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  • PRIMAL FEAR – LIMEIRA (SP)

    PRIMAL FEAR – LIMEIRA (SP)

    Com a inconfundível potente e histórica voz de Ralf Scheepers, a icônica banda de heavy metal alemã Primal Fear volta ao Brasil para uma série de shows entre os meses de outubro e novembro deste ano. O novo giro é uma realização da Vênus Concerts e vai divulgar o 14º álbum de estúdio, Code Red.

    Serão três shows no Brasil e mais seis ao redor da América Latina. A tour começa dia 21 de outubro, em São Luis (Maranhão), com apresentanção o aguardado 2º MOA (Maranhão Metal Fest). Ingressos aqui: https://fanpasss.com.br/moa-2023__4655.

    Em seguida é vez de Curitiba (Paraná), no dia 26/10, n Tork n’ Roll. Garanta sua entrada antecipada aqui: https://www.showpass.com.br/evento/747/Primal_Fear.

    Outra parada do Primal Fear em terras brasileiras é dia 28/10 em Limeira, no interior de São Paulo, onde toca no Mirage Eventos, uma das principais casas de show na região para bandas internacionais de heavy metal. Ingresso aqui: https://www.circleofinfinityproducoes.com.

    A turnê 2023 do Primal Fear continua na Argentina, em Buenos Aires (31/10, Arena Sur, ingressos aqui), no Chile, em Santiago (1/11, Blondie), na Costa Rica, em San José (4/11, Pepper’s Club), na Colômbia, em Bogotá (5/11, Ace of Spades Club), no Peru, em Lima (7/11, C.C Festiva) e no México, em Monterrey (10/11, no Mexico Metal Fest, ingresso aqui).

    Com a inconfundível potente e histórica voz de Ralf Scheepers, a icônica banda de heavy metal alemã Primal Fear volta ao Brasil para uma série de shows entre os meses de outubro e novembro deste ano. O novo giro é uma realização da Vênus Concerts e vai divulgar o 14º álbum de estúdio, Code Red.

    Serão três shows no Brasil e mais seis ao redor da América Latina. A tour começa dia 21 de outubro, em São Luis (Maranhão), com apresentanção o aguardado 2º MOA (Maranhão Metal Fest). Ingressos aqui: https://fanpasss.com.br/moa-2023__4655.

    Em seguida é vez de Curitiba (Paraná), no dia 26/10, n Tork n’ Roll. Garanta sua entrada antecipada aqui: https://www.showpass.com.br/evento/747/Primal_Fear.

    Outra parada do Primal Fear em terras brasileiras é dia 28/10 em Limeira, no interior de São Paulo, onde toca no Mirage Eventos, uma das principais casas de show na região para bandas internacionais de heavy metal. Ingresso aqui: https://www.circleofinfinityproducoes.com.

    A turnê 2023 do Primal Fear continua na Argentina, em Buenos Aires (31/10, Arena Sur, ingressos aqui), no Chile, em Santiago (1/11, Blondie), na Costa Rica, em San José (4/11, Pepper’s Club), na Colômbia, em Bogotá (5/11, Ace of Spades Club), no Peru, em Lima (7/11, C.C Festiva) e no México, em Monterrey (10/11, no Mexico Metal Fest, ingresso aqui).

  • PRIMAL FEAR – CURITIBA (PR)

    PRIMAL FEAR – CURITIBA (PR)

    Com a inconfundível potente e histórica voz de Ralf Scheepers, a icônica banda de heavy metal alemã Primal Fear volta ao Brasil para uma série de shows entre os meses de outubro e novembro deste ano. O novo giro é uma realização da Vênus Concerts e vai divulgar o 14º álbum de estúdio, Code Red.

    Serão três shows no Brasil e mais seis ao redor da América Latina. A tour começa dia 21 de outubro, em São Luis (Maranhão), com apresentanção o aguardado 2º MOA (Maranhão Metal Fest). Ingressos aqui: https://fanpasss.com.br/moa-2023__4655.

    Em seguida é vez de Curitiba (Paraná), no dia 26/10, n Tork n’ Roll. Garanta sua entrada antecipada aqui: https://www.showpass.com.br/evento/747/Primal_Fear.

    Outra parada do Primal Fear em terras brasileiras é dia 28/10 em Limeira, no interior de São Paulo, onde toca no Mirage Eventos, uma das principais casas de show na região para bandas internacionais de heavy metal. Ingresso aqui: https://www.circleofinfinityproducoes.com.

    A turnê 2023 do Primal Fear continua na Argentina, em Buenos Aires (31/10, Arena Sur, ingressos aqui), no Chile, em Santiago (1/11, Blondie), na Costa Rica, em San José (4/11, Pepper’s Club), na Colômbia, em Bogotá (5/11, Ace of Spades Club), no Peru, em Lima (7/11, C.C Festiva) e no México, em Monterrey (10/11, no Mexico Metal Fest, ingresso aqui).

    Com a inconfundível potente e histórica voz de Ralf Scheepers, a icônica banda de heavy metal alemã Primal Fear volta ao Brasil para uma série de shows entre os meses de outubro e novembro deste ano. O novo giro é uma realização da Vênus Concerts e vai divulgar o 14º álbum de estúdio, Code Red.

    Serão três shows no Brasil e mais seis ao redor da América Latina. A tour começa dia 21 de outubro, em São Luis (Maranhão), com apresentanção o aguardado 2º MOA (Maranhão Metal Fest). Ingressos aqui: https://fanpasss.com.br/moa-2023__4655.

    Em seguida é vez de Curitiba (Paraná), no dia 26/10, n Tork n’ Roll. Garanta sua entrada antecipada aqui: https://www.showpass.com.br/evento/747/Primal_Fear.

    Outra parada do Primal Fear em terras brasileiras é dia 28/10 em Limeira, no interior de São Paulo, onde toca no Mirage Eventos, uma das principais casas de show na região para bandas internacionais de heavy metal. Ingresso aqui: https://www.circleofinfinityproducoes.com.

    A turnê 2023 do Primal Fear continua na Argentina, em Buenos Aires (31/10, Arena Sur, ingressos aqui), no Chile, em Santiago (1/11, Blondie), na Costa Rica, em San José (4/11, Pepper’s Club), na Colômbia, em Bogotá (5/11, Ace of Spades Club), no Peru, em Lima (7/11, C.C Festiva) e no México, em Monterrey (10/11, no Mexico Metal Fest, ingresso aqui).

  • BRUJERIA – FLORIANÓPOLIS (SC)

    BRUJERIA – FLORIANÓPOLIS (SC)

    Os ‘mexicanos’ radicados em Los Angeles (Estados Unidos) do Brujeria recentemente embarcaram numa nova turnê que celebra os 30 anos de seu aclamado álbum de estreia, o polêmico (por conta de sua capa) e violento “Matando Güeros”, lançado dia 6 de julho, de 1993, pela gravadora Roadrunner Records.

    Brujeria (Bruxaria, em espanhol), foi formado em 1989, na cidade de Tijuana, a maior cidade da Baixa Califórnia, que faz fronteira ao norte com o estado da Califórnia, Los Angeles, EUA, por integrantes – na época – todos músicos estadunidenses de origem latina.

    Desde sua fundação, a banda esteve envolvida em muitas polêmicas, sempre abordando uma sonoridade extremamente agressiva e violenta numa espécie híbrida e pungente de Death Metal com Grindcore, tudo envolta a letras letras cantadas inteiramente em um espanhol cheio de ódio, gírias e expressões tipicamente hispânicas.

    Seus temas preferidos giram sempre em torno de satanismo, anticristianismo, sexo, imigração (geralmente ilegal), tráfico de drogas, maconha, temáticas gore, assassinatos, política, etc.

    Por muito tempo, os verdadeiros nomes de seus integrantes ficaram envoltos em mistério, sendo usados apelidos que os retratavam como se fossem chefes do narcotráfico mexicano, mas, depois de alguns anos, alguns desses nomes foram ‘descobertos’ não oficialmente, mantendo-se até hoje quase como um ‘segredo cult’.

    Por trás desses pseudônimos sabe-se que grandes nomes do metal extremo mundial já passaram pela formação do Brujeria, como, por exemplo, Dino Cazares (Fear Factory), Billy Gould (Faith No More), Shane Embury (Napalm Death), Jeff Walker (Carcass), dentre outros.

    Sua discografia conta com 4 álbuns de estúdio, 3 EP’s, vários singles e coletâneas, acumulando verdadeiros clássicos da desgraceira extrema, como, “Matando Guëros”“Molestando Niños Muertos”“Machetazos”“Castigo Del Brujo”“Raza Odiada (Pito Wilson)”“Colas De Rata”“El Patrón” (dedicada a Pablo Escobar, traficante e narcoterrorista colombiano que foi o fundador e único líder do Cartel de Medellín), “La Migra”“Revolución”“La Ley De Plomo”“Brujerizmo”“Marcha De Ódio”“Plata O Plomo”, dentro outros tesouros.

    Atualmente, a banda hoje conta com Juan Brujo (vocal) – único membro original -, Fantasma (segundo vocal), Pinche Peach (terceiro vocal), El Sangrón (quarto vocal), Hongo (baixo), El Criminal (guitarra) e Podrido (bateria).

    A banda tem uma relação muito próxima com o Brasil, pois nas últimas duas décadas vieram tocar oito vezes no país, sendo a última em 2022, quando participaram de um show matador no tradicional festival Setembro Negro.

    Foto: Hannah Verbeuren | Nuclear Blast Records
  • BRUJERIA – RIO DE JANEIRO (RJ)

    BRUJERIA – RIO DE JANEIRO (RJ)

    Os ‘mexicanos’ radicados em Los Angeles (Estados Unidos) do Brujeria recentemente embarcaram numa nova turnê que celebra os 30 anos de seu aclamado álbum de estreia, o polêmico (por conta de sua capa) e violento “Matando Güeros”, lançado dia 6 de julho, de 1993, pela gravadora Roadrunner Records.

    Brujeria (Bruxaria, em espanhol), foi formado em 1989, na cidade de Tijuana, a maior cidade da Baixa Califórnia, que faz fronteira ao norte com o estado da Califórnia, Los Angeles, EUA, por integrantes – na época – todos músicos estadunidenses de origem latina.

    Desde sua fundação, a banda esteve envolvida em muitas polêmicas, sempre abordando uma sonoridade extremamente agressiva e violenta numa espécie híbrida e pungente de Death Metal com Grindcore, tudo envolta a letras letras cantadas inteiramente em um espanhol cheio de ódio, gírias e expressões tipicamente hispânicas.

    Seus temas preferidos giram sempre em torno de satanismo, anticristianismo, sexo, imigração (geralmente ilegal), tráfico de drogas, maconha, temáticas gore, assassinatos, política, etc.

    Por muito tempo, os verdadeiros nomes de seus integrantes ficaram envoltos em mistério, sendo usados apelidos que os retratavam como se fossem chefes do narcotráfico mexicano, mas, depois de alguns anos, alguns desses nomes foram ‘descobertos’ não oficialmente, mantendo-se até hoje quase como um ‘segredo cult’.

    Por trás desses pseudônimos sabe-se que grandes nomes do metal extremo mundial já passaram pela formação do Brujeria, como, por exemplo, Dino Cazares (Fear Factory), Billy Gould (Faith No More), Shane Embury (Napalm Death), Jeff Walker (Carcass), dentre outros.

    Sua discografia conta com 4 álbuns de estúdio, 3 EP’s, vários singles e coletâneas, acumulando verdadeiros clássicos da desgraceira extrema, como, “Matando Guëros”“Molestando Niños Muertos”“Machetazos”“Castigo Del Brujo”“Raza Odiada (Pito Wilson)”“Colas De Rata”“El Patrón” (dedicada a Pablo Escobar, traficante e narcoterrorista colombiano que foi o fundador e único líder do Cartel de Medellín), “La Migra”“Revolución”“La Ley De Plomo”“Brujerizmo”“Marcha De Ódio”“Plata O Plomo”, dentro outros tesouros.

    Atualmente, a banda hoje conta com Juan Brujo (vocal) – único membro original -, Fantasma (segundo vocal), Pinche Peach (terceiro vocal), El Sangrón (quarto vocal), Hongo (baixo), El Criminal (guitarra) e Podrido (bateria).

    A banda tem uma relação muito próxima com o Brasil, pois nas últimas duas décadas vieram tocar oito vezes no país, sendo a última em 2022, quando participaram de um show matador no tradicional festival Setembro Negro.

    Foto: Hannah Verbeuren | Nuclear Blast Records
  • BRUJERIA – BRASÍLIA (DF)

    BRUJERIA – BRASÍLIA (DF)

    Os ‘mexicanos’ radicados em Los Angeles (Estados Unidos) do Brujeria recentemente embarcaram numa nova turnê que celebra os 30 anos de seu aclamado álbum de estreia, o polêmico (por conta de sua capa) e violento “Matando Güeros”, lançado dia 6 de julho, de 1993, pela gravadora Roadrunner Records.

    Brujeria (Bruxaria, em espanhol), foi formado em 1989, na cidade de Tijuana, a maior cidade da Baixa Califórnia, que faz fronteira ao norte com o estado da Califórnia, Los Angeles, EUA, por integrantes – na época – todos músicos estadunidenses de origem latina.

    Desde sua fundação, a banda esteve envolvida em muitas polêmicas, sempre abordando uma sonoridade extremamente agressiva e violenta numa espécie híbrida e pungente de Death Metal com Grindcore, tudo envolta a letras letras cantadas inteiramente em um espanhol cheio de ódio, gírias e expressões tipicamente hispânicas.

    Seus temas preferidos giram sempre em torno de satanismo, anticristianismo, sexo, imigração (geralmente ilegal), tráfico de drogas, maconha, temáticas gore, assassinatos, política, etc.

    Por muito tempo, os verdadeiros nomes de seus integrantes ficaram envoltos em mistério, sendo usados apelidos que os retratavam como se fossem chefes do narcotráfico mexicano, mas, depois de alguns anos, alguns desses nomes foram ‘descobertos’ não oficialmente, mantendo-se até hoje quase como um ‘segredo cult’.

    Por trás desses pseudônimos sabe-se que grandes nomes do metal extremo mundial já passaram pela formação do Brujeria, como, por exemplo, Dino Cazares (Fear Factory), Billy Gould (Faith No More), Shane Embury (Napalm Death), Jeff Walker (Carcass), dentre outros.

    Sua discografia conta com 4 álbuns de estúdio, 3 EP’s, vários singles e coletâneas, acumulando verdadeiros clássicos da desgraceira extrema, como, “Matando Guëros”“Molestando Niños Muertos”“Machetazos”“Castigo Del Brujo”“Raza Odiada (Pito Wilson)”“Colas De Rata”“El Patrón” (dedicada a Pablo Escobar, traficante e narcoterrorista colombiano que foi o fundador e único líder do Cartel de Medellín), “La Migra”“Revolución”“La Ley De Plomo”“Brujerizmo”“Marcha De Ódio”“Plata O Plomo”, dentro outros tesouros.

    Atualmente, a banda hoje conta com Juan Brujo (vocal) – único membro original -, Fantasma (segundo vocal), Pinche Peach (terceiro vocal), El Sangrón (quarto vocal), Hongo (baixo), El Criminal (guitarra) e Podrido (bateria).

    A banda tem uma relação muito próxima com o Brasil, pois nas últimas duas décadas vieram tocar oito vezes no país, sendo a última em 2022, quando participaram de um show matador no tradicional festival Setembro Negro.

    Foto: Hannah Verbeuren | Nuclear Blast Records
  • BRUJERIA – BELO HORIZONTE (MG)

    BRUJERIA – BELO HORIZONTE (MG)

    Os ‘mexicanos’ radicados em Los Angeles (Estados Unidos) do Brujeria recentemente embarcaram numa nova turnê que celebra os 30 anos de seu aclamado álbum de estreia, o polêmico (por conta de sua capa) e violento “Matando Güeros”, lançado dia 6 de julho, de 1993, pela gravadora Roadrunner Records.

    Brujeria (Bruxaria, em espanhol), foi formado em 1989, na cidade de Tijuana, a maior cidade da Baixa Califórnia, que faz fronteira ao norte com o estado da Califórnia, Los Angeles, EUA, por integrantes – na época – todos músicos estadunidenses de origem latina.

    Desde sua fundação, a banda esteve envolvida em muitas polêmicas, sempre abordando uma sonoridade extremamente agressiva e violenta numa espécie híbrida e pungente de Death Metal com Grindcore, tudo envolta a letras letras cantadas inteiramente em um espanhol cheio de ódio, gírias e expressões tipicamente hispânicas.

    Seus temas preferidos giram sempre em torno de satanismo, anticristianismo, sexo, imigração (geralmente ilegal), tráfico de drogas, maconha, temáticas gore, assassinatos, política, etc.

    Por muito tempo, os verdadeiros nomes de seus integrantes ficaram envoltos em mistério, sendo usados apelidos que os retratavam como se fossem chefes do narcotráfico mexicano, mas, depois de alguns anos, alguns desses nomes foram ‘descobertos’ não oficialmente, mantendo-se até hoje quase como um ‘segredo cult’.

    Por trás desses pseudônimos sabe-se que grandes nomes do metal extremo mundial já passaram pela formação do Brujeria, como, por exemplo, Dino Cazares (Fear Factory), Billy Gould (Faith No More), Shane Embury (Napalm Death), Jeff Walker (Carcass), dentre outros.

    Sua discografia conta com 4 álbuns de estúdio, 3 EP’s, vários singles e coletâneas, acumulando verdadeiros clássicos da desgraceira extrema, como, “Matando Guëros”“Molestando Niños Muertos”“Machetazos”“Castigo Del Brujo”“Raza Odiada (Pito Wilson)”“Colas De Rata”“El Patrón” (dedicada a Pablo Escobar, traficante e narcoterrorista colombiano que foi o fundador e único líder do Cartel de Medellín), “La Migra”“Revolución”“La Ley De Plomo”“Brujerizmo”“Marcha De Ódio”“Plata O Plomo”, dentro outros tesouros.

    Atualmente, a banda hoje conta com Juan Brujo (vocal) – único membro original -, Fantasma (segundo vocal), Pinche Peach (terceiro vocal), El Sangrón (quarto vocal), Hongo (baixo), El Criminal (guitarra) e Podrido (bateria).

    A banda tem uma relação muito próxima com o Brasil, pois nas últimas duas décadas vieram tocar oito vezes no país, sendo a última em 2022, quando participaram de um show matador no tradicional festival Setembro Negro.

    Foto: Hannah Verbeuren | Nuclear Blast Records
  • BRUJERIA – ESPÍRITO SANTO (ES)

    BRUJERIA – ESPÍRITO SANTO (ES)

    Os ‘mexicanos’ radicados em Los Angeles (Estados Unidos) do Brujeria recentemente embarcaram numa nova turnê que celebra os 30 anos de seu aclamado álbum de estreia, o polêmico (por conta de sua capa) e violento “Matando Güeros”, lançado dia 6 de julho, de 1993, pela gravadora Roadrunner Records.

    Brujeria (Bruxaria, em espanhol), foi formado em 1989, na cidade de Tijuana, a maior cidade da Baixa Califórnia, que faz fronteira ao norte com o estado da Califórnia, Los Angeles, EUA, por integrantes – na época – todos músicos estadunidenses de origem latina.

    Desde sua fundação, a banda esteve envolvida em muitas polêmicas, sempre abordando uma sonoridade extremamente agressiva e violenta numa espécie híbrida e pungente de Death Metal com Grindcore, tudo envolta a letras letras cantadas inteiramente em um espanhol cheio de ódio, gírias e expressões tipicamente hispânicas.

    Seus temas preferidos giram sempre em torno de satanismo, anticristianismo, sexo, imigração (geralmente ilegal), tráfico de drogas, maconha, temáticas gore, assassinatos, política, etc.

    Por muito tempo, os verdadeiros nomes de seus integrantes ficaram envoltos em mistério, sendo usados apelidos que os retratavam como se fossem chefes do narcotráfico mexicano, mas, depois de alguns anos, alguns desses nomes foram ‘descobertos’ não oficialmente, mantendo-se até hoje quase como um ‘segredo cult’.

    Por trás desses pseudônimos sabe-se que grandes nomes do metal extremo mundial já passaram pela formação do Brujeria, como, por exemplo, Dino Cazares (Fear Factory), Billy Gould (Faith No More), Shane Embury (Napalm Death), Jeff Walker (Carcass), dentre outros.

    Sua discografia conta com 4 álbuns de estúdio, 3 EP’s, vários singles e coletâneas, acumulando verdadeiros clássicos da desgraceira extrema, como, “Matando Guëros”“Molestando Niños Muertos”“Machetazos”“Castigo Del Brujo”“Raza Odiada (Pito Wilson)”“Colas De Rata”“El Patrón” (dedicada a Pablo Escobar, traficante e narcoterrorista colombiano que foi o fundador e único líder do Cartel de Medellín), “La Migra”“Revolución”“La Ley De Plomo”“Brujerizmo”“Marcha De Ódio”“Plata O Plomo”, dentro outros tesouros.

    Atualmente, a banda hoje conta com Juan Brujo (vocal) – único membro original -, Fantasma (segundo vocal), Pinche Peach (terceiro vocal), El Sangrón (quarto vocal), Hongo (baixo), El Criminal (guitarra) e Podrido (bateria).

    A banda tem uma relação muito próxima com o Brasil, pois nas últimas duas décadas vieram tocar oito vezes no país, sendo a última em 2022, quando participaram de um show matador no tradicional festival Setembro Negro.

    Foto: Hannah Verbeuren | Nuclear Blast Records
  • BRUJERIA (CURITIBA/PR)

    BRUJERIA (CURITIBA/PR)

    Os ‘mexicanos’ radicados em Los Angeles (Estados Unidos) do Brujeria recentemente embarcaram numa nova turnê que celebra os 30 anos de seu aclamado álbum de estreia, o polêmico (por conta de sua capa) e violento “Matando Güeros”, lançado dia 6 de julho, de 1993, pela gravadora Roadrunner Records.

    Brujeria (Bruxaria, em espanhol), foi formado em 1989, na cidade de Tijuana, a maior cidade da Baixa Califórnia, que faz fronteira ao norte com o estado da Califórnia, Los Angeles, EUA, por integrantes – na época – todos músicos estadunidenses de origem latina.

    Desde sua fundação, a banda esteve envolvida em muitas polêmicas, sempre abordando uma sonoridade extremamente agressiva e violenta numa espécie híbrida e pungente de Death Metal com Grindcore, tudo envolta a letras letras cantadas inteiramente em um espanhol cheio de ódio, gírias e expressões tipicamente hispânicas.

    Seus temas preferidos giram sempre em torno de satanismo, anticristianismo, sexo, imigração (geralmente ilegal), tráfico de drogas, maconha, temáticas gore, assassinatos, política, etc.

    Por muito tempo, os verdadeiros nomes de seus integrantes ficaram envoltos em mistério, sendo usados apelidos que os retratavam como se fossem chefes do narcotráfico mexicano, mas, depois de alguns anos, alguns desses nomes foram ‘descobertos’ não oficialmente, mantendo-se até hoje quase como um ‘segredo cult’.

    Por trás desses pseudônimos sabe-se que grandes nomes do metal extremo mundial já passaram pela formação do Brujeria, como, por exemplo, Dino Cazares (Fear Factory), Billy Gould (Faith No More), Shane Embury (Napalm Death), Jeff Walker (Carcass), dentre outros.

    Sua discografia conta com 4 álbuns de estúdio, 3 EP’s, vários singles e coletâneas, acumulando verdadeiros clássicos da desgraceira extrema, como, “Matando Guëros”“Molestando Niños Muertos”“Machetazos”“Castigo Del Brujo”“Raza Odiada (Pito Wilson)”“Colas De Rata”“El Patrón” (dedicada a Pablo Escobar, traficante e narcoterrorista colombiano que foi o fundador e único líder do Cartel de Medellín), “La Migra”“Revolución”“La Ley De Plomo”“Brujerizmo”“Marcha De Ódio”“Plata O Plomo”, dentro outros tesouros.

    Atualmente, a banda hoje conta com Juan Brujo (vocal) – único membro original -, Fantasma (segundo vocal), Pinche Peach (terceiro vocal), El Sangrón (quarto vocal), Hongo (baixo), El Criminal (guitarra) e Podrido (bateria).

    A banda tem uma relação muito próxima com o Brasil, pois nas últimas duas décadas vieram tocar oito vezes no país, sendo a última em 2022, quando participaram de um show matador no tradicional festival Setembro Negro.

    Foto: Hannah Verbeuren | Nuclear Blast Records
  • BRUJERIA – SANTOS (SP)

    BRUJERIA – SANTOS (SP)

    Os ‘mexicanos’ radicados em Los Angeles (Estados Unidos) do Brujeria recentemente embarcaram numa nova turnê que celebra os 30 anos de seu aclamado álbum de estreia, o polêmico (por conta de sua capa) e violento “Matando Güeros”, lançado dia 6 de julho, de 1993, pela gravadora Roadrunner Records.

    Brujeria (Bruxaria, em espanhol), foi formado em 1989, na cidade de Tijuana, a maior cidade da Baixa Califórnia, que faz fronteira ao norte com o estado da Califórnia, Los Angeles, EUA, por integrantes – na época – todos músicos estadunidenses de origem latina.

    Desde sua fundação, a banda esteve envolvida em muitas polêmicas, sempre abordando uma sonoridade extremamente agressiva e violenta numa espécie híbrida e pungente de Death Metal com Grindcore, tudo envolta a letras letras cantadas inteiramente em um espanhol cheio de ódio, gírias e expressões tipicamente hispânicas.

    Seus temas preferidos giram sempre em torno de satanismo, anticristianismo, sexo, imigração (geralmente ilegal), tráfico de drogas, maconha, temáticas gore, assassinatos, política, etc.

    Por muito tempo, os verdadeiros nomes de seus integrantes ficaram envoltos em mistério, sendo usados apelidos que os retratavam como se fossem chefes do narcotráfico mexicano, mas, depois de alguns anos, alguns desses nomes foram ‘descobertos’ não oficialmente, mantendo-se até hoje quase como um ‘segredo cult’.

    Por trás desses pseudônimos sabe-se que grandes nomes do metal extremo mundial já passaram pela formação do Brujeria, como, por exemplo, Dino Cazares (Fear Factory), Billy Gould (Faith No More), Shane Embury (Napalm Death), Jeff Walker (Carcass), dentre outros.

    Sua discografia conta com 4 álbuns de estúdio, 3 EP’s, vários singles e coletâneas, acumulando verdadeiros clássicos da desgraceira extrema, como, “Matando Guëros”“Molestando Niños Muertos”“Machetazos”“Castigo Del Brujo”“Raza Odiada (Pito Wilson)”“Colas De Rata”“El Patrón” (dedicada a Pablo Escobar, traficante e narcoterrorista colombiano que foi o fundador e único líder do Cartel de Medellín), “La Migra”“Revolución”“La Ley De Plomo”“Brujerizmo”“Marcha De Ódio”“Plata O Plomo”, dentro outros tesouros.

    Atualmente, a banda hoje conta com Juan Brujo (vocal) – único membro original -, Fantasma (segundo vocal), Pinche Peach (terceiro vocal), El Sangrón (quarto vocal), Hongo (baixo), El Criminal (guitarra) e Podrido (bateria).

    A banda tem uma relação muito próxima com o Brasil, pois nas últimas duas décadas vieram tocar oito vezes no país, sendo a última em 2022, quando participaram de um show matador no tradicional festival Setembro Negro.

    Foto: Hannah Verbeuren | Nuclear Blast Records
  • ODIN’S KRIEGER FEST: KORPIKLAANI | TAILTEN | PAGAN THRONE – RIO DE JANEIRO (RJ)

    ODIN’S KRIEGER FEST: KORPIKLAANI | TAILTEN | PAGAN THRONE – RIO DE JANEIRO (RJ)

    Korpiklaani (Clã da Floresta, do finlandês traduzido ao português), volta ao Brasil em novembro deste ano como atração principal do mais cultuado e concorrido evento de folk metal do país, o Odin’s Krieger Fest.

    Na edição 2023 do festival, que acontece em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), a tradicional banda finlandesa traz a turnê que celebra 20 anos de sua vitoriosa e respeitada carreira internacional.

    O Odin’s Krieger Fest 2023 com Korpiklaani começam na capital paulista, dia 24/11, no Carioca Club, e segue dia 25/11 para Porto Alegre, no OCulto. A última parada é o Rio de Janeiro, no Agyto.

    Banda renomadas e revelações nacionais do circuito folk/medieval também se apresentam nesta edição do Odin’s, como abertura ao sexteto finlandeses: Taberna Folk, Eldhrimnir e Tunas Celtic Band em São Paulo; Hugin Munin e Lugh em Porto Alegre; Tailten e Pagan Throne no Rio de Janeiro.

    Korpiklaani une música folclórica com heavy metal desde 2003 com músicas cantadas em finlandês sobre mitologia, natureza e festanças. Dez anos antes, a banda cantava em inglês, tinha outra orientação musical e se chamava Shamaani Duo (1993 a 1997) e Shaman (1997 a 2003).

    Atualmente a banda é Jonne Järvelä (vocais e guitarra), Sami Perttula (acordeon), Tuomas Rounakari (violino), Jarkko Aaltonen (baixo), Kalle ‘Cane’ Savijärvi (guitarra) e Samuli Mikkonen (bateria e percussão).

    A turnê do Korpiklaani no Odin’s Krieger Fest 2023 apresentará repertório especial com músicas dos 10 discos lançados ao longo dos 20 anos de banda.

    Do debut Spirit of the Forest (2003), passando pelos clássicos Tervaskanto (2007), Karkelo (2009) e Manala (2012), ao mais recente, Jylhä (2021), o Korpiklaani consolida o status de banda da linha de frente do folk metal mundial, com uma legião e fãs ao redor do globo.

    Entre melodias alegres e riffs pesados e agressivos, o Korpiklaani é capaz de fazer plateias gigantes dançar e bater cabeça ao mesmo tempo – e o Odin’s Krieger Fest é o lugar perfeito para a bagunça boa que promove o sexteto finlandês!

    O Odin’s Krieger Fest é uma realização da OKF Produções.

    Odin’s Krieger Fest 2023 – Rio de Janeiro
    Data: 26/11/2023
    Horário: 16h (abertura das portas)
    Local: Agyto
    Endereço: Av. Mem de Sá, 66 – Lapa
    Bandas: Korpiklaani – Tailten – Pagan Throne
    Ingressos: https://pixelticket.com.br/eventos/15412/odins-krieger-festival-com-korpiklaani
    Pista: a partir de R$ 120