Após 21 anos, o Flesh Grinder nos presenteia com esta epopeia da mais pura brutalidade. Este relançamento, muito bem feito, vem com capa nova e com um encarte muito bem elaborado contendo todas as letras e informações.
Ao introduzir o cd no player logo vem uma pútrida intro “Cerebral Draw” que é seguida da ótima faixa OPHTALMOLOGIC LACERATION IN AN INSANE MORIBUND… para os fãs mais antigos desta banda este é um material histórico e para os novos fãs esta é uma oportunidade de ter em suas coleções este verdadeiro clássico do Gore/Grinder Nacional.
Destaco a faixa ANATOMY IN SURGERY que também nomeia este trabalho e traduz maravilhosamente a proposta da banda que se mantem fiel ao estilo até os dias de hoje.
Ainda houve uma preocupação da banda e do selo mantendo a capa original em um luxuoso slipcase, e junto com o CD ainda vem um belíssimo poster comemorativo e um adesivo.
E para finalizar, este CD traz uma versão maravilhosa e muito podre da clássica “SLOWLY WE ROT” do grande Obituary.
Tag: goregrind
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![FLESH GRINDER – Anatomy & Surgery [8,0/10]](https://roadiecrew.ribaweb.com/wp-content/uploads/2026/07/tn_capa.jpg)
FLESH GRINDER – Anatomy & Surgery [8,0/10]
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![RESURRECTED – Resurrected [8,0/10]](https://roadiecrew.ribaweb.com/wp-content/uploads/2026/07/Resurrected-Resurrected-2017-1.jpg)
RESURRECTED – Resurrected [8,0/10]
Relegados ao underground, aquele reino fabuloso repleto dos mais talentosos ‘cães vadios’ e ‘seres abjetos’ do mundo da música, este RESURRECTED já contém uma solidez incrível em sua carreira, onde agora sete discos completos de estúdio dividem espaço com um ao vivo, e mais uma série de EP’s. E não pense que estes alemães são bons apenas em quantidade, pois a qualidade do produto aqui ouvido está acima da média, e isso em um ano que não faltam boas opções no death metal (o álbum é de 2017). A parte boa é que logo de cara Hellcome tem aquela pegada que conhecemos do debut Raping Whores (1998), ou seja aquela vocação grind que você sente logo nos primeiros segundos, enquanto The Overkill to Dwell parece ter saído do melhor de todos, o imbatível Butchered in Excrement (2001), época em que o som dos caras se aproximava muito do grind tcheco. Não pense que o melhor está apenas no início do álbum e que depois a coisa decai, pois não é o caso. É pedrada até o fim, ouça a serenidade de Necronynphomanic e a midtempo Fathomless Creation e comprove.