Tag: frankie banali

  • Em meio à pandemia, QUIET RIOT fez seu primeiro show após a morte de FRANKIE BANALI

    Em meio à pandemia, QUIET RIOT fez seu primeiro show após a morte de FRANKIE BANALI

    Realmente, há quem esteja “decretando” o fim da pandemia, sem nem ao menos termos uma vacina disponível para o combate ao COVID-19. O Quiet Riot, por exemplo, voltou aos palcos e fez seu primeiro show após a morte do baterista e líder da banda, Frankie Banali, que faleceu em agosto por complicações ligadas ao seu câncer no pâncreas.

    Contando agora com Johnny Kelly (Danzig, Type O Negative) na bateria, o Quiet Riot, que hoje é basicamente uma banda cover de si mesma, sendo completado por Jizzy Pearl (vocal), Alex Grossi (guitarra) e Chuck Wright (baixo), se apresentou no Grand Stage Amphiteatre em Urich, no Missouri (EUA), no último dia 9 de outubro, pelo festival Rock Mock Weekend.

    Confira abaixo, no canal do próprio Chuck Wright (cortesia de Craig Frank), um vídeo do Quiet Riot tocando o hit Metal Health (Bang Your Head), do clássico álbum Metal Health (1983), no show em questão:

    Embora muita gente não seja favorável à continuidade da banda sem seu saudoso baterista, os membros remanescentes afirmam que “era o desejo de Frankie Banali que a banda continuasse e mantivéssemos a música e o legado vivos”.

    O experiente Johnny Kelly, ex-Type O Negative e Danzig, assumiu o posto do falecido Frankie Banali para cumprir a agenda de shows do Quiet Riot

    Questionado recentemente pelo podcast Music Mania sobre a escolha por Johnny Kelly, Grossi disse: “Quando Frankie adoeceu, um dos primeiros telefonemas que ele me fez foi sobre conseguir um baterista substituto. E Johnny e eu trabalhamos juntos (até hoje) na banda Hookers & Blow, banda cover que fazemos para nos divertir. E ele fez todo o sentido, em muitos níveis, porque ele não está totalmente entrelaçado na cena musical de LA (Los Angeles) e realmente não se envolve com fofoca e isso e aquilo. Porque, lembre-se, Frankie  não foi à público (falar) sobre seu câncer até vários meses após o diagnóstico”, explicou.

    Johnny, é uma família para mim, e Frankie e ele eram amigos. Ele definitivamente pode preencher o papel no palco e fora dele; É um profissional total e um amigo. Funcionou muito bem, porque o primeiro show que Frankie perdeu foi em Dallas, Texas, que é aonde Johnny Kelly mora. Então, pudermos voar, fazer uma música na passagem de som e, em seguida, fazer o teste de fogo, o show inteiro. Ele nunca havia tocado conosco antes. E Chuck e nosso vocalista nunca o conheceram. Então, definitivamente foi um momento tipo “fazer com a cara e a coragem”, mas Johnny atendeu às expectativas e estamos gratos por ele estar à bordo para nos ajudar”, completou.

    O saudoso Frankie Banali, a alma do Quiet Riot, apoiou a continuidade da banda com outro baterista em seu lugar

    Sobre as conversas que Frankie e os demais integrantes tiveram sobre o Quiet Riot prosseguir sem ele, Alex disse: “Não houve nenhuma conversa específica. Foi apenas: ‘Continuem. Negócios, como de costume’. Não vamos perder nenhuma data. Não faremos nada disso. Vamos manter a banda rolando. Frankie colocou tanto de sua vida na construção, ajudando a construir, mantendo a banda, (mesmo) passando por bons e maus momentos – anos 80, 90, 2000 –, se você pensar bem, esse (o grupo) é o bebê dele, seu legado. E quanto a realidade é a de que você não vai mais estar por perto, você ainda quer que seu bebê e seu legado cresçam, e basicamente isso sempre foi uma coisa não escrita. Estou muito feliz”.

    Grossi continuou: “Tenho muito orgulho em saber que conseguimos no ano passado e estamos avançando da maneira que ele queria e entregado um grande show para as pessoas. Para que eu encontre conforto. Então, isso tem sido positivo”.

    Entre 2019 e 2020, Banali foi substituído por Kelly ou então por Mike Dupke do W.A.S.P., dependendo da disponibilidade de cada músico. Os shows do ano passado foram os primeiros do Quiet Riot sem contar com nenhum dos integrantes de sua formação clássica, ou seja, Banali, o vocalista e também saudoso Kevin DuBrow, o guitarrista Carlos Cavazo e o baixista Rudy Sarzo.

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  • HOOKERS & BLOW lança cover do LED ZEPPELIN gravado com FRANKIE BANALI

    HOOKERS & BLOW lança cover do LED ZEPPELIN gravado com FRANKIE BANALI

    O Hookers & Blow, projeto capitaneado por Dizzy Reed, tecladista do Guns N’ Roses e pelo guitarrista da última formação do Quiet Riot, Alex Grossi, acaba de disponibilizar a sua versão para a música Trampled Underfoot, gravada originalmente pelo Led Zeppelin em seu clássico sexto álbum de estúdio Physical Graffiti, de 1975. Trampled Underfoot, quarto single de um álbum de covers que será lançado pelo Hookers & Blow ainda em 2020 através da Golden Robot Records, tem como atrativo a participação de Frankie Banali, baterista do Quiet Riot, que faleceu de câncer no último dia 20 de agosto, aos 68 anos de idade. Além de Banali, o single traz também o baixista Mike Duda do W.A.S.P. como convidado. Ouça:

    A versão do Hookers & Blow para Trampled Underfoot foi gravada com distanciamento social por conta da pandemia do novo Coronavírus. Parte dos lucros do single, dedicado à Banali, será doada para a Pancreatic Cancer Action Network (PanCAN).

    O guitarrista Alex Grossi comentou: “Essa música foi adicionada ao nosso set ao vivo durante nossa primeira apresentação no Whiskey A Go Go em 2013 para Frankie Banali vir e tocar. Quando chegou a hora de escolher os covers do álbum, naturalmente tínhamos esse na lista, com Frankie na bateria”.

    O álbum, ainda sem título revelado, foi produzido por Alistair James, que trabalhou no último álbum do Hollywood Vampires, projeto paralelo de Alice Cooper, junto com Joe Perry e o ator e guitarrista Johnny Depp.

    Da esq. p/ a dir.: Dizzy Reed, Frankie Banali, Mike Duda e Alex Grossi

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  • Morre FRANKIE BANALI, baterista do QUIET RIOT, ex-W.A.S.P.

    Morre FRANKIE BANALI, baterista do QUIET RIOT, ex-W.A.S.P.

    Aos 68 anos de idade, morreu na noite de ontem (20), em Los Angeles, onde estava com sua esposa Regina e sua filha Ashley, o baterista Frankie Banali do Quiet Riot. Desde 2019, Banali disputava uma árdua batalha contra o câncer no pâncreas (estagio 4), que lhe causou severos danos, inclusive metastizando seu fígado.

    A família de Frankie deixou a seguinte mensagem:

    “Ele viveu para tocar ao vivo e performar para milhares de fãs ao redor do mundo ao longo de sua carreira. Travou uma batalha inspiradoramente corajosa de 16 meses até o fim e continuou a tocar ao vivo o máximo que pôde. A quimioterapia padrão parou de funcionar e uma série de derrames impossibilitou a continuação de um ensaio clínico. Ele acabou perdendo a luta às 19h18 do dia 20 de agosto em Los Angeles, cercado por sua esposa e filha”.

    Banali já não estava mais otimista quanto no início do tratamento, e em entrevista recente ao Of Personal Interest, declarou: “Acho que sempre fez parte do meu DNA, de minha composição psicológica. Sempre disse às pessoas que não sou otimista ou pessimista. Sou realista. Olho para os fatos como eles me são apresentados e tento examinar essas informações o máximo possível, porque mesmo com todos os avanços que foram feitos na medicina em relação ao câncer, não houve muito progresso quanto ao câncer de pâncreas. Não há dúvida sobre o que acabará me matando. A única questão realmente é, quando isso acontecerá?”

    Nascido no dia 14 de novembro de 1951, em Queens, Nova Iorque (EUA), Banali fez fama com o Quiet Riot, porém integrou também as bandas W.A.S.P., Heavy Bones, Blackthorne, e ajudou outras como, por exemplo, o Faster Pussycat.

    Carlos Cavazo, Frankie Banali, Kevin DuBrow e Rudy Sarzo, formação levou o Quiet Riot ao sucesso mundial

    Banali vinha comandando o Quiet Riot nos últimos anos, sendo o único integrante mais antigo do grupo, que já teve em suas fileiras Kevin DuBrow (vocal), o influente guitarrista Randy Rhoads, seu substituto nas seis cordas Carlos Cavazo e o baixista Rudy Sarzo. O último álbum do Quiet Riot foi Hollywood Cowboys, de 2019. A história da banda foi contada no documentário Quiet Riot: Well Now You’re Here, There’s No Way Back, de 2015, que foi dirigido pela esposa de Banali, Regina Russell.

    Além de ser porta-voz da Pancreatic Cancer Action Network, Banali era um apaixonado defensor do resgate de animais. Doações em seu nome podem ser incentivadas para as organizações Fixnation.org , Aspca.org , Pancan.org ou Children.org.

    Fotos: Ricardo Ferreira

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  • FRANKIE BANALI (QUIET RIOT) segue lutando contra o câncer

    FRANKIE BANALI (QUIET RIOT) segue lutando contra o câncer

    O lendário Frankie Banali, baterista do Quiet Riot, ex-W.A.S.P., Faster Pussycat, Blackthorne e Heavy Bones, continua batalhando (agora na quarta etapa) contra o câncer em seu pâncreas. No último dia 15 de maio, através de suas redes sociais, Banali publicou uma foto sua, totalmente sem cabelos, além de uma mensagem atualizando os fãs sobre o atual status de sua saúde, além de agradecê-los pela ajuda financeira para os devidos tratamentos.

    Em sua mensagem, Banali disse:

    “Gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos e cada um de vocês que contribuíram para a minha saúde no GoFundMe. Saiba que você está me ajudando, a poder estar apto a continuar minha miríade de tratamentos do câncer e prolongando minha vida. Obrigado, do fundo do meu coração!

    Para atualizar à todos, como vocês podem ver, a quimioterapia levou meu cabelo e várias outras coisas que muitos pressupõem. Nas últimas seis semanas, passei três delas no hospital, uma semana a cada vez. A primeira, por uma infecção de sangue, que exigiu uma transfusão de seis horas; A segunda foi devido à um bloqueio da minha bexiga, causado pelo tumor do meu fígado; A terceira foi por causa de um bloqueio do meu estômago, causado pelo tumor em meu pâncreas.

    Eu tinha que ter um tubo inserido no meu nariz e garganta, dentro do meu estômago, para drenar o líquido devido ao bloqueio. Tive vários procedimentos médicos enquanto estava hospitalizado. Estou em uma dieta com baixo teor de gordura, o que significa que tenho intravenosas diárias para suplementos nutricionais juntamente com as intravenosas para melhorar meu sistema imunológico.

    Há mais (coisas), mas estes são os destaques. A quimio #20 está agendada para terça-feira (19 de maio). Sobretudo, ainda estou trabalhando em minha arte e ainda tocando minha bateria, já que eles me dão dinheiro! Estou tão positivo quanto cada um e cada um de vocês faz parte do motivo pelo qual continuo lutando a boa luta!”.

    Lembre-se de que, com o encerramento e o bloqueio das turnês, a situação financeira de Banali foi severamente afetada e, hoje, mais do que nunca, o artista precisa de doações por meio de sua campanha de financiamento coletivo para continuar os tratamentos.

    Para ajudar Frankie Banali nos custos médicos para o tratamento de seu câncer, o apoie no GoFundMe por aqui.