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  • CHARLIE BENANTE (ANTHRAX) lançará álbum solo de covers com vários convidados ilustres

    CHARLIE BENANTE (ANTHRAX) lançará álbum solo de covers com vários convidados ilustres

    Durante a pandemia, o baterista (e multi-instrumentista) do Anthrax, Charlie Benante, tem sido um dos músicos que mais deu as caras no YouTube fazendo ‘collabs’, tocando músicas de diversas bandas de vários estilos. Dessas collabs surgiu a ideia de lançar no próximo dia 14 de maio, via Megaforce Records, o álbum de covers Silver Linings. O material reúne 14 músicas da série de Benante de vídeos “Quarantine Jam”, além de participações de várias estrelas do thrash metal e do rock and roll. Parte da receita de Silver Linings será destinada à Neal Casal Music Foudation, organização que fornece instrumentos musicais e aulas para estudantes e que também faz doações para organizações de saúde mental que apoiam músicos necessitados.

    “Em fevereiro do ano passado, com o COVID e todas as outras merdas que estavam acontecendo, eu estava colado 24 horas ao ciclo de notícias na TV e no meu telefone, e comecei a ficar bastante deprimido. Minha namorada disse que eu precisava me desligar das notícias e sugeriu que eu fizesse algo criativo, fosse arte, bateria ou compor novas músicas, e ela estava certa”, explicou.

    Benante pôs a sugestão de sua namorada em prática e voltou a se animar tocando com sua bateria eletrônica músicas que ouvia na infância e outras mais atuais. “Eu sabia que muitos dos meus amigos músicos estavam passando pela mesma coisa que eu, então comecei a perguntar se eles queriam se envolver, tocar algumas músicas comigo, talvez fazer um vídeo… Foi assim que tudo começou”, relembrou.

    Foto: Divulgação

    Ao longo da série “Quarentine Jam”, Benante realizou ‘collabs’ com seus parceiros de Anthrax – Scott Ian, Joey Belladonna, Jon Donais e Frank Bello -, com sua namorada Carla Harvey (Butcher Babies) e também com Corey Taylor (Slipknot/StoneSour), Ra Diaz (Suicidal Tendencies), Mark Osegueda (Death Angel), Alex Skolnick (Testament), Dave “Snake” Sabo (Skid Row), John 5 (Rob Zombie), PJ Farley (Trixter) e Corey Glover (Living Colour), entre outros.

    Algumas das músicas executadas por Benante e seus amigos eram de bandas e artistas como Rush, Iron Maiden, Living Colour, RUN-DMC, S.O.D., Massive Attack, Tom Petty, Beastie Boys, U2 e vários outros.

    Confira o tracklist completo de Silver Linings e a respectiva lista de convidados:

    1 City of Blinding Lights (U2): Benante, Frank Bello, Mark Osegueda

    2 Chloe Dancer / Crown of Horns (Mother Love Bone): Benante, Mark Osegueda, Mark Menghi (Metal Allegiance)

    3 Teardrop (Massive Attack): Benante, Carla Harvey, Ra Diaz

    4 Run DMC (Run-DMC): Benante, Darryl “DMC” McDaniel, Rob Caggiano (Volbeat), Ra Diaz

    5 Rhiannon (Fleetwood Mac): Benante, Mark Menghi, Jennifer Cella, Randy McStine

    6 Yer So Bad (Tom Petty): Benante, Carla Harvey, Ra Diaz

    7 Transylvania (Iron Maiden): Benante, Dave “Snake” Sabo, Frank Bello, Jon Donais

    8 Presto Vivace (U.K.): Benante, Ra Diaz, Jordan Rudess, Alex Skolnick

    9 Bad Guy (Billie Eilish): Benante, Ra Diaz

    10 Jimmy James (Beastie Boys): Benante, Ra Diaz

    11 All the Way (Kiss): Benante, PJ Farley, Joe McGinness, John 5

    12 Mr. Speed (Kiss): Benante, PJ Farley, Joe McGinness,

    13 Public Image (Public Image): Benante, Hank Von Hell, Dave Brownsound, Jason “Cone” McCaslin

    14 Funny Vibe (Living Colour): Benante, Ra Diaz, Corey Glover, Henry Flury

    A capa de Silver Linings foi criada por um amigo de Benante, o artista Brian Ewing, cuja arte ele sempre amou. “Acho que ele fez um ótimo trabalho”, elogiou o baterista. “E a arte da embalagem liga-se ao meu fascínio pelo horror”, completou.

    Apesar de levar seu nome, o álbum não é encarado por Charlie Benante como um trabalho solo. “Este não é um álbum solo”, afirmou. “Este é um álbum das minhas canções favoritas feitas com alguns de meus amigos durante um período muito obscuro. Encontramos uma luz brilhante e este é o resultado dessa luz. Eu estava e estou muito feliz que meus amigos músicos tenham vindo a bordo e ajudado a tornar este álbum o que é. Eu agradeço à todos eles, e todos eles fizeram um trabalho fantástico. Apesar de toda a escuridão que experimentamos no ano passado, há ‘lados positivos’ (tradução para a expressão ‘silver linings’), e é  por isso que escolhi esse título para o álbum”, concluiu.

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  • AL JOURGENSEN (MINISTRY) e CHARLIE BENANTE (ANTHRAX) se unem à DAVID ELLEFSON (MEGADETH) em cover do CHEAP TRICK

    AL JOURGENSEN (MINISTRY) e CHARLIE BENANTE (ANTHRAX) se unem à DAVID ELLEFSON (MEGADETH) em cover do CHEAP TRICK

    David Ellefson, baixista do Megadeth, acaba de lançar o primeiro videoclipe de seu novo álbum solo, No Cover, que, apesar do título, é repleto de covers de clássicos do hard rock, do punk e do heavy metal. A música escolhida para clipe foi Auf Wiedersehen, do Cheap Trick (gravada no álbum Heaven Tonight, de 1978). No Cover é um álbum o qual Ellefson apresenta inúmeros convidados ilustres. Para Auf Wiedersehen, além dos integrantes de sua banda solo, o sócio Thom Häzäert (vocal) e Andy Martongelli (guitarra), Ellefson conta os lendários Al Jourgensen (Ministry) e o baterista Charlie Benante (Anthrax). Assista:

    Em No Cover, David Ellefson traz também versões para outras doze músicas de grandes nomes que o influenciaram na música pesada, tais como Motörhead, W.A.S.P., Def Leppard, Queen, Judas Priest, Twisted Sister, Fastway, Fight e Dead Kennedys. Além de HäzäertMartongelli, mais Paolo Caridi (bateria), que formam o line up fixo, Ellefson tem em seu novo trabalho os mencionados Benante e Jourgensen, e várias outras estrelas: Eddie “Finger” Ojeda (Twisted Sister), Brandon Yeagley (Crobot), Dirk Verbeuren (Megadeth/Cadaver), Frank Hannon e Troy Lucketta (Tesla), Mark Slaughter (Slaughter/ex-Vinnie Vincent Invasion), Jason McMaster (Dangerous Toys/ex-Watchtower/Evil United), Greg Handevidt (Kublai Khan/ex-Megadeth), Jimmy DeGrasso (ex-Megadeth, Ratt, Black Star Riders, Fiona, Y&T, White Lion, David Lee Roth), Chuck Behler (ex-Megadeth), Gus G (Firewind/ex-Ozzy Osbourne), John Aquilino (Icon), Doro Pesch, Dave McClain (Sacred Reich/ex-Machine Head), Dave Alvin (White Trash), Todd Kerns (Slash ft. Myles Kennedy & The Conspirators), Andrew Freeman (Last In Line), Jacob Bunton (Mick Mars), Dead By Wednesday e outros.

    Com produção de Ellefson e Häzäert , junto com Martongelli, engenharia de som de Alessio Garavello, Matt LaPlant (Nonpoint, Lil ‘Jon, Skindred) e John Aquilino, e mixagem de Garavello, Randy Burns (Megadeth) e outros, No Cover é descrito pelo baixista como um tributo colaborativo e uma homenagem amorosa a alguns de seus artistas favoritos.

    Al Jourgensen (Ministry) e David Ellefson (Megadeth)

    “Antes de qualquer um de nós começarmos a compor nossas próprias músicas, todos começamos a tocar covers de nossos heróis durante nossos anos de formação como músicos. Então, é divertido voltar no tempo e revisitar as músicas que nos ajudaram a nos tornar os artistas que somos hoje, especialmente quando, ironicamente, muitos desses artistas se tornaram colegas e amigos. Durante o processo de gravação de alguns covers para ‘b-sides’ e faixas bônus para o próximo LP solo do Ellefson, Thom e eu dissemos: ‘Isso é ótimo, vamos fazer um álbum inteiro de covers!’. Literalmente, em duas semanas gravamos as músicas e começamos a chamar nossos amigos para se juntarem a nós, muitos dos quais acabamos de apresentar no (festival capitaneado pelo Megadeth) “MegaCruise” em outubro (de 2019). A partir daí, o álbum simplesmente se encaixou”, disse Ellefson.

    “Muitos de nossos amigos tocaram covers e fizeram jam sessions pela Internet durante a quarentena/pandemia, então isso é realmente apenas uma extensão disso, mas subimos o nível seguinte e gravamos um álbum de estúdio completo. De qualquer maneira, trabalhamos remotamente, já que estamos (espalhados) por todo o globo, por isso foi fácil incorporar alguns convidados com algumas performances excelentes. Foi um aceno muito divertido fazer ótimas músicas com nossos amigos, que são músicos incríveis e, por si só, lendários – razão pela qual entramos nisso de cara!”, completou.

    O vocalista, co-produtor e sócio de Ellefson em alguns negócios, Häzäert também comentou: “São músicas e artistas que realmente influenciaram mutuamente a mim e a David, especialmente muito do início do metal e do hard rock clássico. Algumas coisas eu escolhi, outras ele escolheu, mas na maior parte são todos os artistas que nós dois amamos. O que é engraçado é que como há pouca diferença de idade, às vezes éramos mais influenciados por diferentes épocas das mesmas bandas. Mas ele realmente dizia: ‘Vamos fazer essa música’, e eu respondia: ‘Sim! Vamos fazer essa música’. E antes que percebêssemos, tínhamos mais de quinze músicas. Há muitas faixas de álbuns, raridades, músicas antigas, coisas que as pessoas não esperam, e isso é o que foi tão divertido”, explicou.

    David Ellefson e seu parceiro Thom Häzäert | Foto: Melody Myers

    “Também foi ótimo termos sido capazes de trabalhar com muitas pessoas relacionadas à história de David, tendo Chuck Behler (baterista do Megadeth no álbum So Far, So Good… So What!, de 1988) tocando conosco, trazendo o guitarrista original do Megadeth, Greg Handevidt, para tocar em Love Me Like A Reptile (do Motörhead), que é uma música que eles tocavam nas bandas covers deles antes de se mudarem para Los Angeles (sobre a qual escrevemos no (livro) More Life With Deth – biografia de Ellefson), e Randy Burns (que trabalhou no álbum Peace Sells… But Who’s Buying?, de 1986), que vai mixar uma ou duas músicas. Como vocalista, essas são, literalmente, bandas que ouvi e fiz cover toda a minha vida, e, para mim, tocar com Eddie Ojeda, com os caras do Tesla, Charlie Benante, Jason McMaster, Mark Slaughter e etc., e cantar essas músicas, significa muito para mim. Quero dizer, literalmente, o álbum inteiro é um balde de nomes de pessoas com quem eu adoraria tocar e algumas das minhas bandas favoritas. Portanto, é realmente uma honra reunir algo tão divertido e tão fácil quanto isso. É realmente uma carta de amor ao rock and roll, uma homenagem ao que. musicalmente, nos fez quem somos hoje”, acrescentou o vocalista.

    O primeiro álbum solo de David Ellefson foi Sleeping Giants, de 2019. O material reunia composições de Ellefson em parceria com Häzäert, além de faixas demo e outras inéditas de projetos pelos quais o baixista se envolveu ao longo dos anos.

    No Cover está sendo lançado na América do Norte via Combat Records/EMP/Amped, Europa por EARMusic/Combat e Japão por Ward Records/Combat.

    Recentemente, Ellefson, assim como o estreante Dirk Verbeuren e Kiko Loureiro terminaram de gravar suas partes para o aguardado próximo álbum do Megadeth. O 16° álbum da carreira da banda sucederá o premiado Dystopia (2016), que ganhou o Grammy Awards na categoria “Melhor Performance de Metal” com a música de mesmo nome.

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