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  • PACHORRA | RAGING WAR (FLORIANÓPOLIS/SC)

    PACHORRA | RAGING WAR (FLORIANÓPOLIS/SC)

    Bruxa Verde & Bugio Centro apresentam: PACHORRA & RAGING WAR EM FLORIPA

    No próximo dia 23 de Fevereiro, quinta-feira, as bandas Pachorra e Raging War se apresentam juntas na Bugio Centro, em Florianópolis, a partir das 18 horas.

    O show da Pachorra celebra o lançamento do novo EP da banda, “Próximo do Fim!”, e vem para reafirmar o trabalho iniciado com “À Própria Sorte”, enquanto a Raging War retorna à Floripa com sua apresentação avassaladora, tocando as canções já clássicas do seu álbum auto intitulado de estreia e do EP “The Last Tree”.

    Entrada colaborativa com arrecadação de alimentos destinados ao Projeto Social Comunidade Fraterna do Alto Aririú, da Associação Espírita Água de Oxum.

    Apoio: Hell Yeah Music Company

    Serviço completo:
    Bandas: Pachorra e Raging War
    Data: 23 de fevereiro de 2023, a partir das 18 horas
    Local: R. Victor Meirelles, 112 – Centro, Florianópolis-SC
    Ingressos: Valor colaborativo + 1KG de Alimento
    Organização: Bruxa Verde Produções e Bugio Centro
    Apoio: Hell Yeah Music Company

  • “SATANIC HELLBANGERS FESTIVAL – 2023” (BELO HORIZONTE/MG)

    “SATANIC HELLBANGERS FESTIVAL – 2023” (BELO HORIZONTE/MG)

    Link para adquirir seus ingressos online e antecipados já está disponível, CLIQUE AQUI e saiba mais informações.

    Valores:

    Primeiro Lote: R$ 20,00 (+ taxas) – até 10/03/2023
    Segundo Lote: R$ 30,00 (+ taxas)
    Terceiro Lote: R$ 40,00 (+ taxas)

    *Os 30 primeiros ingressos ganham um CD de brinde.

    Acesse o evento no Facebook, confirme sua presença e fique por dentro de todas as atualizações deste festival: https://www.facebook.com/events/1064002224305486

    Satanic Hellbangers Records:
    Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100087766880192
    Instagram: https://www.instagram.com/satanic.hellbangers.records/
    E-mail: [email protected]

  • THE TROOPS OF DOOM (SÃO PAULO/SP)

    THE TROOPS OF DOOM (SÃO PAULO/SP)

    The Troops of Doom segue a turnê de promoção do álbum de estreia, “Antichrist Reborn” (2022), e se prepara para mais uma data em São Paulo, com um show agendado para o dia 11 de fevereiro (sábado) no SESC Belenzinho. Na ocasião, Alex Kafer (vocal e baixo), Jairo “Tormentor” Guedz (guitarra), Marcelo Vasco (guitarra) e Alexandre Oliveira (bateria) farão o primeiro show completo, com 1h30 de duração. “O set list inédito terá músicas que nunca tocamos antes ao vivo. São Paulo sempre nos recebe bem, desde nossa estreia ao vivo em 2021, mas agora a apresentação será no lugar onde grandes nomes do metal nacional, como Dorsal Atlântica, Krisiun, The Mist entre outros, fizeram grandes shows e trouxeram muita alegria pros seus fãs”, comentou Jairo “Tormentor” Guedz.

    Ingressos antecipados em https://www.sescsp.org.br/programacao/the-troops-of-doom/

    “Tocar no palco do SESC Belenzinho, um lugar único, com conforto e segurança, nos enche de orgulho e responsabilidade para poder proporcionar um evento inesquecível ao nosso público, além da chance de poder executar músicas que nunca entraram no set até o momento. Entre elas, algumas regravações que fizemos de músicas de minha autoria junto ao Sepultura na década de 80, várias outras de ‘Antichrist Reborn’ e dos primeiros EPs, ‘The Rise of Heresy’ e ‘The Absence of Light’. Espero ver todos nossos fãs e amigos no SESC Belenzinho no próximo dia 11 de fevereiro. Com vocês, essa noite especial ficará completa”, acrescentou o guitarrista.

    Confira o vídeo de “Dethroned Messiah”, dirigido, filmado e editado por Walter de Andrade:

    O The Troops Of Doom celebrará três anos de existência no próximo mês de março e está preparando algumas surpresas para presentear os fãs. “Entre esses lançamentos, ainda para o primeiro semestre, a parceria entre a banda e a Porcovelha Toys vai tirar do papel e trazer para o ‘mundo real’ o demônio mais famoso do underground brasileiro, Capiroto”, revelou Guedz. “O Capiroto apareceu pela primeira vez em 1985 na capa de ‘Bestial Devastation’ do Sepultura, pelo artista Sérgio Oliveira, e retornou como mascote do The Troops Of Doom nas capas dos dois EPs e de ‘Antichrist Reborn’, também pelas mãos do mesmo artista. O boneco virá numa caixa especial acompanhado de uma palheta comemorando os quase 40 anos de serviços prestados ao underground brasileiro e mundial pelo Capiroto”, concluiu o guitarrista, que agora está sendo patrocinado pela NUX, marca de pedais e tecnologia musical da China.

    Ouça nas plataformas de streaming em https://bfan.link/antichrist-reborn-1

    Serviço – Projeto Música Extrema:
    Atração: The Troops of Doom
    Data: 11 de fevereiro (sábado)
    Horário: 20h30
    Duração: 90 minutos
    Local: Comedoria do SESC Belenzinho
    Endereço: Rua Padre Adelino, 1000, São Paulo/SP (próximo ao metrô Belém)
    Ingressos antecipados em https://www.sescsp.org.br/programacao/the-troops-of-doom/

    Sites relacionados:
    https://www.thetroopsofdoom.com
    https://www.thetroopsofdoom.com/loja
    https://www.facebook.com/thetroopsofdoom
    https://www.instagram.com/thetroopsofdoom
    https://www.twitter.com/thetroopsofdoom
    https://www.almamaterrecords.com

    Booking/Management: [email protected] | Whatsapp: +55 21 998581699, c/ Rodrigo Scelza

    E-mail: [email protected]

    Imprensa – ASE Music:
    http://www.asepress.com.br/music/

    www.instagram.com/ase_press/
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  • “BAÚ DO ROCK”: GOLPE DE ESTADO | MALVADA | OPERADOR (CAIEIRAS/SP)

    “BAÚ DO ROCK”: GOLPE DE ESTADO | MALVADA | OPERADOR (CAIEIRAS/SP)

    A cidade de Caieiras, localizada próxima a São Paulo, recebe no dia 04 de fevereiro o Baú do Rock Festival, evento que reunirá grandes nomes do cenário rock nacional e bandas tributos de gigantes internacionais. Entre as atrações principais está a banda Operador, que divulga o aclamado álbum Operação Call Center,  lançado em 2022.

    A festa acontece no Centro Cultural Isaura Neves, no Jardim Santo Antônio, a partir das 14 horas. Os ingressos para o festival estão disponíveis no site Clube do Ingresso, por apenas 30 reais, no 2º lote.

    Outra atração confirmada do Baú do Rock Festival é a lendária banda Golpe de Estado, fundada em 1985 e uma das mais influentes bandas do rock nacional. O talento e a criatividade de Catalau (vocal), Hélcio Aguirra (guitarra), Nelson Brito (baixo) e Paulo Zinner (bateria) renderam cinco discos de estúdio e um ao vivo e um legado impossível de ser apagado. O ex-baterista Paulo Zinner tocou com Rita Lee nos anos 1990 e no Patrulha do Espaço. Atualmente, com uma formação reformulada, divulgam o disco Caosmópolis”, o oitavo da carreira.

    Completa o topo do cast do evento a banda Malvada, formada em 2020, no início da pandemia no Brasil. O grupo conta com integrantes conhecidas dos palcos da noite paulistana – Angel Sberse (vocal), Bruna Tsuruda (guitarra), Ma Langer (baixo) e Juliana Salgado (bateria) – e aposta no rock and roll com letras em português. Estão divulgando o álbum de estreia, chamado A Noite Vai Ferver.

    Operador

    O Operador lançou em 2022 o primeiro EP, Operação Call Center, regravado em 2023 em um dos maiores estúdios de São Paulo, o Family Mob, e previsto para ser disponibilizado em breve.  O disco conta histórias de vida de atendentes de call center de uma maneira cômica, complementadas com o peso do heavy metal. O trabalho segue obtendo grande espaço na imprensa especializada e os shows de divulgação que a banda vem realizando estão gerando repercussão massiva.

    No dia 01 de abril, o Operador retorna a capital paulista para um show ao lado do Hibria, um dos maiores nomes do metal nacional de todos os tempos. A apresentação acontece no Fabrique Club, e os ingressos estão à venda no site Clube do Ingresso.

    SERVIÇO
    Baú do Rock Festival – com Operador, Malvada e Golpe de Estado
    Data: 04 de fevereiro de 2023 (sábado)
    Cidade: Caieiras/SP
    Local: Centro Cultural Isaura Neves
    Endereço: Rua Argentina, 400 – Jardim Santo Antônio – Caieiras/SP
    Horário: 14h (abertura do local)
    Ingressos: R$ 30 (2º lote)
    Venda online: https://www.clubedoingresso.com/evento/baudorock

    Classificação etária: 18 anos

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  • JEFF SCOTT SOTO – FRIBURGO ROCK FESTIVAL / JSS LEGACY SET (NOVA FRIBURGO/RJ)

    JEFF SCOTT SOTO – FRIBURGO ROCK FESTIVAL / JSS LEGACY SET (NOVA FRIBURGO/RJ)

    BIOGRAFIA
    Filho de descendentes porto-riquenhos, Soto nasceu em 4 de novembro de 1965, no Brooklyn/NY (EUA). Tendo o rádio como “professor”, sequer precisou ter aulas de canto. Fã de R&B, black music, disco e funk, inicialmente achava o rock muito barulhento. Porém, logo entrou de cabeça no estilo. Até conseguir a vaga na banda do sueco Yngwie Malmsteen, passou pelo Kanan e Seducer. Com Malmsteen, começava efetivamente a carreira de Soto, que cantou em duas faixas do álbum “Rising Force” (1984), um divisor de águas no segmento de guitarra. Na sequência, veio “Marching Out” (1985) e o vídeo “Yngwie J. Malmsteen’s Rising Force – Live in ’85”.

    Sem espaço para criar ao lado do guitarrista, resolveu sair, mas retornou na turnê de “Trilogy” (1986, registrado por Mark Boals). Nesse período, passou a gravar com outros grupos. Assim, afora participações especiais, gravações de backing vocals como músico contratado, encontrou no também sueco Talisman a oportunidade que desejava: implementar seu estilo e mesclar o groove da black music com hard rock, AOR e pop. “Todos me viam como um vocalista de heavy metal que gritava. Quase ninguém sabia que minhas raízes vinham da Motown e do pop”, explicou Soto, que também conseguiu unir rock à black music com o Slam e com o bem-humorado projeto The Boogie Knights.

    O vocalista, que segue em carreira solo e com o S.O.T.O e o W.E.T., também gravou com Axel Rudi Pell, Human Clay, Humanimal, Soul Sirkus e Redlist, entre outros, além de parte da trilha do filme “Rockstar” (2001). Ainda participou do Trans-Siberian Orchestra e passou pelo Journey. Sempre de bom astral, o fã da caipiroska brasileira – ele até fez curso para aprender a fazer bem a sua bebida preferida – se mostra disposto e animado para apresentar, em estúdio ou ao vivo, o melhor do hard rock, AOR, metal, disco, soul, funk, R&B e black music. Nos palcos, sua missão sempre foi a de entreter a plateia. Basta lhe dar o microfone ou um baixo, uma guitarra, um violão, um teclado, um trompete…

  • JEFF SCOTT SOTO – QUEEN TRIBUTE / JSS LEGACY (MOTO ROCK CRUISE)

    JEFF SCOTT SOTO – QUEEN TRIBUTE / JSS LEGACY (MOTO ROCK CRUISE)

    BIOGRAFIA
    Filho de descendentes porto-riquenhos, Soto nasceu em 4 de novembro de 1965, no Brooklyn/NY (EUA). Tendo o rádio como “professor”, sequer precisou ter aulas de canto. Fã de R&B, black music, disco e funk, inicialmente achava o rock muito barulhento. Porém, logo entrou de cabeça no estilo. Até conseguir a vaga na banda do sueco Yngwie Malmsteen, passou pelo Kanan e Seducer. Com Malmsteen, começava efetivamente a carreira de Soto, que cantou em duas faixas do álbum “Rising Force” (1984), um divisor de águas no segmento de guitarra. Na sequência, veio “Marching Out” (1985) e o vídeo “Yngwie J. Malmsteen’s Rising Force – Live in ’85”.

    Sem espaço para criar ao lado do guitarrista, resolveu sair, mas retornou na turnê de “Trilogy” (1986, registrado por Mark Boals). Nesse período, passou a gravar com outros grupos. Assim, afora participações especiais, gravações de backing vocals como músico contratado, encontrou no também sueco Talisman a oportunidade que desejava: implementar seu estilo e mesclar o groove da black music com hard rock, AOR e pop. “Todos me viam como um vocalista de heavy metal que gritava. Quase ninguém sabia que minhas raízes vinham da Motown e do pop”, explicou Soto, que também conseguiu unir rock à black music com o Slam e com o bem-humorado projeto The Boogie Knights.

    O vocalista, que segue em carreira solo e com o S.O.T.O e o W.E.T., também gravou com Axel Rudi Pell, Human Clay, Humanimal, Soul Sirkus e Redlist, entre outros, além de parte da trilha do filme “Rockstar” (2001). Ainda participou do Trans-Siberian Orchestra e passou pelo Journey. Sempre de bom astral, o fã da caipiroska brasileira – ele até fez curso para aprender a fazer bem a sua bebida preferida – se mostra disposto e animado para apresentar, em estúdio ou ao vivo, o melhor do hard rock, AOR, metal, disco, soul, funk, R&B e black music. Nos palcos, sua missão sempre foi a de entreter a plateia. Basta lhe dar o microfone ou um baixo, uma guitarra, um violão, um teclado, um trompete…

  • JEFF SCOTT SOTO – QUEEN TRIBUTE + JSS LEGACY SET (SÃO PAULO/SP)

    JEFF SCOTT SOTO – QUEEN TRIBUTE + JSS LEGACY SET (SÃO PAULO/SP)

    BIOGRAFIA
    Filho de descendentes porto-riquenhos, Soto nasceu em 4 de novembro de 1965, no Brooklyn/NY (EUA). Tendo o rádio como “professor”, sequer precisou ter aulas de canto. Fã de R&B, black music, disco e funk, inicialmente achava o rock muito barulhento. Porém, logo entrou de cabeça no estilo. Até conseguir a vaga na banda do sueco Yngwie Malmsteen, passou pelo Kanan e Seducer. Com Malmsteen, começava efetivamente a carreira de Soto, que cantou em duas faixas do álbum “Rising Force” (1984), um divisor de águas no segmento de guitarra. Na sequência, veio “Marching Out” (1985) e o vídeo “Yngwie J. Malmsteen’s Rising Force – Live in ’85”.

    Sem espaço para criar ao lado do guitarrista, resolveu sair, mas retornou na turnê de “Trilogy” (1986, registrado por Mark Boals). Nesse período, passou a gravar com outros grupos. Assim, afora participações especiais, gravações de backing vocals como músico contratado, encontrou no também sueco Talisman a oportunidade que desejava: implementar seu estilo e mesclar o groove da black music com hard rock, AOR e pop. “Todos me viam como um vocalista de heavy metal que gritava. Quase ninguém sabia que minhas raízes vinham da Motown e do pop”, explicou Soto, que também conseguiu unir rock à black music com o Slam e com o bem-humorado projeto The Boogie Knights.

    O vocalista, que segue em carreira solo e com o S.O.T.O e o W.E.T., também gravou com Axel Rudi Pell, Human Clay, Humanimal, Soul Sirkus e Redlist, entre outros, além de parte da trilha do filme “Rockstar” (2001). Ainda participou do Trans-Siberian Orchestra e passou pelo Journey. Sempre de bom astral, o fã da caipiroska brasileira – ele até fez curso para aprender a fazer bem a sua bebida preferida – se mostra disposto e animado para apresentar, em estúdio ou ao vivo, o melhor do hard rock, AOR, metal, disco, soul, funk, R&B e black music. Nos palcos, sua missão sempre foi a de entreter a plateia. Basta lhe dar o microfone ou um baixo, uma guitarra, um violão, um teclado, um trompete…

  • JEFF SCOTT SOTO – QUEEN TRIBUTE (BRASÍLIA/DF)

    JEFF SCOTT SOTO – QUEEN TRIBUTE (BRASÍLIA/DF)

    BIOGRAFIA
    Filho de descendentes porto-riquenhos, Soto nasceu em 4 de novembro de 1965, no Brooklyn/NY (EUA). Tendo o rádio como “professor”, sequer precisou ter aulas de canto. Fã de R&B, black music, disco e funk, inicialmente achava o rock muito barulhento. Porém, logo entrou de cabeça no estilo. Até conseguir a vaga na banda do sueco Yngwie Malmsteen, passou pelo Kanan e Seducer. Com Malmsteen, começava efetivamente a carreira de Soto, que cantou em duas faixas do álbum “Rising Force” (1984), um divisor de águas no segmento de guitarra. Na sequência, veio “Marching Out” (1985) e o vídeo “Yngwie J. Malmsteen’s Rising Force – Live in ’85”.

    Sem espaço para criar ao lado do guitarrista, resolveu sair, mas retornou na turnê de “Trilogy” (1986, registrado por Mark Boals). Nesse período, passou a gravar com outros grupos. Assim, afora participações especiais, gravações de backing vocals como músico contratado, encontrou no também sueco Talisman a oportunidade que desejava: implementar seu estilo e mesclar o groove da black music com hard rock, AOR e pop. “Todos me viam como um vocalista de heavy metal que gritava. Quase ninguém sabia que minhas raízes vinham da Motown e do pop”, explicou Soto, que também conseguiu unir rock à black music com o Slam e com o bem-humorado projeto The Boogie Knights.

    O vocalista, que segue em carreira solo e com o S.O.T.O e o W.E.T., também gravou com Axel Rudi Pell, Human Clay, Humanimal, Soul Sirkus e Redlist, entre outros, além de parte da trilha do filme “Rockstar” (2001). Ainda participou do Trans-Siberian Orchestra e passou pelo Journey. Sempre de bom astral, o fã da caipiroska brasileira – ele até fez curso para aprender a fazer bem a sua bebida preferida – se mostra disposto e animado para apresentar, em estúdio ou ao vivo, o melhor do hard rock, AOR, metal, disco, soul, funk, R&B e black music. Nos palcos, sua missão sempre foi a de entreter a plateia. Basta lhe dar o microfone ou um baixo, uma guitarra, um violão, um teclado, um trompete…

  • JEFF SCOTT SOTO – QUEEN TRIBUTE (GOIÂNIA/GO)

    JEFF SCOTT SOTO – QUEEN TRIBUTE (GOIÂNIA/GO)

    BIOGRAFIA
    Filho de descendentes porto-riquenhos, Soto nasceu em 4 de novembro de 1965, no Brooklyn/NY (EUA). Tendo o rádio como “professor”, sequer precisou ter aulas de canto. Fã de R&B, black music, disco e funk, inicialmente achava o rock muito barulhento. Porém, logo entrou de cabeça no estilo. Até conseguir a vaga na banda do sueco Yngwie Malmsteen, passou pelo Kanan e Seducer. Com Malmsteen, começava efetivamente a carreira de Soto, que cantou em duas faixas do álbum “Rising Force” (1984), um divisor de águas no segmento de guitarra. Na sequência, veio “Marching Out” (1985) e o vídeo “Yngwie J. Malmsteen’s Rising Force – Live in ’85”.

    Sem espaço para criar ao lado do guitarrista, resolveu sair, mas retornou na turnê de “Trilogy” (1986, registrado por Mark Boals). Nesse período, passou a gravar com outros grupos. Assim, afora participações especiais, gravações de backing vocals como músico contratado, encontrou no também sueco Talisman a oportunidade que desejava: implementar seu estilo e mesclar o groove da black music com hard rock, AOR e pop. “Todos me viam como um vocalista de heavy metal que gritava. Quase ninguém sabia que minhas raízes vinham da Motown e do pop”, explicou Soto, que também conseguiu unir rock à black music com o Slam e com o bem-humorado projeto The Boogie Knights.

    O vocalista, que segue em carreira solo e com o S.O.T.O e o W.E.T., também gravou com Axel Rudi Pell, Human Clay, Humanimal, Soul Sirkus e Redlist, entre outros, além de parte da trilha do filme “Rockstar” (2001). Ainda participou do Trans-Siberian Orchestra e passou pelo Journey. Sempre de bom astral, o fã da caipiroska brasileira – ele até fez curso para aprender a fazer bem a sua bebida preferida – se mostra disposto e animado para apresentar, em estúdio ou ao vivo, o melhor do hard rock, AOR, metal, disco, soul, funk, R&B e black music. Nos palcos, sua missão sempre foi a de entreter a plateia. Basta lhe dar o microfone ou um baixo, uma guitarra, um violão, um teclado, um trompete…

  • JEFF SCOTT SOTO – ACÚSTICO (JUNDIAÍ/SP)

    JEFF SCOTT SOTO – ACÚSTICO (JUNDIAÍ/SP)

    BIOGRAFIA
    Filho de descendentes porto-riquenhos, Soto nasceu em 4 de novembro de 1965, no Brooklyn/NY (EUA). Tendo o rádio como “professor”, sequer precisou ter aulas de canto. Fã de R&B, black music, disco e funk, inicialmente achava o rock muito barulhento. Porém, logo entrou de cabeça no estilo. Até conseguir a vaga na banda do sueco Yngwie Malmsteen, passou pelo Kanan e Seducer. Com Malmsteen, começava efetivamente a carreira de Soto, que cantou em duas faixas do álbum “Rising Force” (1984), um divisor de águas no segmento de guitarra. Na sequência, veio “Marching Out” (1985) e o vídeo “Yngwie J. Malmsteen’s Rising Force – Live in ’85”.

    Sem espaço para criar ao lado do guitarrista, resolveu sair, mas retornou na turnê de “Trilogy” (1986, registrado por Mark Boals). Nesse período, passou a gravar com outros grupos. Assim, afora participações especiais, gravações de backing vocals como músico contratado, encontrou no também sueco Talisman a oportunidade que desejava: implementar seu estilo e mesclar o groove da black music com hard rock, AOR e pop. “Todos me viam como um vocalista de heavy metal que gritava. Quase ninguém sabia que minhas raízes vinham da Motown e do pop”, explicou Soto, que também conseguiu unir rock à black music com o Slam e com o bem-humorado projeto The Boogie Knights.

    O vocalista, que segue em carreira solo e com o S.O.T.O e o W.E.T., também gravou com Axel Rudi Pell, Human Clay, Humanimal, Soul Sirkus e Redlist, entre outros, além de parte da trilha do filme “Rockstar” (2001). Ainda participou do Trans-Siberian Orchestra e passou pelo Journey. Sempre de bom astral, o fã da caipiroska brasileira – ele até fez curso para aprender a fazer bem a sua bebida preferida – se mostra disposto e animado para apresentar, em estúdio ou ao vivo, o melhor do hard rock, AOR, metal, disco, soul, funk, R&B e black music. Nos palcos, sua missão sempre foi a de entreter a plateia. Basta lhe dar o microfone ou um baixo, uma guitarra, um violão, um teclado, um trompete…