, pense duas vezes antes de comprar o download de merda ou o steam ainda pior.

    “Todo CD e LP vem com um vale de mercadorias de € 10 que você pode usar em nossos shows ou em nossa loja no site do CREMATORY. Isso faz com que cada CD ou LP incluindo o vale seja ainda mais barato do que um download e você obtém um ótimo digipack com livreto, letras, fotos e poster.

    “Então, por favor, queridos fãs, comprem CDs e LPs e esqueçam os downloads, porque, de outra forma, não haverá outro álbum do CREMATORY. Não faça de Oblivion o álbum final e nos dê seu apoio na tour. Comecem a comprar os ingressos agora, então poderemos ter ótimos shows juntos. Mesmo depois de 27 anos de CREMATORY, ainda estamos com fome para continuar, mas tudo isso está em suas mãos.

    Acredite em você e especialmente em CREMATORY!”

  • CREMATORY ameaça aposentaria caso “fãs preguiçosos” não comparecerem aos shows

    CREMATORY ameaça aposentaria caso “fãs preguiçosos” não comparecerem aos shows

    A banda alemã de gothic metal CREMATORY chamou a atenção com uma postagem um tanto quanto curiosa em sua página no facebook. Nela, a banda chama seus fãs de ‘preguiçosos’, e ainda ameaça o encerramento das atividades da banda caso os fãs não compareçam aos shows e comprem o novo álbum Oblivion, que tem lançamento marcado para o dia 13 de abril. Confira:

    “O fim do CREMATORY? Oblivion será o último álbum de estúdio, e a turnê em maio, o final?

    “O novo álbum de estúdio da CREMATORY, Oblivion, será lançado na sexta-feira, 13 de abril de 2018. Estamos planejando promover o álbum com uma turnê, que começará em 27 de abril de 2018 e continuará durante todo o mês de maio na Alemanha. Isso só acontecerá se vocês fãs levantarem seus rabos preguiçosos e começarem a comprar os ingressos para os shows anunciados. As pré-vendas são horríveis e cancelaremos a turnê completamente se os números não aumentarem radicalmente.

    “O mais importante é que você compre nosso novo disco em CD ou vinil duplo, pois quando eu olho para nossas estatísticas de vendas, eu poderia começar a vomitar! Hoje nós vendemos muito mais downloads e streams do que o produto original, e esta será a morte de todas as bandas, porque você quase não ganha dinheiro a partir desta merda em comparação ao que consegue levantar com o CD. Então, de fato, uma banda dificilmente ganhará dinheiro suficiente para colocar um bom álbum no mercado.

    “O pior é que a transmissão no iTunes, Spotify, Deezer, Napster e todas as outras plataformas de merda não pagam nada para a banda. Nosso último álbum, Monument, teve 1,5 milhão de streams e não vendemos nem 1% disso em vinil ou CD’s originais.

    “Isso não pode continuar assim! Não é apenas o CREMATORY quem está sofrendo com tudo isso, mas só nós temos bolas para nos defender e dizer a verdade. Acordem, metalheads, e comecem a honrar o valor da música de verdade e voltem a comprar os produtos. Nós não queremos música apenas sendo armazenados em HD’s, USB’s e cartões SD em qualidade de MP3 miserável.

    “Esperamos que vocês entendam o quanto isso é importante para nós, porque lhe daremos algo especial com o novo álbum, Oblivion, então, pense duas vezes antes de comprar o download de merda ou o steam ainda pior.

    “Todo CD e LP vem com um vale de mercadorias de € 10 que você pode usar em nossos shows ou em nossa loja no site do CREMATORY. Isso faz com que cada CD ou LP incluindo o vale seja ainda mais barato do que um download e você obtém um ótimo digipack com livreto, letras, fotos e poster.

    “Então, por favor, queridos fãs, comprem CDs e LPs e esqueçam os downloads, porque, de outra forma, não haverá outro álbum do CREMATORY. Não faça de Oblivion o álbum final e nos dê seu apoio na tour. Comecem a comprar os ingressos agora, então poderemos ter ótimos shows juntos. Mesmo depois de 27 anos de CREMATORY, ainda estamos com fome para continuar, mas tudo isso está em suas mãos.

    Acredite em você e especialmente em CREMATORY!”

    Markus Jüllich
  • SHARON DEN ADEL apresenta seu projeto solo MY INDIGO com a música “Crash and Burn”

    SHARON DEN ADEL apresenta seu projeto solo MY INDIGO com a música “Crash and Burn”

    O video oficial de Crash And Burn, uma nova música do projeto solo de Sharon Den Adel, vocalista da banda holandesa WITHIN TEMPTATION, nomeado MY INDIGO, pode ser visto abaixo. A faixa é parte do álbum de estreia autointitulado do MY INDIGO, que será lançado no dia 20 de abril.

    A cantora anunciou a existência do novo projeto através de uma mensagem de vídeo no Facebook, na qual descreveu o material do MY INDIGO como “muito pessoal” e revelou que a composição das músicas era uma experiência terapêutica que ajudava a lidar com uma “crise” familiar não revelada.

    Ela disse em um comunicado: “Durante muitos anos estamos fazendo turnês, e toda vez que chegamos em casa, eu costumava começar a escrever músicas quase que imediatamente e estava feliz em fazê-lo. Após a última turnê, tentei fazer o mesmo, mas não foi a mesma coisa. Eventualmente, encontrei-me numa crise maior do que simplesmente não poder escrever músicas. Os anos de turnê e trabalho sob uma certa pressão tiveram seu impacto e, além disso, havia coisas na minha vida pessoal com as quais eu tinha que lidar”.

    “Eu realmente me demorei, mas quando comecei a escrever novamente, era algo totalmente diferente de WITHIN TEMPTATION, mas era o que eu precisava e abracei. Uma música levou a outra e se transformou em um álbum inteiro. Eu dei um nome, e é chamado MY INDIGO. MY INDIGO é sobre a minha jornada nos últimos anos, e eu gostaria de compartilhar com vocês.

    “O MY INDIGO não é nem um pouco parecido com o WITHIN TEMPTATION e realmente não era para ser. Eu, antes de mais nada, escrevi para mim, mas, no entanto, espero que você aproveite também”.