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  • Vivian Campbell fala sobre os próximos passos do LAST IN LINE

    Vivian Campbell fala sobre os próximos passos do LAST IN LINE

    Durante uma aparição recente no programa “Trunk Nation” do canal SiriusXM, o guitarrista do LAST IN LINE, Vivian Campbell, e o vocalista Andrew Freeman, forneceram uma atualização sobre o segundo álbum em andamento da banda, ainda sem título definido, que deverá ser lançado no início de 2019 via Frontiers Music Srl.

    Vivian acabou de terminar suas guitarras, eu acho, ontem ou no início desta semana”, disse Andrew. “Eu tenho mais três músicas para finalizar os vocais, e então acho que terminamos. Então temos que fazer todas as outras coisas que vêm junto com a gravação de um álbum – vídeos e todas estas coisas divertidas”.

    Como aconteceu em 2016, com Heavy Crown, o novo CD está sendo gravado no estúdio de Santa Clarita, Califórnia, com o produtor Jeff Pilson, um veterano baixista que tocou com DIO, FOREIGNER e DOKKEN, entre outros.

    Definindo o próximo trabalho do LAST IN LINE como “um grande disco”, Vivian disse: “Estamos muito animados com isso, porque mostra um grande crescimento para a banda. As músicas são muito mais complicadas, mais intrincadas, os arranjos são muito mais complexos”.

    O próximo disco do LAST IN LINE marcará o primeiro lançamento da banda com o baixista Phil Soussan, que se juntou ao grupo há dois anos como substituto de Jimmy Bain. Jimmy faleceu em janeiro de 2016, aos 68 anos. Ele sofria de câncer de pulmão.

    “Alguns meses depois da morte de Jimmy, nos reagrupamos e fizemos alguns shows com Phil Soussan“, disse Vivian. “Então o Phil tem feito parte do processo criativo agora, e isso realmente funcionou bem; realmente trouxe uma dimensão totalmente diferente para a banda. Ele é um músico incrível. Quer dizer, eu normalmente não me empolgo com o baixo – desculpem, baixistas. Você sabe, é um instrumento realmente fundamental, mas Phil meio que pensa fora da caixa. Ele tem ótimas linhas nesse álbum”.

    De acordo com Campbell – que é membro do DEF LEPPARD há mais de 25 anos – o LAST IN LINE decidiu adiar a data de lançamento de seu novo álbum porque “nós realmente queremos ser capazes de fazer uma turnê quando o álbum sair. Eu tenho shows [com DEF LEPPARD] até dezembro, eu acho”.

    Campbell, Bain e o baterista Vinny Appice fizeram parte da formação original do DIO, e se reuniram em 2012 ao lado de Freeman para lançar o LAST IN LINE.

    Quando o LAST IN LINE se formou, a intenção era celebrar os primeiros trabalhos de Ronnie James Dio, reunindo os membros da formação original da banda DIO. Depois de tocar em shows que apresentavam um setlist composto exclusivamente do material dos três primeiros álbuns do DIO, a banda decidiu seguir em frente e criar novas músicas na mesma linha.

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  • DEF LEPPARD: EP ao vivo especial para o Record Store Day

    DEF LEPPARD: EP ao vivo especial para o Record Store Day

    A UMe lançará Live At Abbey Road Studios do DEF LEPPARD, um EP em vinil exclusivo e em edição limitada, no Record Store Day [celebração anual das lojas de discos independentes], que acontecerá no sábado, 21 de abril. Limitado a 4.000 cópias, o single de 12 polegadas inclui três faixas registradas no Abbey Road há uma década.

    As três músicas – C’mon C’mon, Rock On e Rocket – foram gravadas durante uma sessão em 8 de maio de 2008, enquanto o DEF LEPPARD promovia o álbum Songs From The Sparkle Lounge. A sessão foi filmada para o programa de TV britânico Live From Abbey Road e foi transmitido em agosto de 2008 no canal More4 TV.

    No ano passado, o DEF LEPPARD iniciou o processo de composição para o sucessor do álbum autointitulado de 2015.

    Def Leppard foi o primeiro disco de estúdio da banda desde Songs From the Sparkle Lounge. Ele entrou na parada Billboard 200 na posição 10, atingindo na sua primeira semana a vendagem de pouco mais de 30.000 unidades – quase todas de vendas de álbuns puros.

    DEF LEPPARD e JOURNEY unirão forças para uma excursão ‘co-headlining’ por estádios e arenas norte-americanos. O giro de 58 cidades começará no dia 21 de maio em Hartford, Connecticut e passará em 6 de outubro por Los Angeles.

  • DEF LEPPARD: Joe Elliott mergulha no passado e revela o papel do Thin Lizzy em sua música

    DEF LEPPARD: Joe Elliott mergulha no passado e revela o papel do Thin Lizzy em sua música

    São quase quarenta anos de carreira, vários discos lançados, milhares de cópias vendidas e uma quantidade de shows de causar inveja. O sucesso mundial, os hits em profusão e todas as circunstâncias que cercam esses 40 anos no protagonismo do rock não foram suficientes para fazer com que o vocalista e líder do Def Leppard, Joe Elliott, esquecesse os primeiros dias e as primeiras apresentações de sua banda. “Eu me lembro muito bem”, comentou durante uma entrevista recente com o iHeartRadio: “quer dizer, acho que tem algo errado com alguém que já esqueceu seu primeiro show. Era junho de 1978. Nós só estávamos juntos… nós quatro nos juntamos, tipo, em agosto. Nós não fizemos nada até o final de setembro ou outubro, porque não tínhamos nenhum lugar para tocar ou qualquer tipo de equipamento. Era apenas a ideia de estar em uma banda. Éramos quatro, e então Steve [Clark] se juntou e então nos tornamos um quinteto. Ensaiamos, ensaiamos e ensaiamos, e saímos de férias durante o verão de 78, e Steve Clark ficou bêbado e disse: ‘Estou saindo, a menos que façamos um show’, porque ele estava cansado de ensaiar. Ensaiavamos cinco, seis dias por semana, aparentemente, tanto quanto possível, sem parar. Nós só queríamos melhorar, ele só queria tocar ao vivo. O compromisso foi: ‘Tudo bem, vamos fazer um show.’

    “Um amigo nosso basicamente organizou esse show na nossa escola”, continuou Joe. “Estávamos muito nervosos. Tiramos o bumbo do estojo e enchemos ele com cerveja para contrabandeá-lo e tomamos algumas latas antes de continuar. Então nós fomos para o palco e Steve fez aquela pose fantástica – fez o moinho de vento para o acorde de abertura, e esqueceu de ligar o seu amplificador, então foi um completo silêncio. Foi ótimo, tocamos e cantamos bem. Lembro-me que foi como um ensaio glorificado, de verdade. Havia um grupo de garotos sentados à direita, do lado de fora do perímetro do ginásio, não se aproximavam de nós, para eles nós éramos, tipo, de Marte. Não gostaram da música, porque eles provavelmente eram todos os fãs da discoteca. Mas eles toleraram isso, por algum motivo estranho, e então, quando saímos e voltamos para a sala de aula, ouvimos isso, algo como um ‘mais, mais’ e aplausos. Nós pensamos: ‘Eles querem outra?’ Nós voltamos, e tocamos o único cover que fizemos para a noite, pois tinhamos acabado de tocar 45 minutos de material original. Nós tocamos uma música chamada Jailbreak do THIN LIZZY, e eles ficaram malucos. Percebemos que eles eram fãs de rock, que eles simplesmente não conheciam a nossa música. Então nós percebemos, ‘Ok, precisamos escrever mais músicas como esta’. Esse tipo de empurrão nos levou para essa direção mais comercial, penso, ou pelo menos foi um fator contribuinte”.

    Confira a entrevista completa:

    https://www.youtube.com/watch?v=jEC5lry3GHs
  • PAULO BARON

    PAULO BARON

    “(R.C.: Demora para fazer algum comentário). Acho que conheço, ahhh… O que é isso?! Estou tão mal assim?! (risos) Seria o Styx? (R.C.: Não. É de um disco solo de um guitarrista que você curte muito). Está brincando?! Bem, a música é muito boa. Me consiga uma cópia disso, então. (risos) Seria algum cara do Def Leppard? (R.C.: É do Brian May). Ah não, está brincando?! (R.C.: E o solo dessa é com o Eddie Van Halen). Pior que agora que você falou, dá para sentir o estilo dele aqui. Eu tenho uma história muito bacana com o Brian May de quando eu morava na Inglaterra. Eu morava no bairro de Surrey, em Lodres, perto de onde ele morava. Aí eu conheci, através de alguns amigos, o Paralamas do Sucesso e mandei um CD deles para o Brian May. Na realidade, eu conhecia a esposa do produtor Phil Manzanera, que estava trabalhando em estúdio com eles. Depois, o Phil falou dos caras para o Brian May. Depois, levei os Paralamas para tocar no Marquee Club e o Brian May participou com eles daquele show. Eles se conheceram e aí os Paralamas abriram a turnê do Brian May na Europa. Olha como são loucas as coisas! Às vezes as pessoas não entendem essas coisas, as o Paralamas tem uma veia ‘rocker’, ainda mais naquela época com o som meio The Police. Não abriram uma turnê do Brian Mayu à toa, né? (risos)” Brian May & Friends – Let Me Out,  Álbum: Star Fleet Project, Ano: 1983

    “Def Leppard, ‘Animal’. Banda do coração. Eles e o Van Halen. Tenho saudades de quando vivia intensamente como fã e vi o show deles no Palacio de los Deportes da cidade do México. Eu ia comprando as revistas, tipo a Kerrang!, e ficava na torcida pensando: ‘Será que eles vão vir para cá um dia?’. E aí eles vieram e eu comprei um dos primeiros ingressos para o show! Acho que eu tinha uns 17 ou 18 anos.” Def Leppard – Animal, Álbum: Hysteria“Obús! (risos) Esses caras foram famosos aqui? (N.R.: Baron segue cantando a música). Muito bom! A letra da ‘El Que Más’ é sobre um malandro, aquele cara malvado que mais rouba, que mais cheira… Olha que riff legal! (R.C.: O Obús tinha as rápidas, mas também aquelas na linha do AC/DC). Sim, isso mesmo. Na Espanha eles eram uma banda do povo e lotavam locais para dez mil pessoas, assim como Barón Rojo. Escolheu bem, hein?!” Obús – El Que Más, Álbum: El Que Más

     

    “Van Halen! (R.C.: Não). Não?! (risos) Puta, a guitarra parece… (R.C.: Não é, mas está na família). David Lee Roth! (R.C.: Isso mesmo). Não me lembro o nome da música, mas eu gosto desse álbum. É o segundo, né? (R.C.: Tirando o EP, é do segundo disco, Skyscraper). Engraçado é que o primeiro álbum tem a versão espanhola (‘Sonrisa Salvaje’) e é muito legal. (R.C.: Van Halen é uma de suas bandas preferidas e você não fez turnê com eles, mas com o David Lee Roth sim, inclusive para o festival ‘Live’n’Louder’). Sim, um amigo outro dia brincou comigo perguntando se eu tivesse muito dinheiro se traria o Van Halen. Eu disse que não. (R.C.: Por que?) Explico. Porque eu ia querer ver o show e não trabalhar. (risos) Quando a gente fez o David Lee Roth foi um sonho realizado, algo que eu sempre tive vontade. Foi uma realização. E aquela banda dele era fantástica. Bem, e essa formação da música que estou ouvindo então nem se fala!” David Lee Roth – Perfect Timing, Álbum: Skyscraper

    “Marillion. Em breve tocarão aqui no Brasil novamente. E quer saber, eu acho essa ‘Uninvited Guest’ uma das melhores da banda. (R.C.: Deveria ter uma cláusula no contrato obrigando-os a tocar essa música!) E deveriam! (risos) Eu assisti shows do Fish e do Marillion, mas devo dizer que sempre gostei do que vi com o Steve Hogarth. Vi os primeiros shows com ele em Barcelona, onde morava na época. (R.C.: Eles vieram ao Brasil no ‘Hollywood Rock’, abrindo para o Bon Jovi, nesta mesma fase). Fazer esta turnê do Marillion vai me dar muito prazer, do mesmo jeito que foi o do Blue Öyster Cult. Você vai a um show do Marillion e sempre sai satisfeito. Parece que acabou de tomar um banho de cachoeira. (risos)” Marillion – Uninvited Guest, Álbum: Seasons End

    “Esse começo lembra o barulhinho da ‘Holy Diver’… Ah, é Avalanch! Se eu não acertasse isso eles iriam me matar! (risos) O Avalanch está muito bem e acho que agora eles poderão vingar. Já cometi vários erros na minha vida trabalhando como produtor e um deles foi colocar o Avalanch para tocar com o Grave Digger aquela vez. Naquele show muita gente xingou os caras, mas os espanhóis não se sentiram ameaçados e seguiram tocando. Eu sei que algumas pessoas gostaram e falaram ‘Deixa os caras tocarem’, mas eu passei um baita sufoco aquele dia! (risos) Mas eles progrediram bastante musicalmente. Essa música é legal!” Avalanch – In the name of God Malefic Time,  Álbum: Apocalypse

    “Scorpions! Nossa, se eu errasse essa o Matthias (Jabs) ia me mandar para aquele lugar… (risos) O Rudolf (Schenker) sempre me escreve e conta várias histórias. Por sinal, quem não leu o livro do Rudolf Schenker pode ir atrás. Eu sei que foi lançado em Portugal, então dá para os brasileiros. Desde 2004, aprendi que além de ser uma grande banda e todas essas coisas, o Scorpions é a mais profissional que existe. Todo mundo reclama, fala que eles são metidos e que andam com as Mercedes deles, que fazem pedidos ‘xaropes’, mas esses caras estão dando o sangue desde os anos 60. Até hoje Rudolf pula no palco como um animal e o show deles é muito bom, com grande carisma e interação. O Klaus (Meine) cuida bem da voz dele, não exagera em nada, e está aí até hoje cantando bem. Eles não perderam a postura! O James (Kottak) é aquele americanão ‘showman’ na bateria, algo que dá prazer de ver. Eu hoje me considero amigo deles. O positivismo do Rudolf é algo incrível e por isso a leitura do livro dele é indicada. Não são só aquelas histórias de bandas, mas muita coisa interessante.” Scorpions – Blood Too Hot, Álbum: Unbreakable

    “Me lembrou o Mötley Crüe… Putz, não é, espere! W.A.S.P., não é? (R.C.: Não). Udo? Opa, espera, é o Accept mesmo! Viajei aqui. (risos) Me confundi, mas de que disco é essa? (R.C.: Do Russian Roulette). Outra banda que ninguém falava e agora está todo mundo falando bem. Lembro que trouxe o U.D.O. pela primeira vez. Ele é meio tímido, caladão, mas no palco o show é muito bom!” Accept – Monsterman, Álbum: Russian Roulette

    “(R.C.: Demora para arriscar). Rainbow? (R.C.: Não). Espera aí, essas guitarras eu conheço… É o Barón Rojo! (R.C.: Sim). Era uma banda muito boa! (R.C.: Nos anos 80 era muito comum ouvirmos bandas espanholas, francesas, argentinas e depois isso foi mudando). Uma pena que aconteceu isso. Você me surpreendeu tocando Barón Rojo e Obús. Mesmo assim, lembro que o Herois Del Silencio e o Rata Blanca tocaram no Brasil. (R.C.: Isso mesmo!) Eu vi que você falou outro dia com os chilenos do Alquimia. (R.C.: Sim, a entrevista está no site da Roadie Crew). Boa banda! Tomara que retomem este intercâmbio de novo com a América do Sul e Espanha!” Barón Rojo – El malo, Álbum: Metalmorfosis

    “Amo essa música e é um puta disco esse o do Shaman. Foi uma alegria ter participado e feito história com eles. Outro dia eu estava falando com o Luis (Mariutti) sobre isso. Comentei que faltou inteligência para eles. Sempre que falo com eles eu comento que poderia ter sido, depois do Sepultura, maior que o Angra. Começou do nada e depois conseguiram várias coisas. Estreou no Via Funchal, teve música em novela, número 1 na 89FM, capas de revistas… Oito meses depois da estreia lotaram o Credicard Hall para gravar o DVD. Grandes músicos e um ótimo vocalista! Só digo que faltou inteligência.”Shaman – Ritual, Álbum: Ritual