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Categoria: Agenda Internacional
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GAEREA | WARHAMMER | CARPATUS – SÃO PAULO (SP)
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G.B.H. (SÃO PAULO/SP)
Referência do street punk e hardcore, o grupo inglês GBH fará uma apresentação única no Brasil, que será realizada no dia 27 de novembro (domingo), no Fabrique Club, em São Paulo. Colin Abrahall (vocal), Colin “Jock” Blyth (guitarra), Ross Lomas (baixo) e Scott Preece (bateria) apresentarão clássicos definitivos, como “Time Bomb”, “Sick Boy”, “City Baby Attacked by Rats”, “City Baby’s Revenge”, “Maniac”, “Passengers on the Menu”, “Heavy Discipline”, “I Am the Hunted”, “Prayer of a Realist” e outras mais recentes, como “Birmingham Smiles”, “Fifty What?”, “Liquid Paradise (The Epic)”, “Momentum”, “I Never Asked for Any of This”, do álbum “Momentum” (2017).
Criado Charged GBH em 1978 na cidade industrial de Birmingham, berço de diversas outras lendas da música pesada, como Napalm Death, Black Sabbath e Judas Priest, o influente grupo é responsável por clássicos como “City Baby Attacked by Rats” (1982), “City Babys Revenge” (1983) e “Midnight Madness and Beyond” (1986). Fazendo parte da chamada cena UK82, ao lado do The Exploited e Discharge, o GBH serviu de referência para bandas da mesma linha musical e ajudou a formar as bases do crossover, thrash metal e da música extrema em geral, além de outras do rock mais alternativo e do grunge.
Sick Boy:
A abertura ficará a cargo do Ratones, capitaneado por Jão, guitarrista do Ratos de Porão, e completado na ocasião por Gustavo Andrade (vocal, Dry Dogs), Eduardo Trugillo (baixo, Dry Dogs e Leather n’ Heels) e Thiago Coiote (bateria, Dry Dogs e Sauninha de Colômbia). No repertório, versões de RxDxPx na pegada mais ‘old school’ e Ramones clássico. “O Ratones é uma união de amigos para diversão e quando convidaram a gente para fazer a abertura do GBH ficamos muito contentes. Garanto que vai ser divertido. Já pude ver GBH ao vivo algumas vezes e eles tocam todos os clássicos da vida, que não são poucos. Será uma festa bem legal!”, comentou Jão.
GBH em São Paulo:
Abertura: Ratones
Data: domingo, 27 de Novembro
Abertura: 18h
Local: Fabrique Club
Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda (SP/SP)
Classificação etária: 18 anos
Realização: KLF Productions
Ingressos: 2º lote (R$ 180,00) – Pista Promocional (Doe 1 Kg de alimento não perecível) | 2º lote inteira (R$ 360,00)Ingressos em https://www.clubedoingresso.com/evento/gbh-sp
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THE OCEAN COLLECTIVE (SÃO PAULO/SP)
Pela primeira vez no Brasil, com produção da Dark Dimensions, os alemães do The Ocean Collective se apresentam no dia 28 de dezembro, no Carioca Club Pinheiros, em São Paulo, em uma única apresentação no país!
Formado em Berlim, Alemanha, pelo guitarrista e compositor Robin Staps, único membro original remanescente, acumula muitas mudanças de formação, mas, em simultâneo – sem perder em termos de qualidade – conta em seu currículo nove ótimos álbuns de estúdio e três eps.
Sua sonoridade cinematográfica única e surpreendente transita entre o peso e a melodia do Post-Metal, Post-Rock, Modern Metal, Progressive e Atmospheric Sludge, já suas letras abordam temas abstratos, exploradores de distintas etapas do processo de evolução da Terra somados a um alto teor filosófico de globalização e modernidade, ou seja, características que fascinam instantaneamente os ouvintes. Cada um de seus lançamentos representa uma era do mundo, constituindo uma narrativa épica sobre as transformações físicas, químicas, biológicas e geográficas do nosso planeta.
Nas últimas duas décadas, a banda encontra-se em um frenético estado de evolução, lançando uma sucessão constante de álbuns complexos, inovadores e aclamados por aqueles que apreciam não só a música técnica, vibrante e climática, mas, sim, inteligente também em sua mensagem.
Atualmente, continua divulgando seu mais recente, ambicioso e abrangente álbum “Phanerozoic II: Mesozoic | Cenozoic” (2020), segunda parte de uma série de álbuns conceituais que exploram a paleontologia em expansão, sendo a primeira parte “Phanerozoic I: Paleozoic”, lançada em 2018.
Em referência ao conceito do álbum, Robin Staps explicou: “Embora a humanidade seja apenas um fenômeno muito recente nos 541 milhões de anos de história do éon fanerozóico, as letras são obviamente escritas de uma perspectiva humana. Elas estão seguindo a ideia filosófica de amor fati de Nietzsche na luz dos temas maiores da Recorrência Eterna e a inevitabilidade de uma colisão iminente imaginária em escala planetária, os dois fios vermelhos que passam pelo Fanerozóico I e II.”
Sobre a sonoridade do mais recente álbum, ele diz que: “Phanerozoic II é mais experimental, mais eclético no estilo e direção musical, e mais variado em termos de tempos, batidas, trabalho de guitarras e uso de elementos eletrônicos. Esta foi uma escolha intencional, pois queríamos que a ‘Part I’ soasse mais climática e tivesse uma forte coesão entre as músicas individuais. Queríamos criar nesse recente trabalho uma certa vibração para durar da primeira à última nota ao longo de todo o álbum. Mantivemos o material mais estranho, mais ousado e mais progressivo para Part II”, finaliza o músico.
Ao longo de sua história, foi reverenciado como uma das bandas mais devastadoras da música pesada moderna, excursionando com bandas peso pesado como, por exemplo, Opeth, Mastodon, Mono, The Dillinger Escape Plan, Anathema, Between the Buried and Me e Devin Townsend, além de ter participado em grandes festivais pelo mundo, incluindo Roskilde, Dour, Pukkelpop, Roadburn, Wacken, With Full Force, Summer Slaughter, Summer Breeze, Hellfest, Resurrection e Graspop.
Além de Robin Staps (guitarra), a formação atual da banda conta com Loïc Rossetti (vocal), Paul Seidel (bateria), Mattias Hagerstrand (baixo), David Ramis Åhfeldt (guitarra) e Peter Voigtmann (teclado), o The Ocean Collective promete trazer um show arrasador no Carioca Club Pinheiros, dia 28 de dezembro, e fechar o ano com chave de ouro em sua estreia e única apresentação em solo brasileiro!
Para a abertura desse grande evento, teremos a banda brasileira de Post Black Metal/Sludge Labirinto.
Ingressos online já estão à venda no site Clube do Ingresso em:
https://www.clubedoingresso.com/evento/theocean-spSERVIÇO: The Ocean Collective em São Paulo
Data: 28 de dezembro (Quarta-Feira)
Local: Carioca Club Pinheiros
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros (próximo ao Metrô Faria Lima)
Produção: Dark Dimensions ([email protected])
Assessoria de Imprensa: JZ Press ([email protected])
Abertura da casa: 19h
Início do show: 21h
Classificação etária: 18 anos (Entre 16 e 18 anos, somente acompanhado por pai ou mãe munidos de documentos)
Estacionamento: nas imediações (sem convênio)
Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermariaSetores / Preços (1º lote):
1º Lote – Pista (Inteira) R$ 260,00
1º Lote – Pista (Promocional *) R$ 130,00
1º Lote – Pista (Meia-entrada) R$ 130,001º Lote – Camarote (Inteira) R$ 380,00
1º Lote – Camarote (Promocional *) R$ 190,00
1º Lote – Camarote (Meia-entrada) R$ 190,00* Ingresso promocional antecipado válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.
Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semiprofissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de áudio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcoólicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.
*Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;
** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.
Pontos de Venda (sem taxa de serviço – pagamento em dinheiro): Carioca Club
Outros pontos de vendas (com taxas):
Days Music Store
Rua Alagoas, 730, Centro – Belo Horizonte, MG
Informações Adicionais:
De segunda à sexta-feira das 09:00 às 19:00 horas
Sábado das 10:00 às 13:00 horas
Sujeito a cobrança de taxa de serviço.Galeria do Rock – Loja 255
Avenida São João, 439, Centro – São Paulo, SP
Informações Adicionais:
De segunda à sexta-feira das 10:30 às 19:00 horas
Sábado das 10:30 às 17:00 horas
Sujeito a cobrança de taxa de serviço.Metal Music
Rua Álvares de Azevedo, 159, Centro – Santo André, SP
Informações Adicionais:
De segunda à sexta-feira das 10:00 às 19:00 horas
Sábado das 10:00 às 18:00 horas
Este estabelecimento não aceita pagamento em dinheiro
Sujeito a cobrança de taxa de serviço.Planet CD – Galeria Pedro Jorge
Rua Senador Pompeu, 834, Centro – Fortaleza, CE
Informações Adicionais:
De segunda à sexta-feira das 09:00 às 17:00 horas
Sábado das 09:00 às 15:00 horas
Sujeito à cobrança de taxa de serviçoScheherazade CDs
Rua Conde de Bonfim, 346, Tijuca – Rio de Janeiro, RJ
Informações Adicionais:
De segunda a sexta-feira das 10:00 às 19:00 horas
Sábado das 10:00 às 18:00 horas
Sujeito a cobrança de taxa de serviço.School of Rock Anália Franco
Rua Eleonora Cintra, 82, Vila Regente Feijó – São Paulo, SP
Informações Adicionais:
De segunda à sexta-feira das 10:00 às 21:00 horas
Sábado das 10:00 às 13:00 horas
Este estabelecimento não aceita pagamento em dinheiro
Sujeito a cobrança de taxa de serviço.Shopping Metropolitan – Dr Rock
Rua Emiliano Perneta, 297, Centro – Curitiba, PR
Informações Adicionais:
De segunda à sexta-feira das 09:00 às 20:00 horas
Sábado das 09:00 às 17:00 horas
Sujeito a cobrança de taxa de serviço.Toinha Brasil Show
Quadra SOF Sul, Quadra 09, Guará – Brasília, DF
Informações Adicionais:
De segunda à sexta-feira das 14:00 às 18:00 horas
Agilize seu atendimento, faça o cadastro no site antes de ir ao Ponto de Venda.
Chame no Whatsapp – (61) 986165097
Sujeito a cobrança de taxa de serviço.Vix Rock Store
Av. Nossa Senhora da Penha, 356, Praia do Canto – Vitória, ES
Informações Adicionais:
De segunda à sexta-feira das 10:00 às 19:00 horas
Sábado das 10:00 às 14:00 horas
Sujeito à cobrança de taxa de serviço -

WHILE SHE SLEEPS – VOMIT3D PARTY (SP)
Oriundos de Sheffield no Reino Unido, a banda de metalcore While She Sleep desembarca no Brasil pela primeira vez em Novembro! Se destacando desde seu primeiro álbum, This is The Six, a banda desde então vem consolidando uma fã base e grandes sucessos durante sua trajetória como Silence Speaks, You Are We, ANTI-SOCIAL e muitos mais.
Após longas turnês pela Europa, América do Norte, Austrália e Ásia, o While She Sleeps finalmente chega a América Latina para apresentar aos fãs a turnê do seu último álbum Sleeps Society.
? 26 de Novembro
? São Paulo – VIP Station
?️: Clube do Ingresso – https://www.clubedoingresso.com/evento/whileshesleeps-sp? 27 de Novembro – ? Chile – Santiago
? 02 de Dezembro – ? Colômbia – BogotáÉ com muita alegria que anunciamos a passagem do While She Sleeps no Vip Station, Sábado, dia 26 de Novembro! Além de um grande show, será o início de uma parceria anual DE PESO com os nossos irmãos da VOMIT3D! Para saber mais sobre a #VOMIT3DParty clique aqui.
Mais informações:
Facebook: Solid Music Entertainment
Instagram: @solidmusice
Twitter: @solidmusice
Site: solidmusice.comINGRESSO MEIA-ENTRADA – QUEM TEM DIREITO?
Válido para estudantes, doadores de sangue, acompanhantes de cadeirantes, funcionários da rede pública, maiores de 60 anosINGRESSO PROMOCIONAL – QUEM TEM DIREITO?
Qualquer pessoa mediante a doação de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento. -

DISCHARGE | CRYPTA – ABERTURA: MALVINA (CURITIBA/PR)
Por assessoria
A icônica banda inglesa de punk Discharge anuncia mais um show no Brasil nesta nova turnê. No dia 9 de dezembro, a partir das 20h, será a vez de Curitiba, no Basement Cultural. O evento ainda terá a Crypta, um dos principais nomes do death/thrash metal mundial, além da abertura da Malvina. A produção é da Agência Sobcontrole.
A Crypta é formada por Fernanda Lira (baixo e voz) e Luana Dametto (bateria), ex-integrantes da Nervosa. A sonoridade é um death/thrash metal furioso, que se pode ouvir no disco de estreia Echoes of the Soul, lançado mundialmente pela Napalm Records. A banda já é sucesso inclusive nos Estados Unidos e Europa.

Crypta 2022: Luana Dametto (bateria), Fernanda Lira (vocal/baixo), Jéssica di Falchi e Tainá Bergamaschi (guitarras) Malvina é uma banda do interior do Rio de Janeiro e tem como principais influências, além do “ABC” do punk hardcore, o progressivo e metal. O trio tem dois álbuns e alguns EPs lançados na sua trajetória.
Recentemente a Malvina lançou o videoclipe da música Thanatos. O videoclipe, ambientado em um cenário de abandono, foi filmado pela Alima Produtora Audiovisual, com mixagem e masterização de Gabriel Zander, no estúdio Costella. O lançamento é feito pela Xaninho Discos.
Discharge, referência mundial do punk/metal
O Discharge pode não ter inventado o hardcore punk, mas a banda britânica – com 45 anos de história – certamente moldou o futuro da música pesada a partir do início da década de 1980 – inspirou nomes como Death Angel, Anthrax, Sepultura e Ratos de Porão.
A banda celebra atualmente os 40 anos do seminal disco de estreia ‘Hear Nothing, See Nothing, Say Nothing’, um dos mais raivosos da história do underground, com guitarras cruas, pesadas e distorcidas que impactaram primeiro o punk hardcore da Inglaterra. Uma sonoridade ímpar que logo eclodiu no mundo.
E mais: foi o disco que pavimentou o caminho do Discharge, que nasceu na cidade industrial de Stoke, à lenda indefectível e essencial: os vocais gritados, a atmosfera sombria, os conceitos líricos de guerra e o fantasma de uma guerra nuclear, a brutalidade das batidas e as linhas de baixo exageradas.
Ali ainda reside a gênese do cultuado e até os dias de hoje influente d-beat, a nomenclatura de uma batida/ritmo rápido na bateria genuinamente com a chancela do Discharge.
O Basement Cultural fica na rua Des. Benvindo Valente, 260 – São Francisco – Curitiba (Paraná).
Além do show em Curitiba, o Discharge faz dois shows em São Paulo, no Fabrique Club, nos dias 10/12 (com Surra e Urutu) e ao lado do Ratos de Porão (11/12).
SERVIÇO
Agência Sobcontrole apresenta: Discharge e Crypta em Curitiba
Data: 9 de dezembro de 2022 (sábado)
Local: Basement Cultural
Endereço: rua Des. Benvindo Valente, 260 – São Francisco – Curitiba (Paraná)
Horário: a partir das 20h
Banda convidada: Malvina
Ingresso on-line: https://www.clubedoingresso.com/evento/discharge-curitibaMais informações:
www.instagram.com/Sobcontrolewww.instagram.com/discharge.official
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RICHIE RAMONE (CURITIBA/PR)
O Brasil tem uma estreita relação com o Ramones há muitas décadas. Uma das mais lendárias bandas do punk rock mundial veio ao Brasil diversas vezes e consolidou uma imensa legião de fãs, que poderão conferir em novembro a visita de Richie Ramone, que fará uma turnê pelo país. O músico se apresenta em Curitiba, no Jokers Pub, dia 19 de novembro, sábado.
O show especial do ex-baterista do Ramones trará músicas de sua carreira solo e muitos clássicos de sua antiga banda. Richie integrou o Ramones nos anos 1980, gravando discos importantes como Too Tough to Die (1984), Animal Boy (1986) e Halfway to Sanity (1987). Também participam do evento as bandas brasileiras Bolores, Vasectomia, Pakidermes e o internacionalmente renomado Sick Sick Sinners.
Richie tocou no Ramones entre 1983 e 1987, realizando mais de 500 shows com o grupo. Em 2013, gravou seu primeiro álbum solo, Entitled, em que Richie mostra que também canta, assim como havia feito no Ramones. Em 2016, lançou Cellophane. Ingressos a venda pela plataforma Bilheto.
SERVIÇO
Desgraça Pouca é Bobagem apresenta Richie Ramone
Data: 19 de novembro de 2022 – sábado
Local: Jokers
Endereço: Rua São Francisco, 164 – Centro
Horário: 19h (abertura da casa)
Classificação etária: 16 anos
Ingressos: a partir de R$ 130 (meia/2º lote)
Venda online: https://www.bilheto.com.br/evento/973/Richie_Ramone
Foto: divulgação A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!
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AMBUSH (São Paulo/SP)
A última data da extensa turnê da banda sueca Ambush pelo Brasil, iniciada em 26 de outubro no Rio de Janeiro, será na Jai Club, dia 19 de novembro. O evento, que terá início às 17h, contará com a presença das bandas brasileiras Álcool e Axecuter.
Formado por Oskar Jacobsson (vocal), Olof Engkvist e Karl Dotzek (guitarras), Oskar “Burning Fire” Andersson (baixo, Night) e Linus Fritzson (bateria, Night), o Ambush promove o álbum “Infidel” (2020) e o mais recente single, “Barabbas”, além de apresentar faixas de “Firestorm” (2014) e “Desecrator” (2015).
O grupo paulistano Álcool, formado atualmente por Lucas Chuluc (vocal e guitarra), Caio Egds (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo Oliveira (bateria), apresentará músicas do debut, “Alta Velocidade” (2019), além do novo single, “Templo do Horror” e outras. Já o paranaense Axecuter, que conta com Danmented (vocal e guitarra), Rascal (baixo) e Verdani (bateria), apresenta faixas de “Surrounded by Decay” (2020), além de outras da carreira, como do debut, “Metal Is Invincible” (2013).
Ingressos à venda nos seguintes pontos:
Impaled Records Brasil (Rua Dr. Falcão Filho, 87)
Galeria do Rock: lojas Die Hard e MutilationOnline pela Sympla:
https://www.sympla.com.br/evento/ambush-em-sao-paulo/1721166Valores:
1º lote – R$ 50 (até dia 11 de novembro)
2º lote – R$ 70
Na Porta – R$ 90Jai Club: Rua Vergueiro 2.676, próximo aos metrôs Vila Mariana e Ana Rosa
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COCKNEY REJECTS | INOCENTES (SÃO PAULO/SP)
Cockney Rejects volta ao Brasil em 2023 com turnê especial de despedida
Show em São Paulo acontece no dia 29 de abril de 2023, no Hangar 110, e terá Inocentes como convidado especial
A icônica banda inglesa de street punk Cockney Rejects retorna ao Brasil com a turnê de despedida dos palcos. O primeiro show confirmado será no dia 29 de abril de 2023, no Hangar 110. O evento terá ainda show do Inocentes, uma lenda vida – e muito ativa – do punk nacional, que promete uma apresentação especial. A realização é da Agência Sobcontrole com a Ataque Frontal.
A Cockney Rejects foi criada em 1978 pelos irmãos Jeff e Mick Geggus e já esteve algumas vezes no Brasil – a última passagem foi em 2017.
E lá se foram cerca de 45 anos de devoção ao punk. Com o passar dos anos, a banda revolucionou o gênero e há décadas é considerada – – ao lado de outras lendas, como Sham 69 e Cock Sparrer – uma das formações responsáveis pelo surgimento da música Oi!
Oi! é o nome popular do gênero musical street punk e prega amizade, união e também trata sobre questões sociais – afinal, se trata de um tipo de música que nasceu nos subúrbios de Londres.
A relação do Cockney Rejects ficou mais próxima quando a banda, em 2017, escreveu uma letra sobre o clube de futebol Chapecoense, em homenagem à tragédia de avião que vitimou diversos jogadores e comissão técnica naquele em novembro de 2016.
A música é uma adaptação de “Goodbye Upton Park”, que os britânicos haviam recém-lançado. A letra original é sobre o fechamento do estádio Upton Park, em Londres, casa do West Ham entre 1904 e 2016.
Ao vivo, o Cockney Rejects é famoso pela altíssima energia e, nesta turnê de despedida com viagem confirmada a São Paulo, o repertório será somente de clássicos, como “Fighting in the Streets”, “We Are the Firm”, “Power and the Glory, “Police Car”, o hino do West Ham “I’m Forever Blowing Bubbles”, “Oi! Oi! Oi!”, entre outras.
Cockney Rejects em São Paulo
Data: 29 de abril de 2023
Local: Hangar 110
Endereço: rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro, São Paulo/SP
Horário: 20h
Ingresso on-line: R$
Compre aqui: https://www.clubedoingresso.com/evento/cockneyrejects-spPista:
1º lote – R$120
2º lote – R$150Mezanino:
1º lote – R$180
2º lote – R$200Valores de meia entrada e meia entrada promocional, mediante doação de um quilo de alimento não perecível)
Ponto de venda (sem taxa de serviço em dinheiro): Galeria do Rock, na Loja 255
Mais informações
www.instagram.com/Sobcontrolewww.instagram.com/ataque_frontal
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PINK FLOYD – THE WALL LIVE (CURITIBA/PR)
Por assessoria
Pela primeira vez no Brasil, sucesso por mais de 30 anos na Inglaterra, tendo se apresentado para mais de 500 mil pessoas , domiciliado no Pavillion Center de Liverpool, THE WALL, considerado pela crítica especializada, uma das mais importantes obras do cenário musical de todos os tempos, para muitos, a verdadeira obra prima da banda britânica Pink Floyd, será apresentada em forma integral, seguindo o projeto original de como foi concebido, trazendo ao palco atores, músicos, cantores, acompanhados por uma super produção, envolvendo lasers, iluminação primorosa e tecnologias de última geração na sonorização. Será o 5º e último espetáculo da Série Cinema no Palco Ao Vivo de 2022, produzido por Top Cat e Vesbim Media Corp. Dirigido por Alan Veste, Co-Produzido por Rachel Barrett, prima de Syd Barrett, fundador e cantor do Pink Floyd antes da gravação do The Wall. O espetáculo narra, segundo a concepção de Alan e Rachell Barrett, a vida de Pink, que por inúmeras declarações de Roger Waters (criador do The Wall) foi intencionalmente inspirado em Syd Barrett.
Filme, originalmente dirigido por Alan Parker e Gerald Scarfe em 1982, ganha versão musical e teatral ao vivo montada com talento e sensibilidade por Alan Vest e Rachel Barrett – Daily Express 2012 – S. Masters
O musical chegará ao Brasil em Novembro de 2022 em diversas cidades brasileiras, como parte do Top Cat Concert Series 2022, série de shows internacionais promovida por Top Cat Produções Artísticas. O público se emocionará com o musical Pink Floyd UK – The Wall , num show com todos os personagens do filme, mesclando músicos, vocalistas e atores profissionais, reconhecidos no cenário mundial.
Seguem as datas e cidades por onde o espetáculo vai passar:
04 de Novembro de 2022 Sexta-Feira Juiz de Fora Cine-Theatro Central
05 de Novembro de 2022 Sábado Belo Horizonte Minas Centro
06 de Novembro de 2022 Domingo Rio de Janeiro Vivo Rio
10 de Novembro de 2022 Quinta-Feira Joinville Teatro da Liga
11 de Novembro de 2022 Sexta-Feira Blumenau Teatro Carlos Gomes
12 de Novembro de 2022 Sábado Porto Alegre Teatro do SESI
13 de Novembro de 2022 Domingo Porto Alegre Teatro do SESI
16 de Novembro de 2022 Quarta-Feira São Paulo Espaço Unimed
17 de Novembro de 2022 Quinta-Feira Curitiba Teatro Guaira
A produção The Wall Live, conduzida pelo grupo de Pink Floyd UK, apresenta uma performance estimulante, que é atemporal, dando ao show, um apelo dramático, que atravessa gerações, motivo que o tornou um grande sucesso em todo o mundo. Dirigido pelo conceituado diretor Alan Veste, este show traz uma banda de rock poderosa, formada por 15 músicos conceituados no cenário mundial, o que permite que o público capture toda a emoção e a experiência do filme THE WALL ao vivo.
O filme é trazido à vida no palco. Com projeções, imagens emocionantes, e uma iluminação incomparável, cada membro do elenco e todos os músicos envolvidos prepararam um espetáculo impecável, feito atentamente para trazer esta obra-prima profissionalmente para audiências em todo o mundo.
A apresentação ao Vivo, segue o roteiro do filme, com “comentários incidentais” de Alan e Rachel, que fazem sua própria leitura do personagem da estrela do rock, Pink, que tem sua alma torturada, por causa de sua infância, pois sempre tentou fazer conexões emocionais significativas com outras criaturas vivas. Essa infância inclui não ter um modelo masculino, pois seu pai, tendo sido morto na guerra e sua mãe superprotetora, sufocando-o, e um sistema escolar opressivo e repressivo anulando sua criatividade natural, ajudando a construir o processo de insanidade.
Sendo Pink, uma estrela do rock, muitas vezes é procurado por pessoas, que buscam a identidade dele como artista e não de realmente quem ele é! As histórias selvagens em torno do vocalista original do Pink Floyd, Syd Barrett, incluindo suas escapadas drogadas e posterior retirada do mundo, forneceram a Waters, a inspiração necessária para construir o personagem o rock-star mal-humorado, PINK !
O fracasso mais recente nessa verdadeira conexão com alguém é seu próprio casamento, quando em turnê, ele descobre que sua esposa em casa está o traindo, Pink Floyd fica paranoico e louco, construindo um muro entre o mundo em sua mente e o mundo real. Construindo um muro figurativo ao seu redor para se isolar do resto do mundo, mas não antes de mostrar graficamente, em desenhos geniais, seus sentimentos. A questão é se ele ou qualquer outra pessoa pode fazer qualquer coisa para derrubar a parede de uma forma significativa.
Durante inúmeras incursões para buscar respostas para suas paranoias, em uma delas, Pink traz uma fã disposta a ir a seu quarto de hotel, (seu Mundo Momentâneo), apenas para que ela o provoque e tente destruí-lo, provocando uma raiva violenta, fazendo com que ele se irrite profundamente. Logo ele entende e se arrepende de ter construído o muro e entende que sua violência pode torná-lo um ditador fascista e violento, acompanhado de seus soldados imaginários, começam a atacar todas as pessoas a seu redor, gritando e demandando: PARE E VAMOS LEVAR TODOS A JULGAMENTO para que todos sejam julgados em suas mentes pelo que ele fizeram, onde consequentemente Pink rasga a PAREDE (THE WALL) como se fosse um pedaço de algodão!
Pink Floyd The Wall é um dos álbuns mais intrigantes e imaginativos da história do rock. Desde o lançamento do álbum de estúdio em 1979, a turnê de 1980-81, e o filme subsequente de 1982, The Wall tornou-se sinônimo, se não a própria definição do termo “álbum conceitual”. Explosivo e complexo de se repetir nos palcos, Alan e Rachell Barrett retratam esta trajetória, repleta de intervenções curiosas e cuidadosamente interpretadas, dando uma conotação única a esta peça antológica. Pink é um astro do rock que consome drogas para poder fazer uma imersão e alimentar suas paranoias, e assim, construir uma parede imaginária que o separe do mundo real. Ele recorda sua relação de dependência materna, a morte de seu pai e os castigos de seus professores, construindo e demolindo definitivamente uma parede metafórica. Embora o simbolismo do filme esteja aberto à interpretação, a parede em si, reflete claramente uma sensação de isolamento e alienação.
O Roteiro
O Musical inicia sua trajetória, mostrando Pink como um jovem inglês crescendo no início da década de 1950, demonstrando claramente sua carência da figura paterna (“Another Brick in the Wall, Part I”). Certa ocasião, mexendo nas coisas do seu pai, descobre um pergaminho do “carismático e gentil Rei George” e muitas relíquias do serviço militar e pertences (“When the Tigers Broke Free, Part 1”). Um destes itens é uma bala de rifle, e está colocada cuidadosamente no trilho de um trem, e nele percebe pessoas desconhecidas andando dentro dos vagões. Já na escola, ele é pego escrevendo poemas em sala de aula e se vê constantemente humilhado pelo professor, que revela-se abusivo com os alunos. Isto ocorre em consequência de sua esposa ser igualmente abusiva com ele! (“The Happiest Days Of Our Lives”), que lê um poema (parte do versículo 2 da canção “Money”).
Em sua paranoia, recheada de metáforas, Pink percebe um sistema escolar opressivo no qual as crianças caem em um moedor de carne. As crianças então se rebelam e destroem a escola, excluindo o professor enviando-o para um destino desconhecido (“Another Brick in the Wall (Parte 2).
Pink também é afetado negativamente por sua mãe superprotetora (“Mother”). Inúmeras experiências traumáticas são representadas como (“bricks”) na parede criada metaforicamente, em torno de si, afastando-o da sociedade (“Empty Spaces”).
Adulto, Pink se casa, mas ele e sua esposa rapidamente se separam, pois Pink descobre que sua esposa está tendo um caso (“Young Lust”). Ele então se volta para uma fã (Jenny Wright), e a leva para seu quarto de hotel apenas para provocá-lo e destruí-lo, provocando uma raiva violenta, aterrorizando a fã e colocando-a para fora do quarto (“One of My Turns”). Após a saída em prantos da menina, Pink entra em uma profunda depressão (“Don’t Leave Me Now”). Depois de destruir a televisão com seu violão, ele jura que não precisa de mais ninguém! (“Another Brick in the Wall, Part III”). Com isso, ele mentalmente completa a parede que começou a construir para proteger suas feridas (“Goodbye Cruel World”).
Pink começa lentamente a perder a cabeça e cria monstros imaginários em seu consciente “worms”. Em outra de suas crises, Pink raspa todo o seu cabelo corporal (um dos muitos incidentes inspirados pelo ex-colega de banda Syd Barrett, que apareceu em uma sessão de gravação de 1975 de “Wish You Were Here”, tendo raspado suas sobrancelhas e pelos do corpo e, enquanto assistia The Dam Busters (1955) na televisão, quando ele inspirado no personagem do filme, se transforma em seu alter-ego neonazista. É quando o empresário de Pink (Bob Hoskins), com o gerente do hotel (Michael Alferes) e alguns paramédicos, invadem o quarto e descobrem Pink, completamente abatido pelo profundo processo de depressão, mas mesmo assim, o levam para uma limusine e injetam drogas nele para que ele se apresente no show que estaria marcado para aquele dia. (“Comfortably Numb”).
Em sua sequência alucinatória, Pink fantasia que ele é um ditador e seu concerto é um comício neonazista.
Nazi-Pink realiza um comício, e procura por pessoas diferentes, “bichas”, “idiotas,” e ordena-os “contra a parede”. (“In the Flesh”). Seus seguidores começam a atacar minorias étnicas (“Run Like Hell”), e Pink realiza um comício no subúrbio de Londres (“Waiting for the Worms”). A cena é intercalada com imagens de martelos animados marchando que atravessam ruínas. Pink então para de alucinar e grita “Pare!” e se refugia em uma cabine de banheiro no local do concerto, recitando poemas que mais tarde seriam usados em outros discos do Pink Floyd
Em sequência repleta de animações, Pink se coloca em julgamento (“The Trial”). Ele é retratado como uma pequena boneca de pano rosa que raramente se move. O juiz é um par gigante de nádegas, com duas pernas viradas para trás, um ânus como a boca e um escroto para um queixo. O advogado é um homem alto, ameaçador, parecido com um abutre e o professor é uma marionete abusiva e odiosa. Depois de ouvir as partes e testemunhas (esposa e mãe de Pink), o juiz ordena que a parede seja derrubada. Após um silêncio prolongado, a parede explode e mostra uma montagem de eventos de toda peça teatral e Pink é ouvido pela última vez gritando. O filme termina com três crianças limpando uma pilha de escombros após um motim anterior (“Outside the Wall”). Não se sabe o que aconteceu com Pink, deixando o espectador decidir.
Misturando animações clássicas, e sequências semelhantes a sonhos para sugerir a percepção de Pink sobre o mundo, inúmeras técnicas de iluminação, uma competente banda de rock e vários atores, complementam com um formidável repertorio musical, criado pelo Pink Floyd, excluindo completamente a necessidade de diálogos na apresentação. Venha, divirta-se com a música. Tente entender o Muro criado por Roger Waters e interpretado em nossos palcos por Alan Vest e Rachel Barrett .
The Wall por Alan Vest
Em 1992, tive a ideia de montar e dirigir um grupo para tocar as músicas do “The Wall” ao vivo, mas já pensando no conceito de construir uma apresentação teatral com “inserts” do álbum conceitual. Meu primeiro passo, foi entrar em contato com o próprio Roger Waters, para então discutir o assunto e conseguir sua autorização para nossa primeira montagem em Liverpool. Após idas e vindas de “faxes” … Perguntas, respostas.. Após meses de contato, finalmente Sr Waters não só autorizou, como nos enviou pessoalmente, sua benção para realizar o projeto e assim começamos a adaptar e inserir meus próprios conceitos para o drama que desejava montar! Meu maior presente foi não só ganhar a autorização para realizar meu projeto, mas também a formidável amizade que possuímos até hoje. A primeira dificuldade foi, sem sombra de dúvidas, adaptar a montagem para os pequenos palcos que planejávamos montar o espetáculo e consequentemente, realizar ajustes aos tamanhos dos palcos, deixando tudo de forma artesanal mas integralmente fiel a ideia das músicas e suas letras.
Quando montamos a primeira versão para o Pavillion Center de Liverpool, foi tudo muito difícil, absolutamente novo e teríamos ainda o olhar crítico da imprensa local, bem como inúmeros músicos que certamente conheciam bem as canções do disco. Quando encerramos a primeira apresentação tudo parecia perfeito, nossas ideias foram extremamente bem aceitas, em show após show fomos melhorando a compreensão sobre o material e consequentemente nossas performances ganharam corpo e tornaram-se insubstituíveis. Conseguimos rapidamente vender a ideia para o público no Reino Unido, e estamos lá até hoje.
Ao longo dos anos, recebemos muitas visitas em nossas apresentações, mas nenhuma mais importante do que a de Rachel Barrett, prima do cantor e compositor do Pink Floyd, Syd Barrett, que deixou o grupo por problemas de saúde mental, antes da gravação de “Wish you were Here/ The Wall”. Por motivos óbvios, pois como todos sabem, toda a obra foi escrita em sua maioria por R. Waters, inspirada nas frustrações e crises emocionais enfrentadas por Syd durante seus anos no Floyd, com isto Rachel se apaixonou pelo projeto e imediatamente se prontificou em nos ajudar e se dispôs a trazer histórias reais daquele trágico momento vivido por Syd Barrett e como se isto não bastasse, Rachel nos deu sua larga experiência como diretora de peças teatrais de enorme relevância na cultura Inglesa. Isto se tornou tão precioso e tão mágico que até hoje, Rachell está conosco neste espetáculo sendo a Co Produtora do Projeto.
A meu ver, a síntese desta obra literária/musical, escrita por Roger Waters, deve-se ao fato do autor querer explicar a alienação que ele e os demais membros do Grupo (Pink Floyd) sentiam no palco em direção ao desejo do público em consumir e entender aquelas apresentações. Certamente, esta foi a oportunidade que Waters teve para mostrar, como seu muro foi construído mentalmente desde a infância até os dias atuais. Todo mundo tem uma parede da qual esconde seus verdadeiros sentimentos para trás, e isso é mentalmente construído se a qualquer momento algo ruim acontecer em suas vidas.
O primeiro tijolo de Roger Waters foi colocado quando seu pai foi morto na Segunda Guerra Mundial. Isso foi adicionado por outros tijolos ao longo de sua vida que formaram uma parede completa. Esta parte de sua vida é descrita na primeira parte do show.
A segunda parte do show explica seus sentimentos atrás de sua parede até o final, onde temos o chamado “O Julgamento”. O Julgamento está acontecendo em sua mente, mostrando todas as suas experiências e atitudes passadas em relação às pessoas em sua vida. No final, ele é julgado e, finalmente, sua parede é ordenada a ser demolida. O que deixa seus sentimentos expostos.
Nesta montagem atual, novamente reunimos alguns dos melhores músicos e atores britânicos, que têm o talento e o desejo de replicar a música do álbum “LIVE” do Pink Floyd no maior detalhe possível. A banda se dedica a elaborar as apresentações do Pink Floyd com atenção a cada nota, inflexão, expressão, efeito sonoro, em seus instrumentos e vozes Além de suas refinadas apresentações musicais, uma história se desenrolará e atuará no palco para representar o drama completo da peça. Haverá também os melhores efeitos visuais de multimídia, projeção e lasers, para melhorar a experiência ao vivo.
Conheça Alan Vest
Alan Veste – Diretor/ Produtor
Alan tem 35 anos de experiência em cinema e teatro. Escreveu, produziu e dirigiu inúmeros filmes, peças de teatro e musicais ao longo dos anos.
Uma de suas grandes habilidades é adaptar filmes conhecidos para o palco, tais como, “One Flew Over the Cuckoo’s Nest” (Um Estranho no Ninho), de Ken Kessey, “Purple Rain”, do Prince, e “Tommy”, do The Who.
Alan é também é um dos pioneiros da introdução de filmes como parte de uma peça teatral, acoplando as duas experiências em um único espetáculo.
Co-Fundador da Vesbim Media, além de dirigir alguns dos mais consagrados musicais da Inglaterra, a empresa também é responsável nos últimos 10 anos, pela realização do famoso Festival Internacional de Cinema de Liverpool, o evento conta ainda com Alan como um de seus anfitriões. Mr. Veste também é jurado e organizador do Festival de Cinema de Wirral.
Alan dirigiu e produziu peças como: “Virgin Express”, “Payback”, “The Cavern Club”, “The Yozzers”, dirigiu e editou séries para TV inglesa como “Fast & Furious”, Co-Produtor no curta metragem “The Butler Did It”, Produtor no Variety showcase no Little Theatre Birkenhead”, Editor e Produtor no longa metragem “Bouncers 1”, Diretor e Co Produtor no Documentário “Millennium Man” para TV a cabo, escritor, diretor e co Produtor no premiado Longa-Metragem “Controle de Pragas”, em março de 1993 foi o produtor, diretor, diretor musical na adaptação para a versão teatral de “The Wall” do Pink Floyd no The Royal Court Liverpool, The Floral Pavilion New Brighton e The Leasowe Recreation Center Wirral. Alan também é Fundador do “The Leasowe Production Group” e do “The Leasowe Music Workshop”.
Alan é professor titular e membro do corpo acadêmico diretivo da UAL – UNIVERSITY OF ARTS LONDON, Faculdade de artes de Londres, sendo o responsável pelas cadeiras de cinema, aulas de arte e música.
Rachel Barrett – Co-Produtora
Meu avô e o pai Syd eram irmãos. Portanto, sou prima em segundo grau para Syd (ou Roje como o chamávamos). Meu pai e Syd nasceram os dois em 6 de janeiro com um ano de diferença, sendo Syd o mais velho. Sua mãe (Winifred) adorava dar festas e a casa era muitas vezes cheia de crianças. Papai se lembra de jogar tênis de mesa no sótão onde uma mesa foi permanentemente montada. Minha ramificação da família se mudou de Cambridge quando meu pai tinha apenas 11 anos.
Musica sempre foi o “Elo Pricipal”em nossa familia. Meu avô tocava Saxofone, clarinete e órgão, meu pai tocava guitarra, acordeom e sempre tocou em bandas.
Nasci em Stockton em 1972, me tornei um fã do Pink Floyd no início da minha adolescência, obviamente com uma enorme influência de casa e toda nossa família, mas foi quando eu frequentei a faculdade de arte que eu me tornei ciente do impacto que Syd tinha na sociedade e que finalmente compreendi, o talento excepcional que ele era e tudo o que representava. Para nós, ele era apenas Roje e não aquela figura enigmática e misteriosa que os fãs sempre desejavam encontrar ou mesmo se aproximar para extrair toda a bagagem intelectual que ele poderia fornecer. Não era incomum , vê-lo constantemente sendo seguido nas ruas de Cambridge.
Em 2016 fui convidada para me apresentar com Men on the Border e The Sandvikon Orchestra como parte das celebrações realizadas no Cambridge Corn Exchange, onde apresentei um trabalho sobre a vida e obra de Roje, onde uma linda escultura foi revelada em memória de Syd.
Em 2008 conheci Alan Vest e sua fantástica Cia Vesbin Media, naquela ocasião estavam produzindo a fantástica peça teatral “Um estranho no ninho” desde então nos relacionamos , ficamos grandes amigos e juntos realizamos o desejo de montar o fantástico álbum The Wall em um formato diferente , em uma peça teatral , completamente musicada, trazendo o que o Reino Unido poderia oferecer de melhor na interpretação artística! Juntos havíamos entendido , que o conteúdo da obra estava baseada na vida de meu primo Syd, e com isto eu trouxe alguns comentários de nossa história particular para trazer detalhes na obra grandiosa do Pink Floyd, mas desta vez sob o olhar telentoso e intelectual de Alan Veste! Antes de mais nada, é importante dizer que sou grande fã do que fazemos, minha contribuição artística vai além das memorias e atos de Syd, trago também minha versão nos figurinos e textos , deixando a apresentação com uma cara completamente diferente da que o público está acostumado a ouvir.
Estou envolvida com os shows do Vesbim Floyd por vários anos, posso assegurar , que se o público espera apenas um espetáculo musical, vai se enganar , apresentamos uma obra completa , uma viagem na cabeça dos jovens dos anos 70/80 e principalmente um espetáculo de uma bagagem absolutamente incomum! Este é o nosso The Wall , o The Wall de Syd Barrett.
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