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  • Liberation Fest 2018 – (Kreator, Arch Enemy, Excel, Walls of Jericho e Genocidio)

    Liberation Fest 2018 – (Kreator, Arch Enemy, Excel, Walls of Jericho e Genocidio)

  • LIBERATION FEST 2018: ARCH ENEMY, KREATOR & EXCEL – 16 de novembro de 2018

    LIBERATION FEST 2018: ARCH ENEMY, KREATOR & EXCEL – 16 de novembro de 2018

    Assim como o Solid Rock, o Liberation Fest é outra esperança para os fãs cariocas de rock pesado – principalmente por ser tratar de um evento da única produtora especializada que ainda mantém o Rio de Janeiro como rota obrigatória. Em sua segunda edição, o festival voltou ao Circo Voador com dois nomes de peso e dois de escalão inferior. Ou quase, porque o Walls of Jericho não pôde se apresentar na cidade. Uma tempestade de neve provocou o cancelamento de vários voos na Costa Leste dos Estados Unidos, e a vocalista Candace Kucsulain não conseguiu chegar a tempo. Os outros integrantes – os guitarristas Chris Rawson e Mike Hasty, o baixista Aaron Ruby e o baterista Dustin Schoenhofer – já estavam no Rio, assim a banda conseguiu se apresentar em São Paulo no dia seguinte, uma vez que Candace embarcou num voo posterior.

    Coube ao veterano Excel dar o pontapé inicial. Com 35 anos de estrada, incluindo dois hiatos (em 1993 e de 1996 a 2011), o grupo californiano de crossover foi, na verdade, uma novidade para a maioria dos presentes. Com tanto tempo de carreira, é possível questionar por que o quarteto não anda de mãos dadas com pares como D.R.I. e Suicidal Tendencies. Mas aí você olha a discografia e percebe que há apenas três discos de estúdio, e o mais recente foi lançado em 1995 (Seeking Refuge). E seis anos depois da segunda volta, a banda liderada por Dan Clements continua optando apenas por se apresentar ao vivo – único integrante da formação original, o vocalista tem ao lado o veterano Shaun Ross (baixo) e os novatos Alex Barreto (guitarra) e Michael Cosgrove (bateria).

    Excel

    Enfim, a julgar pelo show na famosa lona, não será assim que a o interesse será renovado ou despertado. Tudo bem que o som embolado não ajudou, mas o Excel não empolgou muito. Com um crossover que passeia pelos anos 80 e anos 90 – quando boa parte das bandas do estilo adicionou um pouco mais de groove à sonoridade –, o grupo chegou a apresentar uma música nova, Shadow Winds, mas não deixou de soar genérico, sem aquele algo a mais que torna especial o Suicidal Tendencies, por exemplo – a turma de Mike Muir, aliás, é uma enorme influência aqui. De qualquer maneira, o publicou aplaudiu, até como reconhecimento ao esforço do quarteto no palco, e chegou a abrir algumas rodas mais para o fim. Afinal, a intenção era se divertir.

    A coisa ficou séria mesmo no ato seguinte, porque o Kreator foi simplesmente destruidor. Meu amigo, que massacre! Daqueles para atrapalhar a vida dos fotógrafos, uma vez que não havia pit. Sem se apresentar no Rio havia 26 anos – desde a noite com Dorsal Atlântica e Korzus na quadra da Estácio de Sá (sim, a escola de samba), em abril de 1992 –, a banda alemã começou com Phantom Antichrist, e bastou para ganhar o jogo. Os gritos em uníssono de “Kreator! Kreator!” provaram que nem mesmo um setlist calcado na fase mais recente seria motivo para reclamação. Sim, nove das 13 músicas foram retiradas de Violent Revolution (2001) para frente, sendo que seis destas saíram dos dois últimos trabalhos, Phantom Antichrist (2012) e Gods of Violence (2017).

    Kreator

    E daí? Hail to the Hordes é de 2017 e fez os fãs castigarem os pulmões no refrão, assim como aconteceu em Enemy of God, mas com um agravante: a pista virou um pandemônio. Culpa de Mille Petrozza. “E bom estar de volta depois de tantos anos”, agradeceu o vocalista e guitarrista antes de fazer o pedido. “Quero um mosh pit com massacre ao estilo brasileiro.” Claro, as rodas só assustariam quem não está acostumado ou não entende que aquilo é diversão, não violência. Mais uma do CD mais recente, Satan is Real contou com uma iluminação a rigor, predominantemente vermelha, e um efeito de fumaça muito bem casado com o refrão.

    Visualmente, causou o impacto desejado, até porque a banda ajudava bastante. Jürgen “Ventor” Reil espancava a bateria com a maestria habitual, o baixista Christian Giesler agitava alucinadamente, e o guitarrista Sami Yli-Sirniö até mantinha uma postura mais sóbria, mas nem mesmo ele resistiu a Civilization Collapse. O finlandês acompanhou o sorriso no rosto de Petrozza, que pediu nova roda e foi atendido com um mosh pit cavalar. People of the Lie foi uma lindeza só, e Flag of Hate fez o líder do Kreator novamente se despir da pose de sisudo com os fãs gritando o nome da banda alemã. “Estamos no Rio de Janeiro, então espero muito barulho”, disse ele, aproveitando para reger todos que estavam na pista – “vocês aqui na frente, vocês aí atrás!” – e também na arquibancada.

    Kreator

    Depois de passar por Coma of Souls (1990) e Endless Pain (1985), o Kreator adiantou um pouco o passado até Outcast (1997). A versão matadora de Phobia foi muito bem recebida pelos fãs, e um mais exaltado conseguiu subir no palco logo em seguida, Gods of Violence, para um stage diving sinistro. Sério, espero que o cara tenha ficado bem. E a catarse na plateia fez Petrozza novamente se soltar – “Muito obrigado, Rio! Vocês são fantásticos!” – antes de um breve discurso. “Quantos de vocês estiveram no show em 91?”, perguntou o líder, errando o ano. “Fãs old school, fãs new school, todos estão certos. Nós somos o Kreator, e vocês, no Rio de Janeiro, são a horda do caos.” Foi a deixa para Hordes of Chaos (A Necrologue for the Elite), responsável pela roda mais animal da noite (como se ainda fosse possível) e um empolgante momento pula-pula no refrão.

    “Dedicamos essa próxima música a Vinnie Paul, Dimebag Darrell, Fast Eddie Clark, Phil Animal Taylor, Lemmy Kilimister e a todos que nos deixaram. Muito obrigado! E boa noite”, disse Petrozza antes de Fallen Brother, última antes de um bis para guardar para sempre na memória. Violent Revolution, um clássico instantâneo, reiniciou a catarse e antecedeu a “última chance de vocês matarem uns aos outros”. Pleasure to Kill foi o desfecho de um show fantástico, uma aula de thrash metal que não pode demorar mais tantos anos para acontecer. “Nós vamos voltar. Veremos todos vocês na próxima turnê”, prometeu Petrozza, que se juntou a Ventor, Giesler e Yli-Sirniö para agradecer a aula que veio da plateia.

    Kreator

    Curiosamente, a edição carioca do Liberation Fest foi a única em que o Arch Enemy se apresentou como atração principal – apesar de as duas bandas terem feito um set com a mesma duração, uma hora e 15 minutos, como preza uma turnê de co-headliners. Assim, uma dúvida virou certeza antes de o grupo sueco entrar no palco: muita gente foi ao Circo Voador para ver o Kreator, e uma parcela razoável foi embora antes dos primeiros acordes de The World is Yours. Se a pista estava infernal de cheia durante a apresentação da banda alemã, agora ela estava confortável. E não que a casa tenha ficado vazia. Muito pelo contrário, porque os headbangers cariocas fizeram daquela noite de sexta-feira uma exceção e compareceram em ótimo número.

    E quem ficou assistiu a um Arch Enemy afiado e pilhado tentando manter o nível da atração anterior. Não conseguiu, mas ainda assim fez um show quase tão bom quanto o de 2015, na mesma casa. Apostando nos dois discos com Alissa White-Gluz – foram cinco músicas de War Eternal (2014) e quatro de Will to Power (2017), ou seja, nove das 14 do set –, o quinteto provou de vez que conseguiu se manter relevante com a troca de vocalistas, até porque Khaos Legions (2011), o último trabalho com Angela Gossow, mostrou claros sinais de uma fórmula cansada. The World is Yours estava na ponta da língua dos fãs, mas é claro que o material mais antigo, mas nem tão mais antigo assim, era o que causava verdadeiro êxtase. E Ravenous foi um delírio muito bem-vindo, jogando um eventual cansaço do público a escanteio.

    Arch Enemy

    Stolen Life ficou maravilhosa ao vivo, mas foi com War Eternal que a plateia voltou a agitar com vontade. Para manter o clima, My Apocalipse botou todo mundo para pular ou babar com a parede sonora criada pelas guitarras de Michael Amott e Jeff Loomis. A dupla é monstruosa, e a cozinha formada por Sharlee D’Angelo (baixo) e Daniel Erlandsson (bateria) é o complemente perfeito para o instrumental muito técnico da banda, mas ao vivo é impressionante como Alissa domina as ações. Com bandeira na mão durante, ela comanda o público com extrema facilidade, o colocando para cantar o coro e o preparando para The Race: “Parece que vocês estão prontos para uma música mais rápida”. Sim, estavam, e a energia emanada do palco para a plateia e vice-versa foi sensacional.

    Uma ebulição no momento certo, porque a sequência seguinte deu uma esfriada nos ânimos, graças também aos intervalos entre as músicas que deram uma quebrada na dinâmica da apresentação. Os fãs ainda reagiram bem a You Will Know My Name, mas ficaram contemplativos em The Eagle Flies Alone e First Day in Hell, que foram precedidas pela instrumental Intermezzo Liberté. Ainda assim, First Day in Hell ficou espetacular ao vivo e teve como bônus o “bang your fucking head” berrado por Alissa para acordar o público. Funcionou a contento, mas o roteiro do show pedia para atrapalhar.

    Arch Enemy

    Mais uma instrumental, Saturnine surgiu nos PAs como um desnecessário interlúdio. Felizmente, As the Pages Burn é uma música maravilhosa, então ajudou a colocar o show em seu devido lugar. E é necessário fazer o registro: como pode uma voz poderosa como aquela sair de uma vocalista daquele tamanho? Alissa simplesmente arregaçou, contando ainda com ao auxílio de Amott e Loomis em backings que fizeram um interessante contraponto. Para fechar a noite, antes do bis que todo mundo sabia que iria rolar, o hino We Will Rise, que, convenhamos, merecia um retorno melhor dos fãs. Mais empolgação, mesmo.

    Avalanche iniciou o bis e, graças a sua levada, fez abrir as rodas na pista. Seria a deixa para a banda emendar algum clássico, mas não foi o que aconteceu. Teve um curto solo de Loomis antes de Snow Bound, que nada mais é do que um solo de Amott. Imagine se esses dois momentos tivessem dado lugar a Dead Bury Their Dead ou Dead Eyes See No Future, por exemplo… Seria um bis para valer o ingresso, porque o quinteto se despediu com Nemesis, que causou êxtase nos fãs, que largaram as mãos nas palmas e soltaram a voz no coro. Mas foi, no geral, um show para sonhar com uma volta na próxima turnê.

    Arch Enemy

    Setlist Arch Enemy 1. The World is Yours 2. Ravenous 3. Stolen Life 4. War Eternal 5. My Apocalypse 6. The Race 7. You Will Know My Name 8. Intermezzo Liberté 9. The Eagle Flies Alone 10. First Day in Hell 11. As the Pages Burn 12. We Will Rise Bis 13. Avalanche 14. Jeff Loomis Guitar Solo 15. Snow Bound 16. Nemesis/Fields of Desolation

    Setlist Kreator 1. Phantom Antichrist 2. Hail to the Hordes 3. Enemy of God 4. Satan is Real 5. Civilization Collapse 6. People of the Lie 7. Flag of Hate 8. Phobia 9. Gods of Violence 10. Hordes of Chaos (A Necrologue for the Elite) 11. Fallen Brother Bis 12. Violent Revolution 13. Pleasure to Kill

    Setlist Excel 1. My Thoughts 2. Wreck Your World 3. Your Life 4. Split Image 5. Insecurity 6. Never Denied 7. Shadow Winds 8. Social Security 9. Spare the Pain

  • ARCH ENEMY convoca fãs brasileiros para prestigiarem aos cinco shows da Liberation Tour Fest 2018 pelo País

    ARCH ENEMY convoca fãs brasileiros para prestigiarem aos cinco shows da Liberation Tour Fest 2018 pelo País

    Apesar de já ter protagonizado shows impressionantes na Colômbia, Bolívia, Chile, México e Costa Rica, a banda sueca Arch Enemy, um dos nomes mais cultuados e respeitados do atual cenário do heavy metal mundial, parece que está mesmo é ansiosa para encontrar logo os fãs brasileiros. Alissa White-Gluz (vocal), Michael Amott (guitarra), Jeff Loomis (guitarra), Sharlee D’Angelo (baixo) e Daniel Erlandsson (bateria) enviaram recado especialmente para que o público prestigie aos shows da Liberation Tour Fest 2018, que passará por Porto Alegre (09/11 – Opinião), Fortaleza (11/11 – Armazém), Manaus (14/11 – Studio 5), Rio de Janeiro (16/11 – Circo Voador) e São Paulo (17/11 – Audio). A excursão tem a companhia do Kreator (ALE) e ambos vão promover os seus mais recentes álbuns e executar sets completos em formato co-headlining. Confira a mensagem em https://www.youtube.com/watch?v=Iiswy_jx6tY. Assista a um trecho da poderosa performance do grupo no Chile em https://www.facebook.com/49373264983/posts/10151241312314984. Após histórica edição de estreia reunindo cast invejável e trazendo com exclusividade nomes como King Diamond, Lamb of God, Carcass e Heaven Shall Burn, no Espaço das Américas, em São Paulo, este ano, o evento cresceu e estabeleceu bases para a concretização de um festival itinerante, que vai estremecer cinco capitais do País. A programação da Liberation Fest Tour 2018 é a seguinte: 09/11 – Opinião – Porto Alegre (Kreator/Arch Enemy) 11/11 – Armazém – Fortaleza (Kreator/Arch Enemy) 14/11 – Studio 5 – Manaus (Kreator/Arch Enemy/Shaman) 16/11 – Circo Voador – Rio de Janeiro (Kreator/Arch Enemy/Walls of Jericho/Excel) 17/11 – Audio – São Paulo (Kreator/Arch Enemy/Walls of Jericho/Excel/Genocídio) Ainda há ingressos à venda em todas as capitais. Mais informações nos serviços abaixo. Fãs do gigante do thrash metal alemão poderão ver pela primeira vez em nosso país a execução do aclamado “Gods of Violence”, 14º álbum de estúdio do Kreator, além das faixas clássicas que a banda conseguiu cristalizar ao longo de sua longa carreira como verdadeiros hinos do metal.

    Já o Arch Enemy retorna ao Brasil para apresentar o seu 10º álbum “Will To Power”, o segundo com a sua imponente nova vocalista Alissa White-Gluz. Desafiando todos os limites do metal combinando agressividade, peso e melodia de maneira profícua, “Will To Power” vem sendo exaltado como uma verdadeira obra épica do death metal melódico.

    Formado em 1998, na cidade de Detroit, o Walls of Jericho é um dos nomes mais respeitados do cenário do metalcore. Atualmente é formado por Candace Kucsulain (vocal), Chris Rawson (guitarra), Mike Hasty (guitarra), Aaron Ruby (baixo) e Dustin Schoenhofer (bateria) e seguem na estrada promovendo o álbum “No One Can Save You From Yourself” (2016).

    A grande surpresa do line-up e uma das atrações mais aguardadas deste ano é o grupo norte-americano Excel, tradicional representante do crossover mundial, que retorna a São Paulo e estreia no Rio de Janeiro. Formada em 1983 pelo vocalista Dan Clements e o guitarrista Adam Siegel, a banda gravou três álbuns, excursionou ao lado de No Mercy, Beowülf, Suicidal Tendencies, Cryptic Slaughter, Testament, Overkill, Megadeth, entre outros. Em 1991, o Excel despertou interesse após processar o Metallica por considerar que a música “Enter Sandman” era plágio de “Tapping into the Emotional Void”,  disco “The Joke’s on You” lançado dois anos antes do clássico “Black Album”, no entanto, a ação não avançou devido a uma assessoria jurídica imprópria. Em 1996, deram uma pausa nas atividades e voltando à ativa apenas em 2012. Desde então, Dan Clements (vocal), Alex Barreto (guitarra), Shaun Ross (baixo) e Michael Cosgrove (bateria) se mantem constantemente na estrada e conquistando novos fãs em shows pelos EUA, Japão e Europa. Exclusivamente em Manaus, os fãs terão a oportunidade de conferir o show de retorno do Shaman com a sua clássica formação original, após 12 anos longe dos palcos. Andre Matos (vocal), Luis Maruitti (baixo), Hugo Mariutti (baixo) e Ricardo Confessori (bateria) vão executar um verdadeiro best of dos álbuns “Ritual” e “Reason”.

    O representante brasileiro em São Paulo será o Genocídio. Com mais de 30 anos de estrada, Murillo Leite (guitarra/vocal), Rafael Orsi (guitarra), Wanderley Perna (baixo) e Gil Oliveira (bateria) prometem não ser meros coadjuvantes e  vão aproveitar a oportunidade para seguir divulgando o álbum “Under Heaven None” (2017).

    Links relacionados: https://www.facebook.com/liberationmcofficial https://www.facebook.com/KreatorOfficial https://www.facebook.com/archenemyofficial https://www.facebook.com/WallsofJericho https://www.facebook.com/shamanbandofficial https://www.facebook.com/genocidiobr https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

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  • Liberation Tour Fest 2018 anuncia line-up oficial das edições em SP, RJ, Porto Alegre, Manaus e Fortaleza

    Liberation Tour Fest 2018 anuncia line-up oficial das edições em SP, RJ, Porto Alegre, Manaus e Fortaleza

    Acabou o mistério! Com produção e curadoria da Liberation Tour Booking, uma das produtoras de shows que mais cresce na América Latina, está oficialmente fechado o tão aguardado line-up das edições da Liberation Tour Fest 2018 no Brasil. Após histórica edição de estreia reunindo cast invejável e trazendo com exclusividade nomes como King Diamond, Lamb of God, Carcass e Heaven Shall Burn, no Espaço das Américas, em São Paulo, este ano, o evento cresceu e estabeleceu bases para a concretização de um festival itinerante, que vai estremecer cinco capitais do País. A Liberation Tour Fest 2018 manterá o mesmo padrão de qualidade, levando grandes nomes do heavy metal internacional como Kreator e Arch Enemy especialmente para Porto Alegre (09/11 – Opinião), Fortaleza (11/11 – Armazém), Manaus (14/11 – Studio 5), Rio de Janeiro (16/11 – Circo Voador) e São Paulo (17/11 – Audio). Ambas as bandas vão promover os seus mais recentes álbuns e executar sets completos em formato co-headlining. Além disso, o público paulista e carioca também vão curtir a performance marcante do Walls of Jericho (EUA) e conferir o cultuado Excel (EUA) no Brasil. A cena nacional será representada pelas bandas Shaman em Manaus e Genocídio em São Paulo. A programação da Liberation Fest Tour 2018 é a seguinte: 09/11 – Opinião – Porto Alegre (Kreator/Arch Enemy) 11/11 – Armazém – Fortaleza (Kreator/Arch Enemy) 14/11 – Studio 5 – Manaus (Kreator/Arch Enemy/Shaman) 16/11 – Circo Voador – Rio de Janeiro (Kreator/Arch Enemy/Walls of Jericho/Excel) 17/11 – Audio – São Paulo (Kreator/Arch Enemy/Walls of Jericho/Excel/Genocídio) Os ingressos já estão à venda em todas as capitais. Mais informações nos serviços abaixo. Fãs do gigante do thrash metal alemão poderão ver pela primeira vez em nosso país a execução do aclamado “Gods of Violence”, 14º álbum de estúdio do Kreator, além das faixas clássicas que a banda conseguiu cristalizar ao longo de sua longa carreira como verdadeiros hinos do metal. Já o Arch Enemy retorna ao Brasil para apresentar o seu 10º álbum “Will To Power”, o segundo com a sua imponente nova vocalista Alissa White-Gluz. Desafiando todos os limites do metal combinando agressividade, peso e melodia de maneira profícua, “Will To Power” vem sendo exaltado como uma verdadeira obra épica do death metal melódico. Formado em 1998, na cidade de Detroit, o Walls of Jericho é um dos nomes mais respeitados do cenário do metalcore. Atualmente é formado por Candace Kucsulain (vocal), Chris Rawson (guitarra), Mike Hasty (guitarra), Aaron Ruby (baixo) e Dustin Schoenhofer (bateria) e seguem na estrada promovendo o álbum “No One Can Save You From Yourself” (2016). A grande surpresa do line-up e uma das atrações mais aguardadas deste ano é o grupo norte-americano Excel, tradicional representante do crossover mundial, que retorna a São Paulo e estreia no Rio de Janeiro. Formada em 1983 pelo vocalista Dan Clements e o guitarrista Adam Siegel, a banda gravou três álbuns, excursionou ao lado de No Mercy, Beowülf, Suicidal Tendencies, Cryptic Slaughter, Testament, Overkill, Megadeth, entre outros. Em 1991, o Excel despertou interesse após processar o Metallica por considerar que a música “Enter Sandman” era plágio de “Tapping into the Emotional Void”,  disco “The Joke’s on You” lançado dois anos antes do clássico “Black Album”, no entanto, a ação não avançou devido a uma assessoria jurídica imprópria. Em 1996, deram uma pausa nas atividades e voltando à ativa apenas em 2012. Desde então, Dan Clements (vocal), Alex Barreto (guitarra), Shaun Ross (baixo) e Michael Cosgrove (bateria) se mantem constantemente na estrada e conquistando novos fãs em shows pelos EUA, Japão e Europa. Exclusivamente em Manaus, os fãs terão a oportunidade de conferir o show de retorno do Shaman com a sua clássica formação original, após 12 anos longe dos palcos. Andre Matos (vocal), Luis Maruitti (baixo), Hugo Mariutti (baixo) e Ricardo Confessori (bateria) vão executar um verdadeiro best of dos álbuns “Ritual” e “Reason”. O representante brasileiro em São Paulo será o Genocídio. Com mais de 30 anos de estrada, Murillo Leite (guitarra/vocal), Rafael Orsi (guitarra), Wanderley Perna (baixo) e Gil Oliveira (bateria) prometem não ser meros coadjuvantes e  vão aproveitar a oportunidade para seguir divulgando o álbum “Under Heaven None” (2017). Links relacionados: https://www.facebook.com/liberationmcofficial https://www.facebook.com/KreatorOfficial https://www.facebook.com/archenemyofficial https://www.facebook.com/WallsofJericho https://www.facebook.com/excelofficial https://www.facebook.com/shamanbandofficial https://www.facebook.com/genocidiobr https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

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