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  • NAPALM DEATH: MITCH HARRIS abre o jogo sobre a sua ausência da banda

    NAPALM DEATH: MITCH HARRIS abre o jogo sobre a sua ausência da banda

    Para os fãs do Napalm Death, lenda britânica do grindcore, uma dúvida paira no ar: “Qual é a real situação de Mitch Harris na banda atualmente?”. Inclusive, também, porque as mais recentes fotos promocionais do grupo mostram apenas o trio, Shane Embury (baixo), Mark “Barney” Greenway (vocal) e Danny Herrera (bateria). A incógnita acontece desde o final de 2014, quando Harris resolveu tirar licença para se dedicar à família. O guitarrista, que hoje vive em Las Vegas, Nevada, participou das gravações do recém lançado novo álbum do Napalm, Throes of Joy in the Jaws of Defeatism, porém não estará mais com a banda em turnê.

    Mitch Harris | Foto: Divulgação

    Finalmente, o próprio Mitch Harris, em entrevista ao Heavy Culture, quebrou o silêncio e falou dessa situação e também de seu mais novo projeto, Brave the Cold, que conta com o baterista Dirk Verbeuren (Megadeth, Cadaver) e acaba de lançar o álbum de estreia, Scarcity.

    Sobre o motivo de não excursionar com o Napalm Death há seis anos, Harris disse: “Terminei a gravação de Apex Predator (2015) e meu pai estava muito doente em Las Vegas. Vivi 26 anos na Inglaterra. O tempo passa muito rápido quando seus pais estão envelhecendo. Então, vim para casa para ver como ele estava. Ele precisava de cirurgia nos dois joelhos. Mas, depois de muitos exames, (os médicos) lhe disseram: ‘Você tem câncer’. Então, fui para casa, peguei minha família e voltei. E eu disse, ‘vou terminar todos os shows para o resto do ciclo Utilitarian (2012)’. Eles fizeram 200 shows em um ano, e eu era o cuidador em tempo integral do meu pai, e minha mãe também estava aqui sozinha com ele, e ela não poderia ajudá-lo muito”, lamentou.

    Harris prosseguiu, fazendo uma triste revelação. “Quando me mudei (de volta para Las Vegas), ele morreu no dia em que cheguei, na verdade, quando voltei. Ele fez a cirurgia, e foi chocante. Então, minha mãe ficou sozinha e não podíamos deixá-la. Ficamos felizes. Nós nos instalamos. Foi uma mudança louca de cultura para a família e meus filhos. Sim, foi muito chocante. Mas eu estava muito feliz por estar em casa. Então, três anos depois, minha mãe morreu. Mais uma vez, ela ficou doente por um tempo”.

    A morte dos pais fez Mitch Harris não querer mais ficar muito tempo longe da família, como contou.

    “Não posso e não quero viajar”, afirmou. “Não sinto que isso seja importante – ‘oh, preciso estar lá pelos fãs, pela banda, viajar de avião todos os dias quando minha família precisa de mim’. Às vezes, chega um ponto de sua vida em que você precisa apenas fazer a coisa certa, e eu nunca me sentiria feliz se não estivesse lá quando eles precisassem de mim”, explicou.

    “Algumas pessoas escolhem sua carreira ou estilo de vida em vez da família”, continuou. “Depende da relação. Sempre fomos muito próximos. E eu estava gravando e fazendo música de casa. E eles (Napalm Death) continuaram sem mim por um longo período de tempo. Mencionei ter feito alguns shows para eles, mas eles disseram que se eu voltasse em tempo integral não poderia me comprometer (com outras coisas). Na verdade, estou feliz. Sinto muito pelas pessoas que sentem minha falta, ou o que for, mas, se você realmente sente minha falta, há um disco do Napalm em que toquei, que é muito intenso, e o Brave the Cold. Por favor, apoiem e dêem uma chance, porque isso faz parte do meu futuro”, pediu.

    Mitch Harris e Dirk Verbeuren, duo que forma o Brave The Cold | Foto: Divulgação

    “Não estou dizendo que não voltarei nunca, mas, agora, o tempo passou”, disse o guitarrista. “COVID – não sabemos quando alguém irá voltar. Portanto, é uma época muito estranha. Estou feliz por estar vivo novamente. Nunca fiz uma declaração pública. Sou uma pessoa muito reservada na maior parte do tempo. A banda, era difícil para eles explicarem todas as noites a mesma história. ‘Onde está o Mitch?’, ‘Oh, problemas familiares’. Outras pessoas especularam, ‘Ele está doente?’, ou algo assim. Ninguém sabe. É meio privado. No momento, é mais público. Esse é outro motivo pelo qual eu queria tocar no Napalm – para a comunidade que nos seguiu todos esses anos, eles têm algo novo para ajudá-los em alguns momentos difíceis, talvez. Me lembro dos bons velhos tempos e olho para o futuro para tudo”.

    Em 2018, Barney Greeway disse à TotalRock Radio que Harris ainda era membro da banda. “Basicamente, Mitch entrou em hiato, apenas por causa das circunstâncias. Oficialmente, posso dizer que ele tocou no novo álbum. Porque é o seguinte: todo mundo estava, tipo, ‘oh, Mitch não toca com você há três anos. Ele deve estar fora da banda’. Nós estávamos, tipo, ‘olha, se ele estiver fora da banda, nós avisaremos. Mas ele não está’. E ninguém acreditou em nós. Bem, não ninguém, mas muitas pessoas estavam, tipo, ‘Não. Isso não pode estar certo’. Estávamos, tipo, ‘Olha, ele está em um hiato. Ele está lidando com coisas muito sérias. Então, por favor…’. Então, sim, ele tem tocado no novo álbum. O que vai acontecer além disso, não tenho certeza ainda. Mas, sim, ele tocou no novo álbum”, finalizou.

    Quanto ao Brave the Cold, o álbum de estreia, Scarcity, foi lançado no dia 2 de outubro pela Mission Two Entertainment e produzido por Logan Mader, que já trabalhou com Gojira, Fear Factory, Cavalera Conspiracy e W.A.S.P., entre outros.

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  • Velho projeto de SHANE EMBURY (NAPALM DEATH) é reativado, agora com DIRK VERBEUREN (MEGADETH); Novo álbum sai em novembro

    Velho projeto de SHANE EMBURY (NAPALM DEATH) é reativado, agora com DIRK VERBEUREN (MEGADETH); Novo álbum sai em novembro

    Um dos mais lendários e respeitados músicos do grindcore, o baixista Shane Embury, mais conhecido por sua carreira com o Napalm Death, resolveu reativar um de seus vários projetos, Blood From the Soul.

    O Blood From the Soul foi formado por Embury no início dos anos 90, em parceria com o vocalista Lou Koller do Sick of it All. Em 1993, o grupo lançou o primeiro álbum, To Spite the Gland that Breeds, via Earache Records. O álbum foi uma fusão experimental de industrial, metal, hardcore e punk. Junto com bandas como Godflesh, Pitch Shifter, Meathook Seed e Scorn, o Blood From the Soul ajudou a gerar uma nova onda de metal industrial.

    Tirado do estado de hibernação, o Blood From the Soul está de volta, agora com Embury sendo acompanhado nessa nova jornada por Dirk Verbeuren (Megadeth, Cadaver, Brave the Cold) – com quem já havia trabalhado nos projetos Bent Sea e Tronos -, Jacob Bannon (Converge, Wear Your Wounds, Umbra Vitae) e Jesper Liveröd (Nasum, Burst).

    No próximo dia 13 de novembro, o Blood From the Soul disponibilizará seu novo trabalho, DSM-5., nas plataformas digitais. Para ouvir uma nova música, Debris of Dreams, e para pré-venda, acesse aqui.

    Confira o tracklist de DSM-5:

    1 Fang Tooth Claw

    2 Ascend the Spine

    3 Calcified Youth

    4 Debris of Dreams

    5 Dismantle the Titan

    6 Encephalon Escape

    7 Subtle Fragment

    8 Terminal Truth

    9 Sharpened Heart

    10 Self Deletion

    11 Lurch of Loss

    12 DSM-5

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  • BRAVE THE COLD: Projeto de DIRK VERBEUREN (MEGADETH) e MITCH HARRIS (NAPALM DEATH) lança primeiro clipe

    BRAVE THE COLD: Projeto de DIRK VERBEUREN (MEGADETH) e MITCH HARRIS (NAPALM DEATH) lança primeiro clipe

    No próximo dia 2 de outubro, a Mission Two Entertainment lançará Scarcity, álbum de estreia do projeto Brave the Cold, que é liderado por Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth, e por Mitch Harris, guitarrista do Napalm Death. Para promover o debut, o Brave the Cold acaba de lançar seu primeiro videoclipe, para a música Hallmark of Tyranny. Assista:

    O clipe de Hallmark of Tyranny é uma animação gentilmente cedida por Lubomir Arsov, extraída do curta-metragem original IN-SHADOW. O curta IN-SHADOW – A Modern Odyssey pode ser assistido aqui.

    O Brave the Cold é um projeto formado em 2018, enquanto o conglomerado metálico de duas peças, Verbeuren e Harris, concentrava energia em um novo nível de agressão. O ponto culminante é Scarcity, uma coleção de onze músicas ferozes, produzida pelo lendário guitarrista Logan Mader (Machine Head, Soulfly). A pré-venda de Scarcity já está disponível em orcd.co/bravethecold

    Dirk Verbeuren e Mitch Harris

    “A Mission Two Entertainment avançou para sua próxima fase no mundo da música e eles têm sido a equipe mais inspiradora com quem já trabalhei! Eles realmente acreditam de coração e alma em levar isso ao mais alto nível possível enquanto avançamos em nossa civilização, para sempre alterada”, comentou Harris.

    Todo a temática de Scarcity é um debate cênico bem pesquisado, que combina visões distópicas, que vão de Anti-Elite, Anti-Media, Anti-Divisão, Anti-Opressão, filosofias do fim dos dias, poesia pós-apocalíptica, controle da mente, instabilidade econômica, infiltração educacional e engano político global, que compromete nossa espiritualidade de uma voz coletiva. Está é uma agenda global que demorou muito a chegar. É uma reflexão sobre como o governo pode criar urgência por necessidades.

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  • BRAVE THE COLD, com membros do MEGADETH e NAPALM DEATH, lançará debut álbum em outubro

    BRAVE THE COLD, com membros do MEGADETH e NAPALM DEATH, lançará debut álbum em outubro

    A Mission Two Entertainment está anunciando a contratação da banda Brave the Cold para a sua já poderosa linhagem de artistas. Liderado pelo guitarrista de longa data do Napalm Death, Mitch Harris, e por Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth, o Brave the Cold é um projeto formado em 2018 enquanto o conglomerado metálico de duas peças concentrava energia em um novo nível de agressão. O ponto culminante é Scarcity, uma coleção de onze músicas de ferocidade respirando vida, algo muito necessário na cena do heavy metal em 2020. Produzido pelo lendário guitarrista Logan Mader (Machine Head, Soulfly), Scarcity está programado para ser lançado no próximo dia 2 de outubro.

    Harris comenta: “A Mission Two Entertainment avançou para sua próxima fase no mundo da música e eles têm sido a equipe mais inspiradora com quem já trabalhei! Eles realmente acreditam de coração e alma em levar isso ao mais alto nível possível enquanto avançamos em nossa civilização para sempre alterada”.

    O bizantino death metal do Brave the Cold não apenas muda de marcha, ele acelera em dimensões pesadas. Todo o tema de Scarcity é um debate cênico bem pesquisado que combina visões distópicas, que vão de Anti-Elite, Anti-Media, Anti-Divisão, Anti-Opressão, filosofias do fim dos dias, poesia pós-apocalíptica, controle da mente, instabilidade econômica, infiltração educacional e engano político global, que compromete nossa espiritualidade de uma voz coletiva. Esta é uma agenda global que demorou muito a chegar. É uma reflexão sobre como o governo pode criar urgência por necessidade.

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  • Membros do GWAR, MEGADETH, SUICIDAL TENDENCIES e THE BLACK DAHLIA MURDER tocam CANNIBAL CORPSE no “Slay at Home”

    Membros do GWAR, MEGADETH, SUICIDAL TENDENCIES e THE BLACK DAHLIA MURDER tocam CANNIBAL CORPSE no “Slay at Home”

    Organizado pelo canal Metal Injection, neste último final de semana aconteceu o festival online “Slay at Home”, que agitou o You Tube, sendo um prato cheio para os fãs de metal que seguem cumprindo a quarentena preventiva contra a epidemia do novo Coronavírus.

    Entre tantas que foram realizadas, uma das apresentações que mais chamou a atenção e ganhou destaque foi a ‘jam session’ feita entre os músicos  Pustulus Maximus, guitarrista do GWAR, Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth e do Cadaver, Ra Diaz, baixista do Suicidal Tendencies e Trevor Strnad, vocalista do The Black Dahlia Murder.

    Mesmo mantendo distanciamento social, o quarteto executou uma versão matadora para uma música do Cannibal Corpse, The Pick Axe Murders, originalmente lançada pelo lendário grupo americano de death metal em seu clássico quarto álbum The Bleeding, lançado no ano de 1994.

    Confira abaixo o vídeo de The Pick Axe Murders em homenagem ao Cannibal Corpse:

  • DIRK VERBEUREN (MEGADETH): “DAVE MUSTAINE e DAVID ELLEFSON nunca perderam o fogo de tocar”

    DIRK VERBEUREN (MEGADETH): “DAVE MUSTAINE e DAVID ELLEFSON nunca perderam o fogo de tocar”

    Na expectativa de seu primeiro álbum com o Megadeth, o baterista belga Dirk Verbeuren, que entrou na banda em 2016 no lugar de Chris Adler, que retornara ao Lamb of God, concedeu entrevista ao podcast Into the Darkness, e rasgou elogios aos anfitriões de sua atual banda principal, Dave Mustaine e David Ellefson. Verbeuren os enalteceu pelo fato de a dupla ainda ter tesão em tocar ao vivo, quase 40 anos após o surgimento do grupo.

    Dave é muito apaixonado pelo que faz. Acho que (isso) é uma coisa linda. Dave e David – faz tantos anos, e eles não perderam o fogo que os leva a quererem fazer isso. Não é apenas, tipo: ‘ei, estamos sendo pagos para fazermos os shows. Basta tocar no maldito show e dar meia-volta’. Não! Há discussões constantes sobre como melhorarmos as coisas. E quando estamos no palco, é mágico. Existe um respeito daqueles caras pelo seu trabalho e pelos fãs, que você pode sentir quando se torna parte disso. Você sente que é sua obrigação dar 110% o tempo todo – de qualquer forma, é esse o meu espírito quando faço alguma coisa -, por isso, não é muito difícil para mim estar nessa mentalidade. Mas, definitivamente, eles se aprimoram. E é por isso que quando você vê um show do Megadeth… Se você for ver um show agora com o line up atual, ele está completo. Claro, nenhum de nós tem mais 20 anos e pode não ser a mesma energia de quando a banda começou, porque isso simplesmente não é possível, mas há muita coisa nisso. Há muita energia e muita paixão e poder nisso, que tentamos trazer para quem está assistindo o show, com certeza”.

    Dirk Verbeuren, com David Ellefson e Dave Mustaine.

    Dirk também comentou sobre quando perguntado se Dave Mustaine se sente feliz ao final dos shows, em relação à performance da banda no palco: “Na maioria das vezes, sim. Lembro-me de uma vez que ele me disse: “Dirk, você tocou muito mal esta noite. Foi no ônibus, depois de um show. E eu falei: ‘Oh, cara. Sinto muito. Vou trabalhar nisso e tal. Então, acho que foi no dia seguinte ou no outro, tivemos outro show, e ele veio até mim e disse: ‘Sinto muito por ter sido tão duro com você no outro dia’. E eu disse: “Cara, está bem. Você colou tudo em pratos limpos. Tenho muito respeito por isso. Você é apaixonado pelo que faz e faz isso há muitos anos e ainda quer que seja fantástico todas as noites. Só posso respeitar isso, e farei o melhor que puder todas as noites. Você pode contar com isso’. E, realmente, é incrível ver, porque você nunca sabe como será algo com qualquer banda que está no topo há 30 anos, porque o Megadeth é enorme há 30 anos. E assim, ver isso, e ver que ele se importa tanto em dar um bom show, isso é legal pra caralho”.

    A relação entre Verbeuren e Mustaine realmente parece ser muito boa. Em uma entrevista bem mais antiga, Dave Mustaine também elogiou o baterista na rádio KATT Rock 100.5 FM, descrevendo Dirk como “um dos caras mais agradáveis e fáceis de conviver que já conheci em minha vida”, afirmou. “Vou até ele e ele sorri, inclina-se para frente e me dá um tapinha nas costas. Ele diz (Mustaine imita a voz de Dirk): ‘Como vai, amigo?’. Eu poderia dizer qualquer coisa, e ele: ‘Oh, tudo bem, amigo!’. Ele sorri e me dá um tapinha, porque ele é apenas um cara feliz. Eu nunca, nunca o vi sem sorrir”, concluiu.

    Ouça a entrevista completa com Dirk Verbeuren:

  • DIRK VERBEUREN disponibiliza playthrough de “The Conjuring”, do MEGADETH

    DIRK VERBEUREN disponibiliza playthrough de “The Conjuring”, do MEGADETH

    Com o auxílio de dois brasileiros de peso, Adair Daufembach na produção, mixagem e masterização, e Rafael Pensado (baterista do Mindflow e membro da equipe técnica do Megadeth) na assistência, o belga Dirk Verbeuren gravou, no Machina Factory Studio, em Los Angeles (EUA), mais uma playthrough avassaladora, dessa vez para The Conjuring, música do consagrado Peace Sells… But Who’s Buying? (1986), segundo álbum de sua atual principal banda, o Megadeth.

    A playthrough de The Conjuring está disponível no canal official do Megadeth no You Tube (assista abaixo) e é a terceira feita por Verbeuren, que no ano passado já havia lançado vídeos no mesmo formato para as músicas Mechanix e Rattlehead, ambas gravadas no debut Killing is My Business… And Business is Good!, lançado pelo Megadeth em 1985.

    Dirk Verbeuren

    Assim como Mechanix e Rattlehead, The Conjuring foi gravada originalmente pelo primeiro baterista em estúdio do Megadeth, Gar Samuelson. E por falar no saudoso músico, em 2018 o líder da banda, o vocalista e guitarrista Dave Mustaine concedeu uma entrevista ao podcast Rock Talk with Mitch Lafon, apresentado pelo ex-colaborador da ROADIE CREW no Canadá, e comparou Verbeuren a Samuelson: “O que Dirk trouxe à banda é essa sua estranha similaridade com Gar Samuelson, e isto, para mim, é a melhor de todas as coisas. Se for preciso tocar rápido ele toca, se for preciso metal, jazz ou o que for, ele vai lá e toca. E fazia muito tempo que… Veja, Nick (Menza) foi fantástico, mas Gar tinha algo além. Nick era meio que um cara do jazz fazendo metal. Gar era inovador. Dirk, para mim, é como se fosse o fantasma de Gar Samuelson. É muito louco, de fato. E, infelizmente, ambos (Gar e Nick) não estão mais entre nós para comprovarem o que eu digo. Mas sinto orgulho de ter sido agraciado com bateristas tão grandiosos”, afirmou Mustaine.

    Apesar da pandemia causada pelo Coronavírus, que tem feito com que muita gente se mantenha em quarentena, Dirk Verbeuren tem trabalhado bastante. Além de disponibilizar essa ‘playthrough’ de The Conjuring, o músico tem lançado diversos materiais com vários de seus projetos paralelos de música extrema. Leia.