Categoria: Agenda Internacional

  • LIVING COLOUR – PORTO ALEGRE (RS)

    LIVING COLOUR – PORTO ALEGRE (RS)

    Top Link Music confirma a chegada da “The Best of 40 Years Tour” ao Brasil e à América Latina, trazendo uma das bandas mais influentes do rock contemporâneo. Informações sobre vendas de ingressos nas redes sociais da Top Link Music @toplinkmusic.

    Em 2026, a banda Living Colour desembarca na América Latina para a aguardada turnê “The Best of 40 Years Tour”, produzida pela Top Link Music. No Brasil, as apresentações acontecem em 26/02 em Porto Alegre, 27/02 em São Paulo, 28/02 no Rio de Janeiro e 01/03 em Curitiba, além de shows em cidades da Argentina e Chile. A turnê celebra quatro décadas de inovação musical, letras de forte impacto social e sucessos que marcaram gerações.

    Formado em Nova Iorque em 1984 pelo guitarrista Vernon Reid, o Living Colour sempre foi reconhecido por romper barreiras sonoras, misturando rock, metal, funk, jazz, punk e hip-hop de forma única. A banda ganhou projeção mundial após ser descoberta por Mick Jagger, que não apenas apresentou o grupo ao grande público como também os convidou para abrir shows do Rolling Stones, uma parceria que ajudou a impulsionar a carreira do quarteto em escala global.

    Atualmente, o Living Colour é formado por Corey Glover (vocais), dono de uma interpretação poderosa e presença de palco marcante; Vernon Reid (guitarra), responsável por riffs intensos e solos inovadores; Will Calhoun (bateria), que alia técnica e criatividade rítmica; e Doug Wimbish (baixo), músico renomado que, além de sua longa trajetória com o Living Colour, construiu uma carreira respeitadíssima como baixista de estúdio e de turnês, colaborando com nomes como Rolling Stones, Madonna, Jeff Beck, Seal, Annie Lennox, Joe Satriani, entre muitos outros.

    O grupo conquistou reconhecimento mundial com o álbum de estreia “Vivid” (1988), que trouxe hinos como “Cult of Personality” – vencedor do Grammy de Melhor Performance Hard Rock e até hoje um dos maiores clássicos do rock moderno. Em seguida, lançaram “Time’s Up” (1990), também premiado com Grammy, ampliando a sonoridade e a crítica social que sempre caracterizaram a banda. Trabalhos posteriores, como “Stain” (1993), “Collideøscope” (2003), “The Chair in the Doorway” (2009) e “Shade” (2017), consolidaram o Living Colour como uma banda que vai muito além da nostalgia, mantendo-se relevante e em constante evolução.

    Na turnê de 40 anos, os fãs poderão reviver momentos históricos com um repertório que passeia por toda a carreira, incluindo clássicos como “Cult of Personality”, “Love Rears Its Ugly Head”, “Glamour Boys” e “Type”, além de surpresas que reafirmam a vitalidade artística da banda. A produção promete uma experiência intensa, com som de alta qualidade, iluminação impactante e a energia inconfundível de quatro músicos que continuam a inspirar e desafiar convenções.

    LIVING COLOUR – THE BEST OF 40 YEARS TOUR:

    22/02 – Mendoza (ARG) @ 23 Rios Craftbeer
    24/02 – Buenos Aires (ARG) @ C Art Media
    26/02 – Porto Alegre (BRA) @ Opinião
    27/02 – São Paulo (BRA) @ Tokio Marine Hall
    28/02 – Rio de Janeiro (BRA) @ Sacadura 154
    01/03 – Curitiba (BRA) @ Live Curitiba
    03/03 – Santiago (CHI) @ Teleton

  • SHONEN KNIFE – SÃO PAULO (SP)

    SHONEN KNIFE – SÃO PAULO (SP)

    No dia 14 de dezembro, o Cine Joia em São Paulo/SP recebe uma visita inédita e histórica: o lendário trio feminino japonês Shonen Knife traz seu pop punk, uma espécie de Ramones bubblegum que emocionou e alucinou Kurt Cobain. O líder do Nirvana não apenas era fã declarado da banda de Osaka, como também as convidou pessoalmente para abrir os shows da turnê europeia do Nirvana em 1991. Será show único no Brasil com realização da Maraty.

    Ingresso: https://fastix.com.br/events/shonen-knife

    “Senti-me como uma garota de nove anos num show dos Beatles”, disse nos idos de 1990 Cobain após vê-las ao vivo pela primeira vez. “Estava chorando, pulando, arrancando os cabelos… foi incrível. Nunca fiquei tão empolgado na vida”, completou à época.

    A admiração era tamanha que Cobain chegou a pedir à guitarrista Naoko Yamano para aprender os acordes de “Twist Barbie” e tocou a música em um show secreto do Nirvana. Ele também revelou que ouvia o álbum Burning Farm todos os dias, até que, tomado pela emoção, começou a chorar: “Não podia acreditar que três pessoas de uma cultura tão diferente conseguiam escrever músicas tão boas”.

    Shonen Knife foi formada em 1981 pelas irmãs Naoko e Atsuko, muito antes de termos como riot grrrl e girl rock entrarem no vocabulário musical. O trio feminino já quebrava cordas de guitarra com alegria ao som de covers importados dos Ramones.

    Assim como o grupo cult japonês The 5,6,7,8s, o Shonen Knife atravessou décadas de transformações musicais, mantendo-se fiel ao que sabe fazer de melhor: despejar sua contagiante e otimista versão de pop punk.
    Apesar dos muitos anos na estrada, o entusiasmo do trio por apresentações ao vivo continua sendo um espetáculo à parte, enquanto exploram um vasto catálogo que vai do thrash rock sólido até melodias dignas de parada de sucessos.

    A banda é tão cultuada que, em 1989, foi lançado um disco tributo às japonesas, chamado Every Band Has a Shonen Knife Who Loves Them, que reuniu uma seleção poderosa de bandas alternativas e punk da época, como L7, Sonic Youth, Redd Kross, Lunachicks e outras.

    O disco virou uma espécie de selo de aprovação underground, mostrando que, mesmo sem grandes gravadoras ou hits comerciais, o Shonen Knife influenciava profundamente a cena alternativa global.

    Outro fato interessante é que a Shonen Knife participou em 1994 da coletânea If I Were a Carpenter, um álbum em homenagem aos Carpenters. Nessa coletânea, bandas alternativas reinterpretaram clássicos da dupla Karen e Richard Carpenter e o Shonen Knife contribuiu com uma versão irreverente de “Top of the World”, transformando a balada suave em um hino pop punk cheio de energia.

    SERVIÇO

    Shonen Knife pela 1ª vez em São Paulo

    Data: 14 de dezembro

    Local: Cine Joia (Pça. Carlos Gomes 82, São Paulo, SP)

    Ingresso: https://fastix.com.br/events/shonen-knife

    Mais informações

    www.instagram.com/shonenknifeofficial

    www.instagram.com/agenciapowerline

    www.instagram.com/drmrs_entertainment

    www.instagram.com/tedesco.com.midia

  • DEATH TO ALL – BELO HORIZONTE (MG)

    DEATH TO ALL – BELO HORIZONTE (MG)

    Death To All, projeto/turnê-tributo com ex-membros da banda norte-americana Death, anuncia turnê no Brasil em janeiro de 2026 que celebra os clássicos álbuns Spiritual Healing e Symbolic, que respectivamente completam 35 e 30 anos desde o lançamento oficial na década de 1990.

    Overload produz quatro datas: Porto Alegre (20/01, no Opinião), Curitiba (21/01, no Tork n Roll), São Paulo (24/01, no Carioca Club) e Belo Horizonte (25/01, no Mister Rock). Os ingressos já estão à venda.

    O Death to All conta com Gene Hoglan (baterista em Individual Thought Patterns de 1993 e Symbolic, de 1995), Steve DiGiorgio (baixista em Human de 1991 e Individual Thought Patterns, de 1993) e Bobby Koelble (guitarrista em Symbolic), além de Max Phelps (Exist, ex-Cynic) na guitarra e nos vocais.

    “Chegou a hora de comemorar alguns marcos do catálogo do Death”, declara Hoglan. “São 30 anos de Symbolic e 35 anos de Spiritual Healing! Duas eras muito diferentes, mas igualmente importantes do Death. Vai ser um prazer representar esses dois álbuns”, ele completa.

    Hoglan acrescenta: “Será uma noite incrível homenageando o grande Chuck Schuldiner, como só o Death to All sabe fazer”.

    Symbolic foi o sexto álbum de estúdio do Death, lançado em março de 1995 pela Roadrunner Records. O álbum representa uma transição no som da banda, mantendo elementos de death metal técnico, mas incorporando progressividade, mais melodias e tem estruturas mais elaboradas. “Crystal Mountain”, “Symbolic”, “Perennial Quest”, “Empty Words” e “1,000 Eyes” são petardos deste registro.

    Spiritual Healing foi o terceiro álbum do Death, lançado em fevereiro de 1990. Em vez de focar em horror visceral ( gore e temas macabros) como nos dois primeiros discos, as letras aqui passaram a tratar de problemas sociais, como genética, tele-evangelismo, doença mental e deficiência física. Musicalmente, também há evolução: riffs mais técnicos, melodias mais presentes, variações de tempo, partes mais “melódicas” intercaladas com agressividade.

    SERVIÇO

    Death To All em Belo Horizonte/MG

    Data: 25 de janeiro de 2026

    Local: Mister Rock (Av. Tereza Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte – MG)

    Ingresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/deathtoall-belohorizonte

  • DEATH TO ALL – SÃO PAULO (SP)

    DEATH TO ALL – SÃO PAULO (SP)

    Death To All, projeto/turnê-tributo com ex-membros da banda norte-americana Death, anuncia turnê no Brasil em janeiro de 2026 que celebra os clássicos álbuns Spiritual Healing e Symbolic, que respectivamente completam 35 e 30 anos desde o lançamento oficial na década de 1990.

    Overload produz quatro datas: Porto Alegre (20/01, no Opinião), Curitiba (21/01, no Tork n Roll), São Paulo (24/01, no Carioca Club) e Belo Horizonte (25/01, no Mister Rock). Os ingressos já estão à venda.

    O Death to All conta com Gene Hoglan (baterista em Individual Thought Patterns de 1993 e Symbolic, de 1995), Steve DiGiorgio (baixista em Human de 1991 e Individual Thought Patterns, de 1993) e Bobby Koelble (guitarrista em Symbolic), além de Max Phelps (Exist, ex-Cynic) na guitarra e nos vocais.

    “Chegou a hora de comemorar alguns marcos do catálogo do Death”, declara Hoglan. “São 30 anos de Symbolic e 35 anos de Spiritual Healing! Duas eras muito diferentes, mas igualmente importantes do Death. Vai ser um prazer representar esses dois álbuns”, ele completa.

    Hoglan acrescenta: “Será uma noite incrível homenageando o grande Chuck Schuldiner, como só o Death to All sabe fazer”.

    Symbolic foi o sexto álbum de estúdio do Death, lançado em março de 1995 pela Roadrunner Records. O álbum representa uma transição no som da banda, mantendo elementos de death metal técnico, mas incorporando progressividade, mais melodias e tem estruturas mais elaboradas. “Crystal Mountain”, “Symbolic”, “Perennial Quest”, “Empty Words” e “1,000 Eyes” são petardos deste registro.

    Spiritual Healing foi o terceiro álbum do Death, lançado em fevereiro de 1990. Em vez de focar em horror visceral ( gore e temas macabros) como nos dois primeiros discos, as letras aqui passaram a tratar de problemas sociais, como genética, tele-evangelismo, doença mental e deficiência física. Musicalmente, também há evolução: riffs mais técnicos, melodias mais presentes, variações de tempo, partes mais “melódicas” intercaladas com agressividade.

    SERVIÇO

    Data: 24 de janeiro de 2026

    Local: Carioca Club Pinheiros (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo, SP)

    Ingresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/deathtoall-saopaulo

  • DEATH TO ALL – CURITIBA (PR)

    DEATH TO ALL – CURITIBA (PR)

    Death To All, projeto/turnê-tributo com ex-membros da banda norte-americana Death, anuncia turnê no Brasil em janeiro de 2026 que celebra os clássicos álbuns Spiritual Healing e Symbolic, que respectivamente completam 35 e 30 anos desde o lançamento oficial na década de 1990.

    Overload produz quatro datas: Porto Alegre (20/01, no Opinião), Curitiba (21/01, no Tork n Roll), São Paulo (24/01, no Carioca Club) e Belo Horizonte (25/01, no Mister Rock). Os ingressos já estão à venda.

    O Death to All conta com Gene Hoglan (baterista em Individual Thought Patterns de 1993 e Symbolic, de 1995), Steve DiGiorgio (baixista em Human de 1991 e Individual Thought Patterns, de 1993) e Bobby Koelble (guitarrista em Symbolic), além de Max Phelps (Exist, ex-Cynic) na guitarra e nos vocais.

    “Chegou a hora de comemorar alguns marcos do catálogo do Death”, declara Hoglan. “São 30 anos de Symbolic e 35 anos de Spiritual Healing! Duas eras muito diferentes, mas igualmente importantes do Death. Vai ser um prazer representar esses dois álbuns”, ele completa.

    Hoglan acrescenta: “Será uma noite incrível homenageando o grande Chuck Schuldiner, como só o Death to All sabe fazer”.

    Symbolic foi o sexto álbum de estúdio do Death, lançado em março de 1995 pela Roadrunner Records. O álbum representa uma transição no som da banda, mantendo elementos de death metal técnico, mas incorporando progressividade, mais melodias e tem estruturas mais elaboradas. “Crystal Mountain”, “Symbolic”, “Perennial Quest”, “Empty Words” e “1,000 Eyes” são petardos deste registro.

    Spiritual Healing foi o terceiro álbum do Death, lançado em fevereiro de 1990. Em vez de focar em horror visceral ( gore e temas macabros) como nos dois primeiros discos, as letras aqui passaram a tratar de problemas sociais, como genética, tele-evangelismo, doença mental e deficiência física. Musicalmente, também há evolução: riffs mais técnicos, melodias mais presentes, variações de tempo, partes mais “melódicas” intercaladas com agressividade.

    SERVIÇO

    Death To All em Curitiba/PR

    Data: 21 de janeiro de 2026

    Local: Tork ‘n Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba)

    Ingresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/deathtoall-curitiba

  • DEATH TO ALL – PORTO ALEGRE (RS)

    DEATH TO ALL – PORTO ALEGRE (RS)

    Death To All, projeto/turnê-tributo com ex-membros da banda norte-americana Death, anuncia turnê no Brasil em janeiro de 2026 que celebra os clássicos álbuns Spiritual Healing e Symbolic, que respectivamente completam 35 e 30 anos desde o lançamento oficial na década de 1990.

    Overload produz quatro datas: Porto Alegre (20/01, no Opinião), Curitiba (21/01, no Tork n Roll), São Paulo (24/01, no Carioca Club) e Belo Horizonte (25/01, no Mister Rock). Os ingressos já estão à venda.

    O Death to All conta com Gene Hoglan (baterista em Individual Thought Patterns de 1993 e Symbolic, de 1995), Steve DiGiorgio (baixista em Human de 1991 e Individual Thought Patterns, de 1993) e Bobby Koelble (guitarrista em Symbolic), além de Max Phelps (Exist, ex-Cynic) na guitarra e nos vocais.

    “Chegou a hora de comemorar alguns marcos do catálogo do Death”, declara Hoglan. “São 30 anos de Symbolic e 35 anos de Spiritual Healing! Duas eras muito diferentes, mas igualmente importantes do Death. Vai ser um prazer representar esses dois álbuns”, ele completa.

    Hoglan acrescenta: “Será uma noite incrível homenageando o grande Chuck Schuldiner, como só o Death to All sabe fazer”.

    Symbolic foi o sexto álbum de estúdio do Death, lançado em março de 1995 pela Roadrunner Records. O álbum representa uma transição no som da banda, mantendo elementos de death metal técnico, mas incorporando progressividade, mais melodias e tem estruturas mais elaboradas. “Crystal Mountain”, “Symbolic”, “Perennial Quest”, “Empty Words” e “1,000 Eyes” são petardos deste registro.

    Spiritual Healing foi o terceiro álbum do Death, lançado em fevereiro de 1990. Em vez de focar em horror visceral ( gore e temas macabros) como nos dois primeiros discos, as letras aqui passaram a tratar de problemas sociais, como genética, tele-evangelismo, doença mental e deficiência física. Musicalmente, também há evolução: riffs mais técnicos, melodias mais presentes, variações de tempo, partes mais “melódicas” intercaladas com agressividade.

    SERVIÇO

    Death To All em Porto Alegre/RS

    Data: 20 de janeiro de 2026

    Local: Opinião (José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa, Porto Alegre/RS)

    Ingresso: https://bileto.sympla.com.br/event/111427

  • FANTAZMAZ – SÃO PAULO (SP)

    FANTAZMAZ – SÃO PAULO (SP)

    Fantazmaz com seu punk rock ácido, feroz e rápido, uma banda de raízes brasileiras atualmente com base em Londres, faz em outubro uma inédita mini-turnê pelo Brasil.

    Serão cinco shows: em São Paulo, dia 17/10, no Bay Area; também na capital, dia 18/10 no Maali, em Campinas; dia 19/10 no festival Lucky Friends Rodeo, em Sorocaba; de volta a São Paulo, dia 23/10 no La Iglesia; e encerra no dia 25/10 na Cervejaria Tarantino, também em São Paulo.

    Ingressos à venda: https://linktr.ee/fantazmaz.

    O primeiro compromisso da Fantazmaz nessa tour é dia 15/10 na loja London Calling, na Galeria do Rock (São Paulo/SP). Será um encontro com os fãs e a banda venderá merchandising neste dia, como o vinil Fantazmaz, o álbum de estreia.

    Nas plataformas digitais, o álbum saiu via Repetente Records, selo de dois músicos do CPM 22, Badauí e Phil Fargnoli junto ao diretor artístico Rick Lion.

    A Fantazmaz é Thamila Zenthöfer (vocal), Raf Oliver (guitarra), Chokis Costa (baixo) e Jamie Oliver (bateria).

    “Estamos super empolgados pra voltar pra casa com os Fantazmaz, depois de tantos anos fora, e ainda levar nosso batera gringo: o Jamie (ex-UK Subs e SNFU) vai com a gente, o que vai deixar a tour ainda mais especial”, conta Thamila.

    Ela conta que desde que começaram a anunciar a turnê, já receberam muitas mensagens de antigos e novos fãs. “Também recebemos várias mensagens de fãs da nossa banda antiga, o Vilania, dizendo que vão colar nos shows. A gente tinha uma fanbase bem fiel”.

    Os shows do Fantazmaz, revela Thamila, são rápidos. “A gente até brinca antes de subir no palco: “bora, show Zeke, né?” Que significa: rapidão, altíssimo e non stop! A gente adora tocar uma música atrás da outra e suar muito”.

    Um música ganha destaque no repertório dos shows, ‘Pobreza é Violência’, que faz parte do disco de estreia bastante elogiado na Europa e com difusão no Brasil pela Repetente Records. “A letra fala sobre a humilhação de viver num país onde a linha tênue entre política e fanatismo religioso é finíssima. Mal posso esperar pra tocar essa ao vivo”.

    Fantazmaz, o disco

    Aliás, a raiva e frustração coletiva de um mundo quase perdido é o combustível da Fantazmaz com seu punk rock ácido no álbum de estreia homônimo.

    “A chance de sairmos desse caos global é mínima e, pra ser sincera, a gente nem se importa mais em explicar o porquê. Tá tudo aí, escancarado. Esse é o sentimento. Escuta o álbum”, comenta a vocalista Thamila Zenthöfer.

    Fantazmaz, o disco, foi gravado no Monolith Studio, na Zona Norte de Londres, conhecido por gravar bandas de metal e HC.

    Fantazmaz, a banda

    Formado em 2019 pela vocalista Thami e pelo guitarrista Raf Oliver, o Fantazmaz encontrou seu cru, som implacável com a adição do baixista Chokito e do ex-baterista do UK Subs, Jamie Oliver.

    Misturando a energia punk com uma presença de palco destemida, eles rapidamente construíram uma reputação de suas performances sem barreiras.

  • FANTAZMAZ – SÃO PAULO (SP)

    FANTAZMAZ – SÃO PAULO (SP)

    Fantazmaz com seu punk rock ácido, feroz e rápido, uma banda de raízes brasileiras atualmente com base em Londres, faz em outubro uma inédita mini-turnê pelo Brasil.

    Serão cinco shows: em São Paulo, dia 17/10, no Bay Area; também na capital, dia 18/10 no Maali, em Campinas; dia 19/10 no festival Lucky Friends Rodeo, em Sorocaba; de volta a São Paulo, dia 23/10 no La Iglesia; e encerra no dia 25/10 na Cervejaria Tarantino, também em São Paulo.

    Ingressos à venda: https://linktr.ee/fantazmaz.

    O primeiro compromisso da Fantazmaz nessa tour é dia 15/10 na loja London Calling, na Galeria do Rock (São Paulo/SP). Será um encontro com os fãs e a banda venderá merchandising neste dia, como o vinil Fantazmaz, o álbum de estreia.

    Nas plataformas digitais, o álbum saiu via Repetente Records, selo de dois músicos do CPM 22, Badauí e Phil Fargnoli junto ao diretor artístico Rick Lion.

    A Fantazmaz é Thamila Zenthöfer (vocal), Raf Oliver (guitarra), Chokis Costa (baixo) e Jamie Oliver (bateria).

    “Estamos super empolgados pra voltar pra casa com os Fantazmaz, depois de tantos anos fora, e ainda levar nosso batera gringo: o Jamie (ex-UK Subs e SNFU) vai com a gente, o que vai deixar a tour ainda mais especial”, conta Thamila.

    Ela conta que desde que começaram a anunciar a turnê, já receberam muitas mensagens de antigos e novos fãs. “Também recebemos várias mensagens de fãs da nossa banda antiga, o Vilania, dizendo que vão colar nos shows. A gente tinha uma fanbase bem fiel”.

    Os shows do Fantazmaz, revela Thamila, são rápidos. “A gente até brinca antes de subir no palco: “bora, show Zeke, né?” Que significa: rapidão, altíssimo e non stop! A gente adora tocar uma música atrás da outra e suar muito”.

    Um música ganha destaque no repertório dos shows, ‘Pobreza é Violência’, que faz parte do disco de estreia bastante elogiado na Europa e com difusão no Brasil pela Repetente Records. “A letra fala sobre a humilhação de viver num país onde a linha tênue entre política e fanatismo religioso é finíssima. Mal posso esperar pra tocar essa ao vivo”.

    Fantazmaz, o disco

    Aliás, a raiva e frustração coletiva de um mundo quase perdido é o combustível da Fantazmaz com seu punk rock ácido no álbum de estreia homônimo.

    “A chance de sairmos desse caos global é mínima e, pra ser sincera, a gente nem se importa mais em explicar o porquê. Tá tudo aí, escancarado. Esse é o sentimento. Escuta o álbum”, comenta a vocalista Thamila Zenthöfer.

    Fantazmaz, o disco, foi gravado no Monolith Studio, na Zona Norte de Londres, conhecido por gravar bandas de metal e HC.

    Fantazmaz, a banda

    Formado em 2019 pela vocalista Thami e pelo guitarrista Raf Oliver, o Fantazmaz encontrou seu cru, som implacável com a adição do baixista Chokito e do ex-baterista do UK Subs, Jamie Oliver.

    Misturando a energia punk com uma presença de palco destemida, eles rapidamente construíram uma reputação de suas performances sem barreiras.

  • FANTAZMAZ – SOROCABA (SP)

    FANTAZMAZ – SOROCABA (SP)

    Fantazmaz com seu punk rock ácido, feroz e rápido, uma banda de raízes brasileiras atualmente com base em Londres, faz em outubro uma inédita mini-turnê pelo Brasil.

    Serão cinco shows: em São Paulo, dia 17/10, no Bay Area; também na capital, dia 18/10 no Maali, em Campinas; dia 19/10 no festival Lucky Friends Rodeo, em Sorocaba; de volta a São Paulo, dia 23/10 no La Iglesia; e encerra no dia 25/10 na Cervejaria Tarantino, também em São Paulo.

    Ingressos à venda: https://linktr.ee/fantazmaz.

    O primeiro compromisso da Fantazmaz nessa tour é dia 15/10 na loja London Calling, na Galeria do Rock (São Paulo/SP). Será um encontro com os fãs e a banda venderá merchandising neste dia, como o vinil Fantazmaz, o álbum de estreia.

    Nas plataformas digitais, o álbum saiu via Repetente Records, selo de dois músicos do CPM 22, Badauí e Phil Fargnoli junto ao diretor artístico Rick Lion.

    A Fantazmaz é Thamila Zenthöfer (vocal), Raf Oliver (guitarra), Chokis Costa (baixo) e Jamie Oliver (bateria).

    “Estamos super empolgados pra voltar pra casa com os Fantazmaz, depois de tantos anos fora, e ainda levar nosso batera gringo: o Jamie (ex-UK Subs e SNFU) vai com a gente, o que vai deixar a tour ainda mais especial”, conta Thamila.

    Ela conta que desde que começaram a anunciar a turnê, já receberam muitas mensagens de antigos e novos fãs. “Também recebemos várias mensagens de fãs da nossa banda antiga, o Vilania, dizendo que vão colar nos shows. A gente tinha uma fanbase bem fiel”.

    Os shows do Fantazmaz, revela Thamila, são rápidos. “A gente até brinca antes de subir no palco: “bora, show Zeke, né?” Que significa: rapidão, altíssimo e non stop! A gente adora tocar uma música atrás da outra e suar muito”.

    Um música ganha destaque no repertório dos shows, ‘Pobreza é Violência’, que faz parte do disco de estreia bastante elogiado na Europa e com difusão no Brasil pela Repetente Records. “A letra fala sobre a humilhação de viver num país onde a linha tênue entre política e fanatismo religioso é finíssima. Mal posso esperar pra tocar essa ao vivo”.

    Fantazmaz, o disco

    Aliás, a raiva e frustração coletiva de um mundo quase perdido é o combustível da Fantazmaz com seu punk rock ácido no álbum de estreia homônimo.

    “A chance de sairmos desse caos global é mínima e, pra ser sincera, a gente nem se importa mais em explicar o porquê. Tá tudo aí, escancarado. Esse é o sentimento. Escuta o álbum”, comenta a vocalista Thamila Zenthöfer.

    Fantazmaz, o disco, foi gravado no Monolith Studio, na Zona Norte de Londres, conhecido por gravar bandas de metal e HC.

    Fantazmaz, a banda

    Formado em 2019 pela vocalista Thami e pelo guitarrista Raf Oliver, o Fantazmaz encontrou seu cru, som implacável com a adição do baixista Chokito e do ex-baterista do UK Subs, Jamie Oliver.

    Misturando a energia punk com uma presença de palco destemida, eles rapidamente construíram uma reputação de suas performances sem barreiras.

  • FANTAZMAZ – CAMPINAS (SP)

    FANTAZMAZ – CAMPINAS (SP)

    Fantazmaz com seu punk rock ácido, feroz e rápido, uma banda de raízes brasileiras atualmente com base em Londres, faz em outubro uma inédita mini-turnê pelo Brasil.

    Serão cinco shows: em São Paulo, dia 17/10, no Bay Area; também na capital, dia 18/10 no Maali, em Campinas; dia 19/10 no festival Lucky Friends Rodeo, em Sorocaba; de volta a São Paulo, dia 23/10 no La Iglesia; e encerra no dia 25/10 na Cervejaria Tarantino, também em São Paulo.

    Ingressos à venda: https://linktr.ee/fantazmaz.

    O primeiro compromisso da Fantazmaz nessa tour é dia 15/10 na loja London Calling, na Galeria do Rock (São Paulo/SP). Será um encontro com os fãs e a banda venderá merchandising neste dia, como o vinil Fantazmaz, o álbum de estreia.

    Nas plataformas digitais, o álbum saiu via Repetente Records, selo de dois músicos do CPM 22, Badauí e Phil Fargnoli junto ao diretor artístico Rick Lion.

    A Fantazmaz é Thamila Zenthöfer (vocal), Raf Oliver (guitarra), Chokis Costa (baixo) e Jamie Oliver (bateria).

    “Estamos super empolgados pra voltar pra casa com os Fantazmaz, depois de tantos anos fora, e ainda levar nosso batera gringo: o Jamie (ex-UK Subs e SNFU) vai com a gente, o que vai deixar a tour ainda mais especial”, conta Thamila.

    Ela conta que desde que começaram a anunciar a turnê, já receberam muitas mensagens de antigos e novos fãs. “Também recebemos várias mensagens de fãs da nossa banda antiga, o Vilania, dizendo que vão colar nos shows. A gente tinha uma fanbase bem fiel”.

    Os shows do Fantazmaz, revela Thamila, são rápidos. “A gente até brinca antes de subir no palco: “bora, show Zeke, né?” Que significa: rapidão, altíssimo e non stop! A gente adora tocar uma música atrás da outra e suar muito”.

    Um música ganha destaque no repertório dos shows, ‘Pobreza é Violência’, que faz parte do disco de estreia bastante elogiado na Europa e com difusão no Brasil pela Repetente Records. “A letra fala sobre a humilhação de viver num país onde a linha tênue entre política e fanatismo religioso é finíssima. Mal posso esperar pra tocar essa ao vivo”.

    Fantazmaz, o disco

    Aliás, a raiva e frustração coletiva de um mundo quase perdido é o combustível da Fantazmaz com seu punk rock ácido no álbum de estreia homônimo.

    “A chance de sairmos desse caos global é mínima e, pra ser sincera, a gente nem se importa mais em explicar o porquê. Tá tudo aí, escancarado. Esse é o sentimento. Escuta o álbum”, comenta a vocalista Thamila Zenthöfer.

    Fantazmaz, o disco, foi gravado no Monolith Studio, na Zona Norte de Londres, conhecido por gravar bandas de metal e HC.

    Fantazmaz, a banda

    Formado em 2019 pela vocalista Thami e pelo guitarrista Raf Oliver, o Fantazmaz encontrou seu cru, som implacável com a adição do baixista Chokito e do ex-baterista do UK Subs, Jamie Oliver.

    Misturando a energia punk com uma presença de palco destemida, eles rapidamente construíram uma reputação de suas performances sem barreiras.