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  • DAVID GILMOUR descobre que sua mansão à venda pertence ao Rei Charles

    DAVID GILMOUR descobre que sua mansão à venda pertence ao Rei Charles

    Dos excessos à vida na estrada, existem muitas preocupações na vida de um músico. Entretanto, David Gilmour parece ter encontrado um novo problema nunca antes enfrentado por um rockstar. No meio do processo de vender uma de suas mansões — na qual mora com sua esposa, Polly Samson —, o guitarrista e vocalista do Pink Floyd descobriu que o imóvel pertence na verdade à Coroa britânica. Por isso, irá precisar regularizar a situação antes de poder fechar qualquer negócio. Gilmour adquiriu a mansão conhecida como Medina House — que tem seis quartos e fica na cidade de Hove — através de sua empresa Hoveco Ltd. Três anos depois, a companhia foi dissolvida e seu patrimônio não foi transferido para ninguém. O músico era o único diretor listado na papelada, então, ao que tudo indica, considerava que o processo era automático. Entretanto, de acordo com a legislação inglesa, todo bem pertencente a uma empresa que não existe mais automaticamente se torna “bono vacantia”, vago aos olhos da lei. Por isso, passam a pertencer à Coroa. Quando essa dissolução ocorreu, a mansão se tornou propriedade da Rainha Elizabeth II. Com sua morte em 2022, passou automaticamente para seu filho, Rei Charles III. Esse desentendimento colocou em pausa o processo de venda da Medina House, que estava listada no mercado por cerca de R$ 73 milhões. Agora, Gilmour deu entrada com um processo no Tribunal Superior de Londres para reaver a propriedade da mansão.
    Foto: Anton Corbijn

    Caso envolvendo David Gilmour é raríssimo

    Segundo especialistas jurídicos entrevistados pelo Daily Mail, o caso é tão raro a ponto de ser potencialmente único na história da Inglaterra. Essa, contudo, não é a única polêmica envolvendo o imóvel ao longo dos anos. Quando David Gilmour e Polly Samson adquiriram a propriedade em 2011, o imóvel era um antigo banho turco dilapidado. O casal começou então uma reforma drástica que enfureceu a vizinhança, pois não apenas demoliram a estrutura antiga, mas o novo projeto também diminuiria a luz natural para algumas das casas em volta.
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  • A melhor performance de DAVID GILMOUR segundo STEVE ROTHERY (MARILLION)

    A melhor performance de DAVID GILMOUR segundo STEVE ROTHERY (MARILLION)

    David Gilmour é um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Seu trabalho no Pink Floyd serve como referência no que diz respeito a explorar as possibilidades do instrumento e sua capacidade de expressar emoção através de solos. Mas qual seria a melhor performance dele? Ao fazer sua escolha, Steve Rothery destacou um dos momentos mais icônicos do músico. Em entrevista à Prog num especial celebrando a carreira de Gilmour, o guitarrista do Marillion foi um de 30 nomes escolhidos para opinar sobre as melhores performances do ídolo. Rothery selecionou “Shine on You Crazy Diamond”, do Pink Floyd. Ele escreveu: “Ouvi essa música pela primeira vez à noite, numa praia em Whitby, num toca-fitas portátil. Aquilo me fez querer ser um guitarrista profissional. É o mais perto da perfeição que dá pra chegar. Eu adoro os sons dos sintetizadores de Rick Wright e o estilo épico do Gilmour, como aquele fraseado de quatro notas ressoa de maneira tão linda.” Steve destaca que tal performance “cria um filme na sua cabeça”. Ele complementa: “É tão incrivelmente visual. É um exemplo perfeito dos quatro músicos [Gilmour, Wright, Roger Waters e Nick Mason] criando algo que só poderia vir daquelas personalidades.”

    O momento de destaque de David Gilmour

    “Shine on You Crazy Diamond” é, na realidade, uma suíte dividida em partes que abrem e fecham o álbum Wish You Were Here (1975). Tanto a música quanto o disco em geral são uma homenagem do Pink Floyd ao seu frontman original, Syd Barrett. A faixa surgiu a partir da frase de quatro notas citada por Steve Rothery, composta por David Gilmour. O tema fez Roger Waters pensar na figura de Barrett, que havia se afastado dos holofotes após um colapso mental — descobriu-se posteriormente que ele tinha esquizofrenia e que o uso de drogas potencializou a situação. A figura do amigo virou um símbolo para os efeitos nocivos da fama em músicos. A composição foi trabalhada pela banda ao longo de uma turnê francesa em 1974 e se tornou a espinha dorsal do álbum. Originalmente, era para a música ocupar um lado inteiro do vinil, tal qual “Echoes”, presente em Meddle (1971). Entretanto, os integrantes acharam melhor separar em duas metades para melhor introduzir e concluir os temas de Wish You Were Here. Após o sucesso internacional de The Dark Side of the Moon, o grupo passou por um período de bloqueio criativo e desilusão com a indústria musical. E o novo álbum explorava todas as facetas disso, seja relações com executivos da gravadora, a sensação de fazer parte de uma engrenagem capitalista ou os arrependimentos relacionados aos amigos que ficaram pelo caminho. Wish You Were Here veio a ser um sucesso estrondoso de vendas, com mais de 20 milhões de cópias vendidas, e gerou algumas das canções mais famosas do Pink Floyd. Entre elas, a faixa-título e, sim, “Shine on You Crazy Diamond”.
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  • BODY COUNT traz DAVID GILMOUR para participar em versão de “Comfortably Numb” (PINK FLOYD)

    BODY COUNT traz DAVID GILMOUR para participar em versão de “Comfortably Numb” (PINK FLOYD)

    O Body Count disponibilizou nesta sexta-feira (20), pelas plataformas digitais, uma versão para “Comfortably Numb”, do Pink Floyd. Como diferencial, a faixa traz participação do guitarrista e vocalista David Gilmour, um dos autores da canção original do álbum The Wall (1979). O comunicado destaca que a banda liderada por Ice-T ofereceu uma nova letra, escrita pelo próprio rapper, cantor e ator, à música em questão. A releitura estará presente em Merciless, próximo álbum do lendário grupo americano, que chega em 22 de novembro pela Century Media Records. Ouça a seguir:

    Ice-T e David Gilmour comentam versão

    Em nota, Ice-T destaca: “Para mim, ‘Comfortably Numb’ é uma música introspectiva — sou eu reconhecendo que estou mais velho agora. Estou dizendo à geração mais jovem, você tem duas escolhas: você pode manter a chama acesa ou pode desistir. Sou eu tentando dar sentido ao que está acontecendo, mas também apontando que estamos todos em um lugar onde não temos que encarar a realidade. Temos TVs de tela plana e pipoca, e podemos simplesmente sentar e assistir ao caos do mundo como se fosse um programa de TV. Não parece real até que apareça na sua porta. Eu também estou um pouco entorpecido (‘numb’) — todos nós estamos.” David Gilmour, por sua vez, acrescenta: “A versão de ‘Comfortably Numb’ do Body Count é bem radical, mas a letra realmente me impressionou. Fico surpreso que uma música que escrevi há quase 50 anos esteja de volta com essa ótima nova abordagem. Eles a tornaram relevante novamente. O contato inicial do Ice-T foi para permissão para usar a música, mas pensei em me oferecer para tocar nela também. Gosto da nova letra, eles falam sobre o mundo em que vivemos agora, o que é bem assustador. Ice-T e o Body Count tocaram em Londres recentemente, infelizmente não pude ir, mas se surgisse outra oportunidade de tocar com eles, eu a aproveitaria.”
    Foto: Dirk Behlau
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