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  • BEBÊ FEIO | RETROMORCEGO – SANTO ANDRÉ (SP)

    BEBÊ FEIO | RETROMORCEGO – SANTO ANDRÉ (SP)

    Nesta sexta (3) a banda Bebê Feio se apresentará no La Igelsia, em São Paulo, e no sábado (4) no 74 Club, em Santo André (SP).

    Os ingressos para o show no La Iglesia podem adquiridos antecipadamente, aqui:

    https://101tickets.com.br/events/details/Retromorcego—Bebe-feio—Macabro-na-La-Iglesia

    No La Iglesia o Bebê Feio se apresentará ao lado das bandas Retromorcego e Macabro, a partir das 20h. A casa fica na Rua João Moura, 515, Galpão 6, Pinheiros, São Paulo.

    E no 74 Club, eles tocam ao lado do Retromorcego, a partir das 19h. O endereço é: Rua Itobi, 325, Vila Alpina, Santo André/SP.

    O quinteto Bebê Feio lançou recentemente o EP “Bestiário”. A massa sonora explora influências que vão do Death Metal, Doom, Sludge e Metallic Hardcore ao Deathcore, Black, Nu e Stoner Metal — um caldeirão difícil de rotular, mas com identidade própria.

    O trabalho traz três faixas que transitam do peso arrastado e cadenciado à já tradicional “porradaria insana” da banda: “Bestiário”, “Antimatéria” e “Sacrossanto”. Gravado no Dual Noise Studio, “Bestiário” marca uma fase de transição para o grupo.

    “Bestiário”, faixa-título e a mais curta, retrata a violência como espetáculo. Inspirada no livro medieval que cataloga criaturas fantásticas, a música usa o conceito como metáfora para mostrar que o narrador não é parte do mal conhecido — ele é sua própria fonte, criador de novas bestas.

    “Antimatéria” aborda o acúmulo de energia prestes a explodir, usando referências de física quântica para simbolizar o choque entre forças opostas que, ao se fundirem, geram algo único e destrutivo.

    “Sacrossanto” denuncia a hipocrisia religiosa, expondo a quebra de confiança e a idolatria vazia, onde a imagem de pureza é corrompida por abusos e exploração da fé.

    Ouça “Bestiário”:

    https://open.spotify.com/intl-pt/album/6LbnHCCny4bx27wSAxCfEC?si=eovjx6s3S763ECyprshDTw

    O “nascimento” desse bebê aconteceu em fevereiro de 2021, em São Paulo/SP. A formação conta com Gunther o Titã (vocal), Leandro Furini (guitarra), Bruno Bonemer (guitarra), Johnny Queiroz (bateria) e Pedro Galdi (baixo e vocal).

    Entre ensaios caóticos e drinks de procedência duvidosa, as primeiras composições surgiram naturalmente. Gravado e masterizado no Dual Noise Studio, o EP de estreia “Bebê Feio” saiu em fevereiro de 2024 com quatro “canções de ninar” nada convencionais: “Abutres”, “O Fio da Lâmina”, “Inércia da Destruição” e “Involução”.

    No Instagram, a banda aposta na zoeira como linguagem, entregando não só música, mas também conteúdo divertido para seus seguidores. Já no merch, o visual é mais sério e estranho, conquistando tanto o público do metal quanto quem está de fora.

    Atualmente, o foco está em tocar o máximo possível e, em paralelo, lapidar as composições do próximo álbum, previsto para fevereiro de 2026.

    Acompanhe o Bebê Feio:

    https://www.instagram.com/bebefeio666

    https://open.spotify.com/album/77bNeq2tKB5RvvEfIR6n2C?si=uw5JbwonRZGUz3VAWegheA

    https://linktr.ee/bebefeio

  • BEBÊ FEIO | RETROMORCEGO | MACABRO – SÃO PAULO (SP)

    BEBÊ FEIO | RETROMORCEGO | MACABRO – SÃO PAULO (SP)

    Nesta sexta (3) a banda Bebê Feio se apresentará no La Igelsia, em São Paulo, e no sábado (4) no 74 Club, em Santo André (SP).

    Os ingressos para o show no La Iglesia podem adquiridos antecipadamente, aqui:

    https://101tickets.com.br/events/details/Retromorcego—Bebe-feio—Macabro-na-La-Iglesia

    No La Iglesia o Bebê Feio se apresentará ao lado das bandas Retromorcego e Macabro, a partir das 20h. A casa fica na Rua João Moura, 515, Galpão 6, Pinheiros, São Paulo.

    E no 74 Club, eles tocam ao lado do Retromorcego, a partir das 19h. O endereço é: Rua Itobi, 325, Vila Alpina, Santo André/SP.

    O quinteto Bebê Feio lançou recentemente o EP “Bestiário”. A massa sonora explora influências que vão do Death Metal, Doom, Sludge e Metallic Hardcore ao Deathcore, Black, Nu e Stoner Metal — um caldeirão difícil de rotular, mas com identidade própria.

    O trabalho traz três faixas que transitam do peso arrastado e cadenciado à já tradicional “porradaria insana” da banda: “Bestiário”, “Antimatéria” e “Sacrossanto”. Gravado no Dual Noise Studio, “Bestiário” marca uma fase de transição para o grupo.

    “Bestiário”, faixa-título e a mais curta, retrata a violência como espetáculo. Inspirada no livro medieval que cataloga criaturas fantásticas, a música usa o conceito como metáfora para mostrar que o narrador não é parte do mal conhecido — ele é sua própria fonte, criador de novas bestas.

    “Antimatéria” aborda o acúmulo de energia prestes a explodir, usando referências de física quântica para simbolizar o choque entre forças opostas que, ao se fundirem, geram algo único e destrutivo.

    “Sacrossanto” denuncia a hipocrisia religiosa, expondo a quebra de confiança e a idolatria vazia, onde a imagem de pureza é corrompida por abusos e exploração da fé.

    Ouça “Bestiário”:

    https://open.spotify.com/intl-pt/album/6LbnHCCny4bx27wSAxCfEC?si=eovjx6s3S763ECyprshDTw

    O “nascimento” desse bebê aconteceu em fevereiro de 2021, em São Paulo/SP. A formação conta com Gunther o Titã (vocal), Leandro Furini (guitarra), Bruno Bonemer (guitarra), Johnny Queiroz (bateria) e Pedro Galdi (baixo e vocal).

    Entre ensaios caóticos e drinks de procedência duvidosa, as primeiras composições surgiram naturalmente. Gravado e masterizado no Dual Noise Studio, o EP de estreia “Bebê Feio” saiu em fevereiro de 2024 com quatro “canções de ninar” nada convencionais: “Abutres”, “O Fio da Lâmina”, “Inércia da Destruição” e “Involução”.

    No Instagram, a banda aposta na zoeira como linguagem, entregando não só música, mas também conteúdo divertido para seus seguidores. Já no merch, o visual é mais sério e estranho, conquistando tanto o público do metal quanto quem está de fora.

    Atualmente, o foco está em tocar o máximo possível e, em paralelo, lapidar as composições do próximo álbum, previsto para fevereiro de 2026.

    Acompanhe o Bebê Feio:

    https://www.instagram.com/bebefeio666

    https://open.spotify.com/album/77bNeq2tKB5RvvEfIR6n2C?si=uw5JbwonRZGUz3VAWegheA

    https://linktr.ee/bebefeio

  • GYPSY TEARS – SÃO JOÃO BATISTA DO GLÓRIA (MG)

    GYPSY TEARS – SÃO JOÃO BATISTA DO GLÓRIA (MG)

    No dia 04 de outubro de 2025, a partir das 20h30, a banda mineira de Hard Rock Gypsy Tears apresenta o espetáculo “O Voo do Carcará”, onde tocará na íntegra seu álbum de estreia, “Blue Bird”, além de novos singles e outras novidades.

    Com sua formação atual consolidada em 2023, na região da Serra da Canastra, em Minas Gerais, a Gypsy Tears reúne músicos de ampla trajetória no Rock e no Heavy Metal: Thiago Valle (guitarras e backing vocals), John Laporte (vocais), Cleiton Hipólito (baixo e backing vocals) e David Augusi (bateria). Com essa união de experiência e energia, a banda se firmou como um dos principais nomes do Hard Rock no cenário brasileiro contemporâneo.

    O show acontece na Praça Belo Horizonte (Praça da Matriz), em São João Batista do Glória-MG, no coração da Canastra. O evento conta com o apoio da PNAB – Política Nacional Aldir Blanc e da Prefeitura Municipal de São João Batista do Glória.

    Com o objetivo de promover o acesso à cultura e ao entretenimento de forma ampla e democrática, o show será realizado em praça pública, totalmente gratuito, durante a Feira Livre, que reunirá expositores de artesanato e culinária típica mineira, valorizando a pluralidade artística da região.

    A abertura do evento ficará por conta de Baraka, que apresentará versões acústicas de grandes clássicos do Rock nacional e internacional. O público também poderá aproveitar uma feira com artes, artesanato e gastronomia. A identidade visual do flyer foi criada por Thiago Valle, vocalista da Gypsy Tears, que ainda exibirá suas HQs, pinturas e as ilustrações do encarte do álbum “Blue Bird”, além de expor suas guitarras personalizadas.

    Confira abaixo o serviço completo
    Data: 04 de Outubro de 2025, Sábado
    Horário: A partir das 20h30
    Local: Praça Belo Horizonte, São João Batista do Glória-MG
    Ingressos: Entrada gratuita

  • HEAVY METAL CONTRA A FOME: EDIÇÃO 50 ANOS DE SEBASTIAN CARSIN – PORTO ALEGRE (RS)

    HEAVY METAL CONTRA A FOME: EDIÇÃO 50 ANOS DE SEBASTIAN CARSIN – PORTO ALEGRE (RS)

    Heavy Metal Contra a Fome – Edição 50 anos de Sebastian Carsin

     

    ? Data: 11 de outubro de 2025

    ? Horário: 19h30

    ? Local: Caos – Rua João Alfredo, 701 – Cidade Baixa – Porto Alegre/RS

    ? Atrações: Spartacus, Rural Roads, Spades Vandall, Gueppardo, Goaten

    ?️ Ingresso: 1 kg de alimento

  • THUNDER ORIGINALS – CURITIBA (PR)

    THUNDER ORIGINALS – CURITIBA (PR)

    No dia 5 de outubro de 2025, o Crossroads apresenta em Curitiba o Thunderstruck: Originals, um projeto que chega com força e propósito: reunir nove bandas em dois palcos – Thunder e Cross –, oferecendo ao público um ambiente de descobertas e celebração para quem vive o rock com intensidade. A entrada é gratuita.

    O projeto Cross Originals, concebido em 2022 com o objetivo de valorizar bandas que trazem sua própria identidade musical e mantêm o rock como paixão e estilo de vida, integra-se ao Thunderstruck. Dessa união nasce o Thunderstruck: Originals. Desde a criação do Cross Originals, dezenas de grupos já passaram por esse palco, comprovando que, ao contrário do que muitos acreditam, o rock segue pulsando com força em Curitiba.

    A cidade construiu uma cena sólida e diversificada. Bandas como Macumbazilla (metal) e Sick Sick Sinners (psychobilly) mostram que o metal, o psychobilly seguem fortes, enquanto nomes como She Is Dead (garage rock), Cigarras (punk) e River Rise Band (classic rock/hard rock) carregam a tradição do rock para novas gerações, misturando estilos e desafiando rótulos.

    O público ainda terá a chance de conferir as apresentações da banda Anacrônica (pop rock/psicodélico), Lenhadores da Antártida (folk/indie), Mumbai Express (instrumental) e Wes Ventura (groove/afro caipira contemporâneo).

    Com a entrada gratuita, o evento reafirma o compromisso do Crossroads em investir em formatos inovadores e em valorizar artistas que entregam música de verdade. O Thunderstruck: Originals nasce para ocupar um espaço que há muito tempo os fãs pediam: um encontro capaz de unir autenticidade, qualidade e a energia que só o rock proporciona. 

    E para tornar tudo ainda mais grandioso, a loja de instrumentos musicais Garagem, de  Curitiba, soma forças ao evento, garantindo a estrutura e os equipamentos que tornam possível essa experiência. Importante: o evento é para toda a família, inclusive, pet friendly.

    Anotou na agenda? Uma celebração da música original em Curitiba que você não pode perder!

    Serviço
    Thunderstruck: Originals – Crossroads
    Data: 5 de outubro de 2025 (domingo)
    Horário: a partir das 15h
    Local: Crossroads – Av. Iguaçu, 2310, Curitiba
    Entrada: gratuita

    Programação completa:

    15:00 – 15:45 – She is Dead – Palco Thunder

     

    15:45 – 16:30 – Cigarras – Palco Cross

     

    16:30 – 17:15 – Lenhadores da Antártida – Palco Thunder

     

    17:15 – 18:00 – Sick Sick Sinners – Palco Cross

     

    18:00 – 18:45 – River Rise Band – Palco Thunder

     

    18:45 – 19:30 – Macumbazilla – Palco Cross

     

    19:30 – 20:15 – Mumbai Express – Palco Thunder

     

    20:15 – 21:00 – Anacrônica- Palco Cross

     

    21:30 – 22:30 – Wes Ventura- Palco Cross

     

    Redes Crossroads

    https://www.instagram.com/barcrossroads/

    https://www.facebook.com/barcrossroads

    Parceiros

    https://www.instagram.com/clubegaragem/

     

    Bandas

    https://www.instagram.com/macumbazilla/
    https://www.instagram.com/mumbaiexpressbrasil
    https://www.instagram.com/sheisdeadrock
    https://www.instagram.com/bandacigarras
    https://www.instagram.com/lenhadoresdaantartida
    https://www.instagram.com/sick_sick_sinners
    https://www.instagram.com/bandaanacronica
    https://www.instagram.com/riverriseband
    https://www.instagram.com/wes_ventura

  • DEATH TO ALL – BELO HORIZONTE (MG)

    DEATH TO ALL – BELO HORIZONTE (MG)

    Death To All, projeto/turnê-tributo com ex-membros da banda norte-americana Death, anuncia turnê no Brasil em janeiro de 2026 que celebra os clássicos álbuns Spiritual Healing e Symbolic, que respectivamente completam 35 e 30 anos desde o lançamento oficial na década de 1990.

    Overload produz quatro datas: Porto Alegre (20/01, no Opinião), Curitiba (21/01, no Tork n Roll), São Paulo (24/01, no Carioca Club) e Belo Horizonte (25/01, no Mister Rock). Os ingressos já estão à venda.

    O Death to All conta com Gene Hoglan (baterista em Individual Thought Patterns de 1993 e Symbolic, de 1995), Steve DiGiorgio (baixista em Human de 1991 e Individual Thought Patterns, de 1993) e Bobby Koelble (guitarrista em Symbolic), além de Max Phelps (Exist, ex-Cynic) na guitarra e nos vocais.

    “Chegou a hora de comemorar alguns marcos do catálogo do Death”, declara Hoglan. “São 30 anos de Symbolic e 35 anos de Spiritual Healing! Duas eras muito diferentes, mas igualmente importantes do Death. Vai ser um prazer representar esses dois álbuns”, ele completa.

    Hoglan acrescenta: “Será uma noite incrível homenageando o grande Chuck Schuldiner, como só o Death to All sabe fazer”.

    Symbolic foi o sexto álbum de estúdio do Death, lançado em março de 1995 pela Roadrunner Records. O álbum representa uma transição no som da banda, mantendo elementos de death metal técnico, mas incorporando progressividade, mais melodias e tem estruturas mais elaboradas. “Crystal Mountain”, “Symbolic”, “Perennial Quest”, “Empty Words” e “1,000 Eyes” são petardos deste registro.

    Spiritual Healing foi o terceiro álbum do Death, lançado em fevereiro de 1990. Em vez de focar em horror visceral ( gore e temas macabros) como nos dois primeiros discos, as letras aqui passaram a tratar de problemas sociais, como genética, tele-evangelismo, doença mental e deficiência física. Musicalmente, também há evolução: riffs mais técnicos, melodias mais presentes, variações de tempo, partes mais “melódicas” intercaladas com agressividade.

    SERVIÇO

    Death To All em Belo Horizonte/MG

    Data: 25 de janeiro de 2026

    Local: Mister Rock (Av. Tereza Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte – MG)

    Ingresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/deathtoall-belohorizonte

  • DEATH TO ALL – SÃO PAULO (SP)

    DEATH TO ALL – SÃO PAULO (SP)

    Death To All, projeto/turnê-tributo com ex-membros da banda norte-americana Death, anuncia turnê no Brasil em janeiro de 2026 que celebra os clássicos álbuns Spiritual Healing e Symbolic, que respectivamente completam 35 e 30 anos desde o lançamento oficial na década de 1990.

    Overload produz quatro datas: Porto Alegre (20/01, no Opinião), Curitiba (21/01, no Tork n Roll), São Paulo (24/01, no Carioca Club) e Belo Horizonte (25/01, no Mister Rock). Os ingressos já estão à venda.

    O Death to All conta com Gene Hoglan (baterista em Individual Thought Patterns de 1993 e Symbolic, de 1995), Steve DiGiorgio (baixista em Human de 1991 e Individual Thought Patterns, de 1993) e Bobby Koelble (guitarrista em Symbolic), além de Max Phelps (Exist, ex-Cynic) na guitarra e nos vocais.

    “Chegou a hora de comemorar alguns marcos do catálogo do Death”, declara Hoglan. “São 30 anos de Symbolic e 35 anos de Spiritual Healing! Duas eras muito diferentes, mas igualmente importantes do Death. Vai ser um prazer representar esses dois álbuns”, ele completa.

    Hoglan acrescenta: “Será uma noite incrível homenageando o grande Chuck Schuldiner, como só o Death to All sabe fazer”.

    Symbolic foi o sexto álbum de estúdio do Death, lançado em março de 1995 pela Roadrunner Records. O álbum representa uma transição no som da banda, mantendo elementos de death metal técnico, mas incorporando progressividade, mais melodias e tem estruturas mais elaboradas. “Crystal Mountain”, “Symbolic”, “Perennial Quest”, “Empty Words” e “1,000 Eyes” são petardos deste registro.

    Spiritual Healing foi o terceiro álbum do Death, lançado em fevereiro de 1990. Em vez de focar em horror visceral ( gore e temas macabros) como nos dois primeiros discos, as letras aqui passaram a tratar de problemas sociais, como genética, tele-evangelismo, doença mental e deficiência física. Musicalmente, também há evolução: riffs mais técnicos, melodias mais presentes, variações de tempo, partes mais “melódicas” intercaladas com agressividade.

    SERVIÇO

    Data: 24 de janeiro de 2026

    Local: Carioca Club Pinheiros (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo, SP)

    Ingresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/deathtoall-saopaulo

  • DEATH TO ALL – CURITIBA (PR)

    DEATH TO ALL – CURITIBA (PR)

    Death To All, projeto/turnê-tributo com ex-membros da banda norte-americana Death, anuncia turnê no Brasil em janeiro de 2026 que celebra os clássicos álbuns Spiritual Healing e Symbolic, que respectivamente completam 35 e 30 anos desde o lançamento oficial na década de 1990.

    Overload produz quatro datas: Porto Alegre (20/01, no Opinião), Curitiba (21/01, no Tork n Roll), São Paulo (24/01, no Carioca Club) e Belo Horizonte (25/01, no Mister Rock). Os ingressos já estão à venda.

    O Death to All conta com Gene Hoglan (baterista em Individual Thought Patterns de 1993 e Symbolic, de 1995), Steve DiGiorgio (baixista em Human de 1991 e Individual Thought Patterns, de 1993) e Bobby Koelble (guitarrista em Symbolic), além de Max Phelps (Exist, ex-Cynic) na guitarra e nos vocais.

    “Chegou a hora de comemorar alguns marcos do catálogo do Death”, declara Hoglan. “São 30 anos de Symbolic e 35 anos de Spiritual Healing! Duas eras muito diferentes, mas igualmente importantes do Death. Vai ser um prazer representar esses dois álbuns”, ele completa.

    Hoglan acrescenta: “Será uma noite incrível homenageando o grande Chuck Schuldiner, como só o Death to All sabe fazer”.

    Symbolic foi o sexto álbum de estúdio do Death, lançado em março de 1995 pela Roadrunner Records. O álbum representa uma transição no som da banda, mantendo elementos de death metal técnico, mas incorporando progressividade, mais melodias e tem estruturas mais elaboradas. “Crystal Mountain”, “Symbolic”, “Perennial Quest”, “Empty Words” e “1,000 Eyes” são petardos deste registro.

    Spiritual Healing foi o terceiro álbum do Death, lançado em fevereiro de 1990. Em vez de focar em horror visceral ( gore e temas macabros) como nos dois primeiros discos, as letras aqui passaram a tratar de problemas sociais, como genética, tele-evangelismo, doença mental e deficiência física. Musicalmente, também há evolução: riffs mais técnicos, melodias mais presentes, variações de tempo, partes mais “melódicas” intercaladas com agressividade.

    SERVIÇO

    Death To All em Curitiba/PR

    Data: 21 de janeiro de 2026

    Local: Tork ‘n Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba)

    Ingresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/deathtoall-curitiba

  • DEATH TO ALL – PORTO ALEGRE (RS)

    DEATH TO ALL – PORTO ALEGRE (RS)

    Death To All, projeto/turnê-tributo com ex-membros da banda norte-americana Death, anuncia turnê no Brasil em janeiro de 2026 que celebra os clássicos álbuns Spiritual Healing e Symbolic, que respectivamente completam 35 e 30 anos desde o lançamento oficial na década de 1990.

    Overload produz quatro datas: Porto Alegre (20/01, no Opinião), Curitiba (21/01, no Tork n Roll), São Paulo (24/01, no Carioca Club) e Belo Horizonte (25/01, no Mister Rock). Os ingressos já estão à venda.

    O Death to All conta com Gene Hoglan (baterista em Individual Thought Patterns de 1993 e Symbolic, de 1995), Steve DiGiorgio (baixista em Human de 1991 e Individual Thought Patterns, de 1993) e Bobby Koelble (guitarrista em Symbolic), além de Max Phelps (Exist, ex-Cynic) na guitarra e nos vocais.

    “Chegou a hora de comemorar alguns marcos do catálogo do Death”, declara Hoglan. “São 30 anos de Symbolic e 35 anos de Spiritual Healing! Duas eras muito diferentes, mas igualmente importantes do Death. Vai ser um prazer representar esses dois álbuns”, ele completa.

    Hoglan acrescenta: “Será uma noite incrível homenageando o grande Chuck Schuldiner, como só o Death to All sabe fazer”.

    Symbolic foi o sexto álbum de estúdio do Death, lançado em março de 1995 pela Roadrunner Records. O álbum representa uma transição no som da banda, mantendo elementos de death metal técnico, mas incorporando progressividade, mais melodias e tem estruturas mais elaboradas. “Crystal Mountain”, “Symbolic”, “Perennial Quest”, “Empty Words” e “1,000 Eyes” são petardos deste registro.

    Spiritual Healing foi o terceiro álbum do Death, lançado em fevereiro de 1990. Em vez de focar em horror visceral ( gore e temas macabros) como nos dois primeiros discos, as letras aqui passaram a tratar de problemas sociais, como genética, tele-evangelismo, doença mental e deficiência física. Musicalmente, também há evolução: riffs mais técnicos, melodias mais presentes, variações de tempo, partes mais “melódicas” intercaladas com agressividade.

    SERVIÇO

    Death To All em Porto Alegre/RS

    Data: 20 de janeiro de 2026

    Local: Opinião (José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa, Porto Alegre/RS)

    Ingresso: https://bileto.sympla.com.br/event/111427

  • FANTAZMAZ – SÃO PAULO (SP)

    FANTAZMAZ – SÃO PAULO (SP)

    Fantazmaz com seu punk rock ácido, feroz e rápido, uma banda de raízes brasileiras atualmente com base em Londres, faz em outubro uma inédita mini-turnê pelo Brasil.

    Serão cinco shows: em São Paulo, dia 17/10, no Bay Area; também na capital, dia 18/10 no Maali, em Campinas; dia 19/10 no festival Lucky Friends Rodeo, em Sorocaba; de volta a São Paulo, dia 23/10 no La Iglesia; e encerra no dia 25/10 na Cervejaria Tarantino, também em São Paulo.

    Ingressos à venda: https://linktr.ee/fantazmaz.

    O primeiro compromisso da Fantazmaz nessa tour é dia 15/10 na loja London Calling, na Galeria do Rock (São Paulo/SP). Será um encontro com os fãs e a banda venderá merchandising neste dia, como o vinil Fantazmaz, o álbum de estreia.

    Nas plataformas digitais, o álbum saiu via Repetente Records, selo de dois músicos do CPM 22, Badauí e Phil Fargnoli junto ao diretor artístico Rick Lion.

    A Fantazmaz é Thamila Zenthöfer (vocal), Raf Oliver (guitarra), Chokis Costa (baixo) e Jamie Oliver (bateria).

    “Estamos super empolgados pra voltar pra casa com os Fantazmaz, depois de tantos anos fora, e ainda levar nosso batera gringo: o Jamie (ex-UK Subs e SNFU) vai com a gente, o que vai deixar a tour ainda mais especial”, conta Thamila.

    Ela conta que desde que começaram a anunciar a turnê, já receberam muitas mensagens de antigos e novos fãs. “Também recebemos várias mensagens de fãs da nossa banda antiga, o Vilania, dizendo que vão colar nos shows. A gente tinha uma fanbase bem fiel”.

    Os shows do Fantazmaz, revela Thamila, são rápidos. “A gente até brinca antes de subir no palco: “bora, show Zeke, né?” Que significa: rapidão, altíssimo e non stop! A gente adora tocar uma música atrás da outra e suar muito”.

    Um música ganha destaque no repertório dos shows, ‘Pobreza é Violência’, que faz parte do disco de estreia bastante elogiado na Europa e com difusão no Brasil pela Repetente Records. “A letra fala sobre a humilhação de viver num país onde a linha tênue entre política e fanatismo religioso é finíssima. Mal posso esperar pra tocar essa ao vivo”.

    Fantazmaz, o disco

    Aliás, a raiva e frustração coletiva de um mundo quase perdido é o combustível da Fantazmaz com seu punk rock ácido no álbum de estreia homônimo.

    “A chance de sairmos desse caos global é mínima e, pra ser sincera, a gente nem se importa mais em explicar o porquê. Tá tudo aí, escancarado. Esse é o sentimento. Escuta o álbum”, comenta a vocalista Thamila Zenthöfer.

    Fantazmaz, o disco, foi gravado no Monolith Studio, na Zona Norte de Londres, conhecido por gravar bandas de metal e HC.

    Fantazmaz, a banda

    Formado em 2019 pela vocalista Thami e pelo guitarrista Raf Oliver, o Fantazmaz encontrou seu cru, som implacável com a adição do baixista Chokito e do ex-baterista do UK Subs, Jamie Oliver.

    Misturando a energia punk com uma presença de palco destemida, eles rapidamente construíram uma reputação de suas performances sem barreiras.